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29/04/2011 - Hospital Ana Costa Saúde aperfeiçoa central de atendimento
28/04/2011 - Hospital do nordeste terceiriza parque de impressoras
20/04/2011 - Centro de diagnósticos confirma exames por SMS
19/04/2011 - Samu de Porto Alegre monitora pessoas nas ruas
18/04/2011 - Agfa HealthCare lança negócio de serviços gerenciados
18/04/2011 - Simpress oferece solução para exames diagnósticos em saúde
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11/04/2011 - JME lança sistema de avaliação de contas hospitalares
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Rede Hospitalar Adventista investe em ferramenta de gestão

A Rede Hospitalar Adventista está adquirindo a solução de gestão MV para todos os cinco hospitais, planos de saúde e as clínicas de Curitiba e Porto Alegre administrados pela Rede no Brasil. Os hospitais que serão contemplados são Hospital Silvestre de Saúde (RJ), Hospital Belém (PA), Hospital Manaus (AM), Hospital Pênfigo (MT) e Hospital São Paulo (SP). A implantação está prevista para começar no segundo semestre, com conclusão para ainda este ano.

Segundo o pastor Marino de Oliveira, que administra a Rede, a aquisição do sistema se tornou essencial para uma boa gerência das instituições. “Atualmente tornou-se impossível administrar um hospital sem o auxilio de informações providas por sistemas comprovadamente eficientes para a tomada de decisão. São entidades muito complexas para administrar pela diversidade e detalhes de todos os processos, tanto médicos, quanto laboratoriais”, destaca.

O sistema de gestão da MV atenderá todo o processo clínico, assistencial e administrativo dos hospitais e das clínicas. A ferramenta irá concentrar informações que vão desde a entrada do paciente e a definição do tratamento até o fechamento da conta e o faturamento para o convênio médico. Para os médicos e enfermeiros, acesso ao histórico do paciente de forma segura e prática, enquanto para os gestores, indicadores em tempo real para tomadas de decisões. “Para que os hospitais se mantenham em equilíbrio financeiro são indispensáveis informações online exatas para estabelecermos custos e preços de todos os serviços”, ressalta o pastor.

A Rede Hospitalar Adventista, que possui 500 leitos, uma média diária de 350 pacientes internados, 10.500 atendimentos/mês e um movimento de pacientes, familiares e fornecedores equivalente a 12 mil pessoas diariamente, contará com aproximadamente 1.200 usuários utilizando a solução.

Mantida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia desde a sua criação em 1863, a Rede Hospitalar Adventista tem sua organização e administração pautadas pela filosofia de saúde integral, que compreende boas condições físicas, mentais, sociais e espirituais. Assim, conta com instituições que cuidam de cada um desses aspectos, atuando desde clínicas e ambulatórios, até faculdades de enfermagem e medicina renomadas internacionalmente, passando por centros de vida saudável, centros de palestras e cursos, programas de saúde comunitária e fábricas de alimentos saudáveis.

(Fonte: TI Inside, 29 de abril de 2011)
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Hospital Ana Costa Saúde aperfeiçoa central de atendimento

O Hospital Ana Costa Saúde, que atende a cidade de Santos e demais da baixada, reestruturou em 2008 sua central de atendimento ao cliente – CAC e este ano planeja uma série de melhorias através do uso dos aplicativos 100% Web, inovando o processo com objetivo de aperfeiçoar o conhecimento e capacitação das pessoas via uma maior integração entre as áreas internas.

O software de gestão de CRM da Consumer Voice permitiu ao Ana Costa obter maior controle sobre as manifestações de pacientes no que diz respeito aos vários aspectos da rotina hospitalar, desde a percepção e satisfação quanto ao atendimento médico e da equipe de saúde, bem como em relação às instalações e demais serviços prestados durante a permanência, como serviço de alimentação, hotelaria, recepção, etc.

A solução CV\CRM substituiu um sistema próprio de planilhas para cadastro de todos os usuários do hospital e onde todas as avaliações, sugestões e reclamações eram registradas. Com a implantação do sistema a área de relacionamento com o público somou além da praticidade e segurança de dados, estratégia de gestão de informação.

Em média são realizados 1200 contatos por mês, sendo que em média 16% são referentes às reclamações dos pacientes. Esse número é maior nos meses de alta temporada na região, quando aumentam os atendimentos por queimaduras, intoxicação alimentar, desidratação, insolação, etc. Os pacientes podem acessar o CAC de forma espontânea para expor sua opinião, quando são procurados pelos profissionais do CAC para preencher a pesquisa nos leitos ou quando procuram a área de assistência social do hospital.

A partir da implementação do aplicativo da Consumer Voice, assim como o processo de CRM estruturado em conjunto, o CAC tem diariamente um panorama de todas as áreas do hospital relacionadas à gestão de pós-atendimento, o que permitiu também gerenciar melhor os contratos com os fornecedores a partir de pesquisas de satisfação com seus usuários, no que diz respeito a aspectos como alimentação, hotelaria, manutenção dos leitos, etc, exigindo e controlando os níveis de SLAs estabelecidos em contratos com as empresas prestadoras de serviços. Também pode ser mensurado o grau de satisfação com os membros da equipe médica com registro sobre atrasos, tempo de duração das consultas, qualidade da anamnese ou simplesmente deixar um elogio pelo bom atendimento recebido.

Segundo Marisa Fernandes de Almeida, coordenadora Administrativa, o Hospital Ana Costa Saúde monitora com mais agilidade as respostas referentes a não conformidades relatadas pelos pacientes e seus acompanhantes. Os relatórios gerados pelo sistema possibilitam estabelecer um plano de ação junto às áreas responsáveis pelas demandas apontadas bem como monitorar a efetividade destas ações.

A Consumer Voice fornece a assistência para utilização do aplicativo CV\CRM, assim como consultoria para a gestão das informações. Ele está integrado ao sistema legado de gestão utilizado pelo Ana Costa e abrange a área de cadastro de pacientes, saúde financeira e movimentação de pacientes. Além do CAC, acessam os dados de CRM, gerentes e diretores da instituição.

A solução também é utilizada para aplicação de pesquisas sobre um aspecto específico da rotina hospitalar. Recentemente, a pesquisa foi aplicada com 600 pacientes que realizaram doação de sangue e abordou a qualidade da alimentação recebida após o processo de doação, o tempo de atendimento, qualidade e atenção prestada pela equipe. O resultado contribui não apenas para a melhoria dos processos internos e melhor atendimento ao cliente, mas também para que as pessoas se conscientizem que a doação de sangue é muito importante e que se trata de um ato cívico para beneficio de toda comunidade.

Para Patrícia Rozenbojm, diretora comercial da Consumer Voice, o maior benefício gerado pelo CV\CRM no Hospital Ana Costa é a capacidade de ter uma visão global de todos os aspectos relacionados ao atendimento e ao pós-atendimento, com agilidade e confiabilidade.

Hospital Ana Costa
O Complexo Hospitalar Ana Costa é considerado referência na Baixada Santista, com infraestrutura e recursos humanos altamente especializados. Fundado em 1966, é considerado pólo de inovação tecnológica. Inaugurou a primeira unidade de terapia intensiva no litoral do Estado de São Paulo, realizou o primeiro transplante renal, investiu na UTI Neonatal e Infantil, além de trazer diversas cirurgias inéditas para a região. Com sete unidades em cinco cidades da Baixada Santista, o Complexo Hospitalar Ana Costa conta com mais de 1.700 colaboradores e um corpo clínico de mil médicos
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(Fonte: TI Inside, 29 de abril de 2011)
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Hospital do nordeste terceiriza parque de impressoras

Diminuir o impacto nos gastos com impressão tem sido um aspecto muito focado pelas instituições de saúde brasileiras, que intensificam a instalação de novas soluções tecnológicas, como prontuário eletrônico e até a terceirizam da área de impressão. O Hospital São Rafael, um dos maiores complexos hospitalares do Nordeste brasileiro, mantido pelo Monte Tabor – Centro Ítalo-Brasileiro de Promoção Sanitária, localizado na cidade de Salvador, na Bahia, resolveu terceirizar a impressão de documentos para a Simpress para atingir esse objetivo.

Atualmente, a instituição conta com mais de 3 mil funcionários, 302 leitos e atende a cerca de 2 mil pacientes por dia. Para ampliar a capacidade de gestão e visualização dos processos internos, além de otimizar o atendimento aos usuários da instituição, a solução contratada junto à Simpress incluiu 400 novos equipamentos de alta tecnologia. Máquinas e sistemas fornecem toda a gestão da área de impressão, permitindo que os profissionais possam se concentrar em atividades mais produtivas.

Antes da solução ser implantada era necessário deslocar funcionários da área de atendimento para fazer o gerenciamento, o que ocasionava perda de produtividade no atendimento aos pacientes.

"Apesar dos novos equipamentos, nenhuma grande alteração no parque de informática foi necessária, além das adequações para receber as novas máquinas", informa Fernando Costa, gerente de TI do Hospital São Rafael. Inclusive todas as mudanças eventualmente necessárias foram feitas pro profissionais ligados à Simpress, segundo ele.

O hospital não revela seus custos anteriores com impressão, mas a direção estima que o projeto tenha reduzido os gastos nessa área em cerca de 30%, incluindo mão de obra especializada, manutenção, suporte técnico e reposição de insumos. O objetivo é atender a alta demanda por agilidade na impressão de documentos, atendendo às necessidades da área administrativa e financeira e auxiliando na emissão de receitas e prontuários, exames simples e com imagens em alta qualidade na área de engenharia clínica, o que atinge cerca de um milhão de páginas por mês.

Costa explica que, além da redução de custos, a solução da Simpress é voltada às necessidades específicas da área de saúde. "Por isso, pudemos propor metas de desempenho, ampliando a gestão interna e também a qualidade dos serviços prestados, conforme a ideologia do hospital", destaca.

Ainda de acordo com o gerente, o sucesso das operações gerou expectativa para ampliar o projeto e fazer com que outras áreas também se beneficiem com a gestão terceirizada.

O presidente da Simpress, Vittorio Danesi, informa que a próxima fase é a avaliar a viabilidade de implementação da gestão eletrônica de documentos e das impressões térmicas. "Pretendemos ampliar o controle dos processos internos do hospital por meio da digitalização e do controle eletrônico dos documentos. Além disso, a proposta é tomarmos a responsabilidade pela impressão térmica de pulseiras de identificação e etiquetas, com o objetivo de agilizar ainda mais as atividades da instituição", finaliza
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(Fonte: TI Inside, 28 de abril de 2011)
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Centro de diagnósticos confirma exames por SMS

O absenteísmo é um dos maiores problemas que um laboratório de diagnósticos pode enfrentar, uma vez que gera gastos com a preparação de exames que não serão realizados. Como forma de se preparar para lidar com essa questão ou mesmo evitá-la, o centro de diagnósticos dr. Ghelfond, que tem unidades localizadas na região da Grande São Paulo, incluido a capital, e mais de 500 funcionários, adotou um sistema de "lembrete" de agendamento de exames através do telefone celular, batizado de re-call.

O re-call funcionava da seguinte forma: o cliente ligava para marcar o exame e 24 horas antes da data marcada o centro de diagnósticos retornava no número de telefone fornecido para lembrá-lo da consulta, pedindo para que o paciente voltasse a entrar em contato para a confirmação ou cancelamento do horário. Parte dos 50 funcionários alocados no call center fazia esse processo, vizando diminuir o impacto do absenteísmo que estava na casa dos 25% de absenteísmo em seus exames.

A meta foi alcançada. A taxa passou para 18%. Mas o sistema ainda era uma faca de dois gumes, porque a ligação para os clientes acabava gerando gastos extras para a companhia, que desembolsava cerca de R$ 10 mil por mês com telefonia. "As ligações telefônicas demandavam um tempo diferente para cada contato, por que os pacientes aproveitavam as ligações do call center para tirar dúvidas, estendendo a conversa e provocando uma perda de controle desses gastos", explica Márcio Moura, diretor de contratos e contas médicas da dr. Ghelfond.

Outro problema citado por ele foi a necessidade de deslocar uma parte dos funcionários da área de atendimento para realizar as ligações de lembretes, fazendo assim a área de agendamento de novos exames perder força. "A questão é que você tirava pessoas da sua linha de atendimento, para ir atrás das pessoas que já haviam marcado exames."

Foi nesse contexto que a equipe da Central de Atendimento ao Cliente do Dr. Ghelfond, liderada por Luiz Galves, passou a utilizar o serviço de Short Message Service (SMS) como recurso para tornar o atendimento aos pacientes mais ágil e diminuir os custos com as ligações. O laboratório, após uma pesquisa de mercado, firmou parceria com a Lembreteria Informática, e adquiriu um sistema responsável por inovar o agendamento de consultas facilitando o gerenciamento de compromissos, otimizando o tempo e automatizando o retorno à pacientes.

A Lembreteria tem parcerias com as operadoras de telefonia móvel, o que aumenta as facilidades e reduz os custos do dr. Ghelfond, pois a empresa age como uma intermediária no serviço de SMS.

A escolha por esse sistema foi baseada nos dados divulgados em fevereiro pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que informavam que o total de assinantes de telefonia celular no Brasil havia chegado a 207,5 milhões, ou seja, mais de um celular por pessoa. "Agora não temos o problema da pessoa não estar em casa, ou não poder falar naquele momento. Hoje no Brasil todo mundo tem celular e todo mundo sabe como usar o serviço de SMS. Sem contar que os custos com esse serviço são fixos, o que nos dará mais controle na hora de conferir os gastos com a telefonia", informa Moura.

Segundo Galves, o novo sistema funciona da seguinte maneira: os lembretes com data e horário do exame são enviados ao celular do cliente com antecedência de 24 a 48 horas, para que ele possa se programar ou, em caso de um eventual cancelamento, reagendar o procedimento. O cliente então retorna a mensagem com um "S", confirmando a presença ou um "N", para cancelar. E a resposta cai diretamente ao e-mail da equipe de call center.

Galves informa também que, além da maior rapidez, o sistema trouxe outros benefícios. "Não é mais necessário que os clientes liguem para confirmar seus exames, e o custo da mensagem que o cliente envia como resposta está contido no pacote do serviço oferecido pela Lembreteria, ou seja, não sai do bolso de quem recebe a mensagem."

Também não foi necessário qualquer mudança na parte de hardware ou software da central de atendimento, apenas a adequação de SMS no serviço que já estava vigente.

Enquanto está em fase de testes, o sistema é usado apenas no agendamento de exames de alta complexidade, como ressonância magnética e medicina nuclear. Já está no planejamento de TI do centro estender esse serviço para todos os exames realizados no laboratório.

"Já no primeiro mês de utilização da solução foi percebida uma redução de cerca de 25% no índice de absenteísmo aos exames agendados, o que evita perdas e ainda permite otimizar a capacidade de atendimento, já que através do SMS o cliente pode receber o recado a qualquer hora e em qualquer lugar", avalia o executivo do centro e diagnósticos.

Quanto a parte financeira, o profissional informa que ainda não foi mensurado o balanço feito em relação a gastos com telefonia. "Utilizamos a solução ainda em pequena escala. Teremos essa relação quando passarmos a utilizar o SMS no agendamento de todos os nossos exames", diz ele. E ressalta: "a meta é atingir uma redução de pelo 35% na taxa de absenteísmo quando o serviço englobar todos os tipos de exame"
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(Fonte: TI Inside, 20 de abril de 2011)
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Samu de Porto Alegre monitora pessoas nas ruas

O Samu de Porto Alegre iniciou, neste mês, o monitoramento visual de pessoas que circulam pelas ruas da Capital. O sistema de videomonitoramento é uma parceria entre a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Procempa e a equipe de informática do Hospital de Pronto Socorro. A ferramenta auxilia na localização das vítimas de acidentes de trânsito e na tomada de decisão do médico regulador, que acompanha em tempo real os fatos e providencia o deslocamento da ambulância para atendimento.

O serviço funciona com um monitor previamente instalado, que apresenta um mosaico de imagens que são selecionadas e expandidas em tela inteira focando a vítima. São dezenas de câmeras Axis com Zoom ótico 26x e digital 12x localizadas em pontos estratégicos e cruzamentos de maior tráfego da cidade. A imagem é compartilhada com o Samu e a câmera é operada remotamente via software apropriado.

"Poder ver a vítima em tempo real facilita a tomada de decisão. As câmeras tem um zoom ótico e digital que permite ver no detalhe. Também facilita muito a visualização do trânsito pelo radioperador, que comanda a frota evitando trânsito e escolhendo a melhor rota. Outra aplicação foi poder identificar as cabines telefônicas (e os indivíduos) que passam trotes", explica o coordenador do Núcleo de Educação Permanente do Samu, Luciano Eifler.
De acordo com Eifler, na sala de regulação do Samu o médico pode ver as vítimas de trauma em via pública, verificar o número de vítimas no local, o amassamento dos veículos e a cinemática do acidente. "Com a aplicação do zoom é possível verificar o padrão ventilatório e lesões das vítimas, surpreender aquele solicitante que não está informando adequadamente sobre a cena do acidente, acompanhar o atendimento das equipes do SAMU em tempo real no local da ocorrência", acrescenta o médico. A segunda etapa do projeto prevê uma câmera dentro da ambulância para orientar as equipes de suporte básico no atendimento da urgência
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(Fonte: TI Inside, 19 de abril de 2011)
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Agfa HealthCare lança negócio de serviços gerenciados

A Agfa HealthCare lança na próxima semana o novo modelo de negócios de Serviços Gerenciados, onde ofertará seu extenso portfólio de produtos, através de pagamento por uso. Toda a solução RIS & PACS, através de uma nova arquitetura de produto, será disponibilizada em um datacenter a todos os clientes através de um modelo ASP (Application Service Provider).
A solução é composta por datacenter, links de comunicação, servidores, dispositivos de armazenamento, estações de diagnóstico, acessórios em geral, RIS, PACS, serviço de implementação e suporte, com modelagens especificas para as necessidades de cada cliente.
“O propósito é oferecer uma solução completa (turn key), para que o cliente não tenha que se preocupar com temas técnicos, permitindo a ele, modernizar seus processos, sem imobilizar o capital. O projeto é personalizado e a remuneração depende do número de exames realizados”, explica Robson Miguel, gerente de vendas IT da Agfa HealthCare
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(Fonte: TI Inside, 18 de abril de 2011)
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Simpress oferece solução para exames diagnósticos em saúde

Após um mapeamento completo das necessidades do mercado de saúde, a Simpress acaba de lançar uma solução completa para exames diagnósticos, substituindo as impressões tradicionais por imagens a laser em alta resolução, de até 2.400 dpis. O objetivo é agilizar as operações dentro de laboratórios, clínicas, hospitais e demais instituições da área para emissão de raio x, ultrassom, ressonância magnética, tomografia, medicina nuclear, entre outras aplicações.
A solução é totalmente customizada e integrada ao sistema digital da instituição, permitindo mais agilidade no processo de envio e impressão de informações. Os equipamentos de alta tecnologia permitem uma visualização detalhada dos exames, com alta qualidade, permitindo substituir materiais de alto custo, como filmes e chapas, por impressões em papel. Esta evolução da operação de impressão diminui custos e ainda melhora o processo, que pode ser feito por qualquer profissional com acesso aos equipamentos, além de diminuir o impacto ambiental causado pelos materiais de exames tradicionais.

Paulo Theophilo, diretor de Marketing da Simpress, explica que o objetivo é facilitar a vida dos pacientes que precisam destes serviços. “Além de cortar custos na instituição de saúde, a modernização do sistema de impressão de exames otimiza o tempo da operação interna, diminuindo o prazo de espera. Temos percebido uma demanda cada vez maior por soluções voltadas às especificidades da rotina do setor de saúde. Por isso, criamos uma oferta capaz de melhorar a continuidade do negócio, otimizar as impressões, mantendo a qualidade dos exames e o controle das operações de forma terceirizada”, destaca.

Fundamentada na expertise da empresa, que conta com mais de 20 clientes na área da saúde, a Simpress lançou em 2010 uma solução completa voltada especialmente ao setor, para atender suas particularidades tanto na área administrativa, como nos pontos de atendimento (recepção), almoxarifado, farmácias hospitalares, pronto-socorro, laboratórios, centros clínicos e nos escritórios comerciais.

Com ferramentas de controle de impressões e gerenciamento total da operação, é possível prever despesas e ainda realizar projeções transparentes e auditáveis. O pacote oferece soluções específicas de impressão desde guias, exames, receitas, prontuários, documentações de planos de saúde, até impressões térmicas, como etiquetas com códigos de barras, pulseiras de identificação, entre outros, de acordo com as necessidades desta área.

“O lançamento da solução de exames diagnósticos faz parte da estratégia da Simpress para atender o mercado de saúde de forma completa e personalizada, lançando constantemente serviços que atendam cada vez mais as altas exigências e expectativas do segmento, já que médicos e demais profissionais da área necessitam do máximo de qualidade e precisão em seu cotidiano”, finaliza Paulo Theophilo.

(Fonte: TI Inside, 18 de abril de 2011)
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AstraZeneca otimiza manutenção e suporte de mais de 600 smartphones

Com uma equipe comercial composta por aproximadamente 670 representantes em todo o país, a qual depende sobremaneira de smartphones para envio e recebimento de informações da matriz, instalada na grande São Paulo, a AstraZeneca, indústria farmacêutica anglo-sueca presente no Brasil há 12 anos, decidiu automatizar o suporte e a manutenção dos equipamentos móveis, para eliminar o gargalo da falta de ferramenta de trabalho ou de informações personalizadas do equipamento, quando o profissional o enviasse conserto.

Considerados dispositivos críticos ao negócio da companhia, os equipamentos não podem parar por problemas técnicos, pois são indispensáveis para que a equipe de vendas possa lançar os relatórios de visitas médicas e outras demandas relativas ao business.Para evitar esse tipo de problema a empresa contratou os serviços da MGI Soluções Técnicas e Serviços, que passou a administrar toda a logística de manutenção e suporte dos equipamentos.

A empresa investiu em um sistema chamado HP Service Manager (SM7), software desenvolvido segundo os padrões internacionais da biblioteca ITIL para registro, gestão e solução de ocorrências em estruturs de TI. Com o SM7 é possível registrar todas as informações dos smartphones, tais como característica do hardware e do software, nota fiscal, data da compra, garantia entre outros dados. O sistema registra também todas as ocorrências de erros ou falhas, o suporte prestado, a solução aplicada, as informações de envio e recebimento do equipamento, incluindo a finalização do serviço com o usuário.

Luiz Henrique Silva de Jesus, consultor da área de infraestrutura da AstraZeneca do Brasil, informa que havia um gap na área de suporte, com os equipamentos ficando inoperantes, muitas vezes, por até 40 dias e, quando o usuário recebia um equipamento de reposição, frequentemente não era o seu original. "Hoje, com o novo modelo de suporte, a fornecedora providencia um equipamento de backup imediatamente até que o smartphone do representante possa retornar à operação", diz.

Silva explica que, antes da solução, caso um equipamento quebrasse três vezes no mês, o representante comercial recebia três equipamentos diferentes, possivelmente não o dele, e sem que fosse respeitada a similaridade de tempo de uso do smartphone original. O gap contribuía com a queda de produtividade, ao gerar atrasos nas vendas, pois o usuário tinha que reorganizar suas informações a cada recebimento de um novo aparelho. "Agora o smartphone do usuário retorna consertado e revisado, existindo um vínculo do usuário com o equipamento original", observa Silva. Dependendo da região do país aonde o representante está, a MGI disponibiliza para ele, em até cinco dias, um aparelho provisório, evitando que saia a campo sem sua ferramenta de trabalho.

O consultor informa também que não foi necessário a troca dos aparelhos ou nenhum tipo de modificação para que a solução fosse implementada e diz que a interface é simples e pode trabalhar com qualquer tipo de smartphone.

A operacionalização do suporte é feita por um técnico da MGI alocado na AstraZeneca, que faz a ponte com a área técnica da MGI. Assim, quando o usuário detecta um problema, ele liga para o suporte e, então, abre-se um chamado. Em seguida é verificado se o problema é de hardware ou software. E, se o problema for de hardware, a MGI providencia imediatamente o reparo. Se a avaria for no aplicativo, o problema será resolvido pela software house.

Com o SM7, tudo é documentado, desde o início do projeto de mobilidade do cliente até as ocorrências de serviços, permitindo a visualização constante do status de cada equipamento do parque. "Este recurso permite que o cliente tenha informações para projetar custos e investimentos no parque, e também passa a ter uma visão mais integral dos recursos de mobilidade da empresa", observa Adriana Nascimento, gerente de negócios e serviços da MGI.

Aprimoramento

"A logística reversa precisa ser perfeita, pois o equipamento provisório tem de funcionar como o oficial, com o aplicativo rodando normalmente, para a tranquilidade do usuário", ressalta a gerente da fornecedora. Uma única operação logística, segundo ela, envolve pelo menos quatro procedimentos: o aparelho provisório vai para o usuário; o avariado vai para o suporte; retorna consertado para o usuário; e o aparelho de backup volta para a MGI.

Presente no Brasil há 12 anos, a AstraZeneca é fruto da fusão da da sueca Astra com o inglesa Zeneca, em 1999. A afiliada brasileira exporta medicamentos para toda a América Latina e produz medicamentos gastrointestinais, cardiovasculares, neurológicos, oncológicos e de doenças infecciosas.

A equipe comercial realiza reuniões trimestrais, que duram normalmente uma semana e reúnem todos os profissionais de vendas da empresa. Durante esse período, um técnico atende aos usuários, realizando pequenos reparos, colocação de acessórios, troca de películas, entre outros serviços.

Silva explica, sem citar valores, que "o investimento foi muito bem aplicado" e diz que os custos com manutenção e a necessidade de compra de novos equipamentos, devido a perda total, diminuíram significativamente. "Gastávamos muito com manutenção, tínhamos enorme perda de aparelhos e não havia um controle adequado sobre o parque de dispositivos", comenta. "Hoje é possível checarmos, em tempo real, o índice de quebra, os usuários de cada smartphone e a região que apresenta maior incidência de sinistros", lembra o executivo, ao dizer que nos três primeiros meses de 2011, um único laudo técnico de onde detectou mau uso do aparelho. "Agora temos controle total sobre nossos smartphones", comemora
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(Fonte: TI Inside, 14 de abril de 2011)
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Saúde e Prefeitura de São Paulo fecham acordo sobre tecnologia de atendimento no SUS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, assinaram na ultima sexta sexta-feira, 8, um termo de cooperação que permite a utilização pelo Sistema Único de Saúde (SUS) da tecnologia do modelo informatizado do SIGA São Paulo. A assinatura ocorreu na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), onde o ministro apresentou a proposta dos indicadores da saúde e a consulta pública anunciada para avaliação de desempenho e qualificação da saúde pública no Brasil.

O Ministério da Saúde já havia financiado o sistema de informações básicas do SIGA São Paulo e agora tem a possibilidade de utilizar o software aberto para a organização do sistema, desde a atenção básica ao atendimento hospitalar. Com essa tecnologia, na capital paulista, por exemplo, as autorizações dos procedimentos de alta complexidade já não são feitas mais em papel. Ocorrem com o cartão de saúde paulistano, que dispõe de dados dos pacientes e dos procedimentos.

“O Ministério da Saúde financiou um sistema de informações básicas, o SIGA São Paulo, e agora tem a oportunidade de melhorar a atenção básica do país inteiro. Esse repasse de tecnologia é imediato. Os municípios que possam adaptá-lo, já poderão fazer uso”, ressaltou o ministro Padilha. Na perspectiva dele, a regulação de leitos hospitalares, por exemplo, pode ser pelo software totalmente adequado a um sistema único. Isso corrige eventuais falhas no atendimento hospitalar.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e o ex-ministro da Saúde Adib Jatene participaram da reunião, em que Padilha demonstrou os avanços possíveis em saúde pública com auxílio de entidades privadas. Apontou como exemplo as parcerias do Ministério com hospitais filantrópicos de excelência para melhoria de gestão e transferência de tecnologia.

(Fonte: TI Inside, 11 de abril de 2011)
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JME lança sistema de avaliação de contas hospitalares

O Sistema de Avaliação de Contas Hospitalares, embasado em redes neurais, é o novo produto da JME Informática, esta oferecendo no mercado, desenvolvido conforme o edital da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do Ministério de Ciência e Tecnologia, em ações cooperadas de empresas e centros de pesquisa. O sistema recebeu em todas as etapas a colaboração da Financiadora, desde dimensões do ciclo de desenvolvimento científico e tecnológico, ou seja, a pesquisa básica, pesquisa aplicada, melhoria e desenvolvimento de produto, serviços e processos.

De acordo com Jorge Branco, diretor executivo da JME, a conclusão do projeto deverá ser o diferencial da empresa ante a concorrência. “O projeto de redes neurais na avaliação do faturamento de contas hospitalares, tem por objetivo principal a redução significativa do número de glosas por parte dos convênios”, destaca. O empreendimento, com média de crescimento anual de 28% nos últimos três anos, tem projeção para 2011 de 45% de ampliação em seu desenvolvimento. “Esperamos que o produto, que neste momento inicia o seu processo de comercialização, represente 10% do nosso faturamento nos próximos três anos", revela o executivo.

(Fonte: TI Inside, 11 de abril de 2011)
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SMS incentiva doação de sangue

Criado há mais de 30 anos, o Serviço de Hematologia e Hemoterapia de São José dos Campos (SHH), São Paulo, é responsável pelo fornecimento de sangue de qualidade para 33 hospitais e clínicas das cidades de São José dos Campos, Jacareí, Pindamonhangaba e parte de Taubaté. Fruto do trabalho dos médicos Djanete Barbosa de Melo e Cláudio Pessoa de Melo, o SHH é um centro de excelência no atendimento a pacientes com doenças hematológicas e especialista em exames diagnósticos do sangue.

Para facilitar a comunicação com os voluntários já recrutados e garantir seu banco de sangue sempre abastecido, o SHH passou a utilizar o SMS como ferramenta para convocar os doadores. Tudo começou em 2008, quando foi firmada a parceria com a Human Mobile - empresa especialista em soluções SMS corporativas. De lá para cá, os resultados são cada vez mais positivos.

Segundo Paulo Pontes, supervisor do setor de Captação de Doadores, o envio de SMS é feito para quatro finalidades principais: o aviso sobre o déficit de estoque de grupos sanguíneos específicos; mensagens para convocar doadores ausentes; mensagens com agradecimento pela doação e cumprimentos nas datas de aniversário dos doadores; e recentemente, a confirmação de consultas médicas no Consultório de Hematologia também passou a ser realizada via SMS.
Um levantamento feito pelo SHH revelou que 88% dos doadores cadastrados têm telefone celular. Essa estatística comprova a poderosa abrangência que o envio de SMS alcança e explica a assertividade da ferramenta. O índice de retorno dos doadores que recebem as mensagens chega a 15%. Anteriormente, quando a comunicação era feita via telefone ou correio, o índice ficava em apenas 3%. A eficiência do SMS, através da pró-atividade do SHH está ajudando a garantir que não falte sangue em hospitais e clínicas da região de São José dos Campos. O investimento representa poucos centavos por mensagem
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(Fonte: TI Inside, 8 de abril de 2011)
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Braskem adota SOA e melhora atendimento médico a colaboradores

A petroquímica Braskem adotou o módulo SAP EH&S (Environment, Health and Safety), do pacote de gestão empresarial da fabricante, para aprimorar o controle da área de saúde e segurança dos seus 7 mil colaboradores. O aplicativo havia sido adquirido junto com a solução ERP, em 2006, mas só foi ativado após uma reestruturação feita com base na arquitetura orientada a serviços, da sigla em inglês SOA (Service Oriented Architecture).

Grosso modo, a arquitetura permite melhorar a organização dos módulos do pacote ERP, ao mesmo tempo em que facilita e simplifica o desenvolvimento de novos aplicativos (serviços) dentro da plataforma. No caso do módulo EH&S, utilizado para centralizar as informações médicas dos funcionários da Braskem, como participação em campanhas de vacinação e resultados de exames de rotina, a SOA ajudou não só a organizar a informação, que demanda acesso rápido e coordenado, como permitiu a construção de aplicações RIA (Rich Internet Application), com recursos gráficos de mais fácil utilização.

"Como esse público de usuários não tem muita familiaridade com sistemas de TI, o projeto envolveu a criação de uma interface mais amigável para o módulo de saúde e segurança", explica Marcelo Santa Rita, diretor da SAP Netweaver.

As informações são guardadas em um servidor para que possam ser acessadas pelos aproximadamente 50 médicos e enfermeiros da Braskem. Entre os dados armazenados estão os prontuários médicos, consultas realizadas e atestados médicos.

O coordenador de sistemas da Braskem, Mauri Castelar, informa que foi necessário apenas um treinamento conceitual para as novas funções, porque os usuários já estavam acostumados com os módulos SAP ERP. Ele diz também que o tempo de implementação do módulo de gestão da saúde da SAP pode variar entre três e cinco meses, e adiciona que a principal vantagem do módulo após a aplicação da plataforma SOA é a facilidade no uso proporcionada pela interface intuitiva. "Na plataforma antiga, as aplicações eram um pouco complexas. Às vezes eram usadas várias telas para fazer uma mesma operação. Agora se consegue condensar essas informações em uma mesma tela, ou seja, melhoramos a usabilidade do sistema", analisa.

Para Castelar, não havia uma perda de produtividade, mas o SOA organiza os módulos diminuindo a complexidade, algo que só foi percebido após a implantação. "Quando utilizamos um dos módulos, reparamos: 'Olha desse jeito é mais fácil'", lembra.

O executivo da Braskem ressalta que depois da implementação do SOA, o tempo necessário para preenchimento das fichas e históricos médicos dos funcionários foram reduzidos, porque o módulo se tornou mais amigável.

A petroquímica Braskem foi formada em agosto de 2002, quando os grupos Odebrecht e Mariani integraram seus ativos petroquímicos à Copene Petroquímica do Nordeste. Atualmente, a Braskem produz mais de 15 milhões de toneladas/ano de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos
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(Fonte: TI Inside, 7 de abril de 2011)
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Poder de compra do SUS deve estimular inovação, diz ministro

É preciso usar o poder de compra do Sistema Único de Saúde (SUS) para estimular a pesquisa no Brasil. A avaliação foi feita nesta quinta-feira, 7, pelo ministro-interino de Ciência e Tecnologia, Luiz Elias, durante o III Fórum Nacional sobre Inovação Tecnológica na Área de Saúde no Brasil. O encontro, promovido pelo Programa Ação Responsável, em parceria com o Senado Federal – e patrocinado pela MSD Farma, Cristália, Sanofi Aventis e Medley – reuniu mais de 250 pessoas. “O Brasil precisa modificar seu modelo de desenvolvimento, deixar de depender das commodities e investir mais em pesquisa e inovação, com o SUS incentivando a iniciativa privada a inovar”, propôs Elias.

Substituindo o ministro do MCT, Aloizio Mercandante que está em viagem ao exterior, Elias afirmou que “entre 2006 e 2010 foi investido meio bilhão de reais na criação de 122 institutos de tecnologia avançada, dos quais 39 são da área de saúde”.

O secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Francelino Grando, exigiu mudanças no marco legal para aumentar a competitividade do país. “Para não ficarmos para trás em relação a nossos concorrentes diretos, o Brasil precisa dar ênfase à pesquisa em Biotecnologia. Para isso, precisamos vencer certos entraves, entre eles, a nossa legislação ultrapassada”, destacou.

João Sanches, diretor de assuntos corporativos da MSD Farmacêutica, que atuou como moderador do fórum, disse que a “saúde é um bem essencial do cidadão, assim como educação”. “São os dois direcionadores básicos do progresso de uma nação, com impacto econômico e industrial importante”, observou.

O deputado federal Paulo Piau (PMDB/MG) ressaltou que o país precisa rever a forma de aplicação e o volume de recursos públicos destinados a pesquisas e, sobretudo, cobrou mais apoio da iniciativa privada para a questão da inovação tecnológica. O presidente da Frente Parlamentar de Inovação citou como exemplo de nação bem-sucedida em relação à inovação tecnológica a Coréia do Sul, que investe 7% do PIB em pesquisa e desenvolvimento, contra 1,9% no Brasil.

Segundo o parlamentar, algumas empresas, como a Samsung, têm em seu quadro de funcionários 15 mil pesquisadores, enquanto a Embrapa, que é referência no país, tem menos de 3 mil.

Glauco Arbix, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), chamou atenção para a importância de por em prática projetos de desenvolvimento científico. “Recebemos milhares de projetos-piloto, mas eles não têm prosseguimento”. O professor ressalta que “o governo precisa atuar de forma mais efetiva, decidindo quais projetos serão apoiados e tirando as propostas do papel”.

Carlos Augusto Gadelha, secretário de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, classificou a parceria público-privada como de “extrema importância para o sucesso da produção de medicamentos de qualidade e para que a população tenha acesso facilitado a esses produtos”. “Não há no mundo, Estado que não financie pelo menos 20% das pesquisas. Na Inglaterra são 70%”, disse.

Ogari Pacheco, presidente do laboratório Cristália e conselheiro da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (ABIFINA), advertiu sobre o risco de que os esforços para inovação sejam temporários. “De tempos em tempos, surgem ondas, como a de qualidade total, que depois, infelizmente, passam”. “Estamos na onda da Inovação, tão comentada”, finalizou.

O diretor Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), professor Carlos Henrique Cruz, destacou a importância do debate. “Esse tipo de discussão é fundamental para o desenvolvimento do país”, enfatizou.
Participaram ainda das discussões pela Frente Parlamentar de Saúde, o deputado federal dr. Ubiali (PSB/SP), Jorge Ávila, Presidente do INPI, Norberto Rech, assessor do presidente da Anvisa e João Paulo Pieroni, representando o BNDES
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(Fonte: TI Inside,7 de abril de 2011)
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Empresas de saúde não protegem de dados de pacientes

As empresas do setor de saúde não estão protegendo adequadamente os dados do paciente contra perda ou roubo. Pesquisa mundial encomendada ao Ponemon Institute pela Informatica Corporation revela que 51% das companhias não têm esse tipo de preocupação. O levantamento aponta que o custo médio por vítima com a perda de dados é US$ 294, cifra 44% superior ao valor médio de todos os outros setores.

O estudo mostra ainda que 78% dos executivos de TI entrevistados não têm certeza ou não sabem se suas organizações seriam capazes de detectar o roubo ou perda acidental de dados usados para o desenvolvimento e teste. Apesar de 64% deles terem dito que atendem aos requisitos de privacidade e proteção de dados, apenas 35% acreditam que estejam conseguindo alcançar esta meta.

Em relação à segurança, 38% dos executivos de TI disseram que já tiveram falhas que envolveram dados em ambientes de desenvolvimento e teste, e 12% não conseguem afirmar com certeza se tiveram problemas ou não na segurança. Além disso, somente 35% dos entrevistados acreditam que a sua organização obteve sucesso ao proteger a privacidade dos pacientes nos ambientes de teste e desenvolvimento.

A pesquisa mostra, ainda, que 59% das empresas sofreram a interrupção das operações, 56% foram acionadas por órgãos reguladores e 36% tiveram sua reputação afetada. Por fim, 40% das empresas analisadas não recorrem ao outsourcing desse tipo de serviço por preocupação com a segurança, e apenas 19% se dizem confiantes ou muito confiantes em relação à segurança em um ambiente de computação em nuvem
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(Fonte: TI Inside, 4 de abril de 2011)
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Empresa farmacêutica integra dados operacionais a sistema contábil

A GMK Diagnósticos é uma empresa que visa o comércio, indústria, importação, aferição, distribuição e representação de reagentes e equipamentos para uso em laboratórios de análises clínicas e diagnósticos médicos. Desde 1989, data em que foi criada, seus produtos evoluem para chegar ao objetivo de promover a saúde e a qualidade de vida da população, a partir de diagnósticos médicos precoces e precisos.

O médico Carlos Alberto von Mühlen, diretor da empresa, conta que no fim de 2007, a GMK buscou no mercado um sistema de gestão que desse maior agilidade e controle aos processos da empresa, sendo um dos requisitos principais a integração dos dados operacionais com o escritório contábil responsável pelo atendimento da GMK.

"Procuramos um software que, além de nos dar tudo aquilo que precisávamos, também fosse integrado com os dados do nosso contador, pois a empresa tem por norma o fechamento das informações nos primeiros dias úteis de cada mês", informa Roberta Reis, assistente contábil da GMK.

Foi então que a empresa adquiriu o ERP Radar Empresarial. "Os resultados começaram a aparecer num curto período", afirma Roberta. A maioria dos cadastros necessários para a implantação do novo sistema foi integrada a partir do escritório contábil, uma vez que as duas empresas utilizavam as soluções da WK Sistemas.

A GMK e seu escritório contábil utilizam a integração off-line da WK Sistemas, ou seja, todos os cadastros e movimentações feitas na empresa são gerados automaticamente para o escritório contábil, tornando as informações confiáveis e seguras e evitando todo o retrabalho de digitação de dados. Outro recurso utilizado pelas duas empresas é o acesso remoto que facilita o acesso ao sistema, em qualquer lugar, via internet. "Este recurso é muito útil à diretoria da empresa, visto que seus diretores viajam com frequência ao exterior a negócios", confirma a assistente contábil.

Susto com a NF-e

Em dezembro de 2008, a GMK, devido ao seu ramo de atividade, passou a ser usuária da NF-e e tomo um susto. Roberta conta que a empresa ficou sabendo que seriam obrigados a utilizar a NF-e em cima da hora. "Fomos pegos de surpresa e achamos que teríamos problemas com a implantação. No entanto, os técnicos da Cruzeiro Informática, responsável pela implantação e treinamento para utilização da solução, conseguiram implementar NF-e em tempo recorde. Hoje emitimos todas as NF-e de saídas e de entradas de importação pelo ERP Radar Empresarial", declara.

Mesmo as mudanças ocorridas em 2008, com a obrigação de emitir a NF-e, a utilização da solução não exigiu qualquer mudança de hardware. Atualmente, a GMK se diz satisfeita com o sistema Radar, pois conseguiu atender suas expectativas referentes a agilidade nas informações e integração com o contador, sem investimentos abusivos
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(Fonte: TI Inside, 31de março de 2011)
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Unimed - Rio cria colaboração baseada na web 2.0

Por ser uma cooperativa, desde sua fundação a Unimed - Rio se preocupa com a integração de seus associados e principalmente com a comunicação e as informações que são passadas aos seus colaboradores. Por isso, desde 2005, a empresa mantém uma intranet que foi desenvolvida pela Lumis, desenvolvedora da plataforma de portal, gestão de conteúdo e colaboração. No início, o que havia era uma intranet estática, mas depois de alguns anos ela já não se mostrava mais interessante para a empresa, principalmente com o movimento do mercado por um ambiente mais interativo e participativo entre os colaboradores.

Quando a Unimed - Rio pensou em uma reformulação da intranet, a escolha natural foi pela Lumis, não apenas pelo relacionamento de confiança no trabalho que já tinham, mas pelo fato da solução ser amigável, simples de ser customizada e já conhecida de todos os funcionários e equipe de TI. “A ferramenta Lumis trouxe aos nossos colaboradores uma rápida e fácil integração e colaboração entre os departamentos da empresa. A facilidade na migração dos dados também foi um fator preponderante para a continuidade da utilização da plataforma”, afirma Rafael Oliveira, coordenador de Comunicação da Unimed - Rio.

A intranet da Unimed-Rio passou a trazer mais valor para comunicação interna da organização, que conta agora com um ambiente colaborativo, seguindo os conceitos de web 2.0, com funcionalidades como nuvem de tags, microblog interno, blogs, enquetes, menu pessoal e comentários. Na intranet, é possível atualizar dados, realizar anúncios classificados, gerar discussões, discutir novos temas e buscar recursos para o crescimento profissional. A nova intranet da Unimed-Rio está no ar e conta com acesso de 1.800 funcionários, que se beneficiam da ferramenta.

A empresa comemora os resultados obtidos para o negócio, como facilidade de acesso às informações distribuídas nos sistemas e bases de dados; otimização dos processos de trabalho; melhor comunicação; integração de sistemas; interação e proximidade dos colaboradores por meio do microblog interno e blogs que foi fundamental para aliar a comunicação da empresa e criar um ambiente colaborativo promovendo a troca de experiência e conhecimento.

O projeto da nova intranet aconteceu há cerca de um ano e hoje os 1.800 funcionários, todos alocados no município do Rio de Janeiro, podem contar com ferramentas de colaboração como blogs, serviços de classificados onde o próprio funcionário atualiza seus dados e ofertas, e fóruns de discussão, que também funcionam como treinamento interno e são utilizados para sanar dúvidas internas, como em casos de avaliação de desempenho, por exemplo.

Uma das ferramentas mais usada desta nova fase é o microblog interno, onde os funcionários podem se comunicar, comentar e atualizar a todos com informações diversas. O microblog funciona da mesma forma que o Twitter, com espaço para comentários de até 140 caracteres.
Cada uma das 44 áreas da empresa (financeiro, vendas, marketing, TI, médicas, jurídico, comunicação etc.) tem um canal exclusivo um site onde é possível postar twittes e informações, cadastrar projetos e colaborar com informações gerais. “O mais interessante é que, agora, todos podem se comunicar sem a necessidade de acionar o departamento de sistemas ou de comunicação como acontecia antes”, afirma o coordenador.

Ele lembra que houve treinamento para representantes de todas as áreas que se tornaram responsáveis por atualizações e pela replicação interna das funcionalidades da nova ferramenta. “Mas como a ferramenta Lumis é muito intuitiva e extremamente fácil ser usada, nem a nossa equipe nem a de TI vem tendo muito trabalho”, comenta.

A Unimed-Rio é uma cooperativa de médicos com mais de 820 mil clientes, mais de 5.300 médicos cooperados, sócios da empresa, em quase 50 especialidades, distribuídos por todas as regiões do município. Nacionalmente, o Sistema Unimed atende a 30% de todos os possuidores de planos.

(Fonte: TI Inside, 28 de março de 2011)
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ECO Sistemas usa BI contra a dengue no Rio

Tecnologia para saber, a cada hora, a situação dos casos de dengue no estado do Rio. Esta é apenas uma das vantagens do painel de acompanhamento da doença, desenvolvido pela equipe de Business Inteligence (BI) da ECO Sistemas, numa iniciativa do governo do Rio que comprou a ferramenta de inteligência para aprimorar sua gestão. Os resultados do monitoramento podem ser acessados dos computadores ou iPads dos gestores de saúde.

O projeto, que é desenvolvido desde setembro do ano passado, está orçado em R$ 1,9 milhão até o final de 2011, envolvendo 11 profissionais entre analistas, gerentes e administradores de banco de dados, em milhares de horas de trabalho. Utiliza a tecnologia BI da Microstrategy 9, que permite mais agilidade no cruzamento de dados diversificados dentro da base corporativa. Com isso, é possível analisar com clareza informações como o número de casos notificados, a taxa de incidência, óbitos confirmados, além da circulação vetorial e do tipo viral em cada município do Rio de Janeiro.

Os resultados são imediatos, pois trazem informação em tempo real, como o giro de leitos e a otimização do atendimento. É traçado um painel de informações de procedimentos e recursos disponíveis, além de uma base de dados de análise da situação atual e para pesquisa, em interface com a vigilância epidemiológica da secretaria.

Montado no Gabinete de Gestão de Dengue da Secretaria Estadual de Saúde, a ferramenta reúne dois painéis paralelos com dados da rede estadual e também das demais notificações de casos da doença, na rede geral de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), como hospitais federais e municipais, além dos atendimentos em instituições privadas. Das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da rede estadual, por exemplo, as informações chegam a cada hora. Os demais atendimentos chegam via Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) e são atualizados uma vez por semana. Todas as informações são sistematizadas às quartas-feiras.

O secretário de Saúde do Rio, Sergio Cortês, acredita que a tecnologia BI é um novo conceito de gestão, que extrai os dados das diversas unidades e traz para um único painel de apresentação. A junção de todas as informações em apenas um local permite a rápida tomada de decisões. No caso da dengue, uma doença em situação de epidemia, a ferramenta permite análises diárias.

Para Fernando Ferreira, da ECO Sistemas, o sistema é ideal porque permite uma atualização precisa do que realmente acontece. “Não temos mais o uso de relatórios. No caso das UPAs, controlamos todos os procedimentos online, concentramos os dados de mais de 40 unidades com o perfil da cada paciente. Temos análises cruzadas com sexo e faixa etária, município de origem, tipo de saída do atendimento, dentre outras. Há centralização das informações numa única fonte de consulta”, relata. É a união do BI com o geoprocessamento, gerando estatísticas e avaliação de demandas.

Com o sistema pode-se saber em tempo reduzido dos riscos de epidemia da doença nas cidades fluminenses. O estado do Rio de Janeiro contabiliza mais de 26 mil casos de dengue. Todos registrados com a ajuda do painel de acompanhamento.

(Fonte: TI Inside, 25 de março de 2011)
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PM do Distrito Federal digitaliza 9 milhões de páginas em prontuários médicos

Uma dificuldade pela qual as unidades de saúde da Polícia Militar do Distrito Federal vinham passando era a falta de espaço físico para armazenar os prontuários médicos. O sistema de saúde da corporação conta com 70 mil beneficiados – mais de 4,8 mil pessoas atendidas mensalmente - e realiza cerca de 18 mil procedimentos a cada 30 dias. Parte do problema de espaço foi resolvida com a adoção de um sistema de prontuário eletrônico, ainda está em fase de testes, mas ainda era preciso solucionar a questão dos prontuários já cadastrados e impressos.
Foi então que a Diretoria de Saúde da Polícia Militar do DF abriu um processo de licitação para adquirir uma solução que pudesse resolver esse problema. Na licitação, realizada através de pregão eletrônico, a ATP venceu outras quatro empresas apresentando sua solução Imagon DOC Saúde, uma tecnologia que permite digitalizar e armazenar documentos.

A solução, além de digitalizar os arquivos, faz a certificação digital e a microfilmagem eletrônica, o que possibilita o atendimento da demanda tanto de hospitais com grande acervo e quanto daqueles que já possuem alguma solução de prontuário eletrônico do paciente (o PEP).
No caso das unidades do DF, existiam 120 mil prontuários da policlínica e 36 mil do centro odontológico para serem digitalizados. Segundo o chefe da Seção de Gestão de Contratos da Diretoria de Saúde da Polícia Militar do DF, tenente coronel Alexandre Saud, que coordenou o projeto, a digitalização de 100% do acervo ocorreu em um ano. “Por volta de 9 milhões de páginas de documentos ocupavam mais de 100 metros quadrados em cada clínica”, informa o tenente.

Para garantir a exatidão dos documentos digitalizados, a solução conta com a tecnologia de certificação digital, na qual os profissionais assinam, digitalmente, várias etapas do processo.
Entre os benefícios do Imagon DOC Saúde o tenente destaca o total sigilo nas informações dos prontuários médicos, a otimização de espaço com a transformação dos documentos físicos em digitais, a validade legal integrada do processo (Certificação Digital e Microfilmagem Eletrônica), a agilidade na migração dos documentos, e o fato do software trabalhar via web, o que negou a necessidade de uma troca nas plataformas de hardware e software nos equipamentos das unidades.


Investimento
O investimento no projeto chegou a R$ 1,7 milhão, contando com treinamento e suporte, oferecido pela ATP, e o processo de digitalização de todos os documentos em papel, transformados em arquivos PDF.

O suporte da empresa ainda é necessário, porque a solução continuará sendo utilizada para a digitalização dos documentos de atendimento externos, sendo então incorporados ao arquivo digital de cada paciente.

Visão para o futuro
As unidades estão terminando a implantação de um sistema de gestão informatizada e uma solução de prontuário eletrônico, ainda em fase de teste, com o objetivo de eliminar por completo o uso de papel no processo de atendimento aos pacientes. “A adesão ao sistema facilita, inclusive, a troca de informações entre os nossos centros de saúde”, conclui o tenente coronel Alexandre Saud.

(Fonte: TI Inside, 25 de março de 2011)
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Hospital Santa Paula investe no iPad como ferramenta estratégica

Para se adaptar rapidamente às tecnologias de ponta, a partir deste mês o Hospital Santa Paula possibilitará que seus clientes médicos possam consultar não só as cirurgias agendadas, como saber em tempo real quais cirurgias estão sendo realizadas em todas as oito salas do complexo cirúrgico, com detalhamento administrativo do seu andamento através do iPad, o tablet da Apple.

Depois do aplicativo para iPad será a vez do iPhone, que oferecerá recursos semelhantes para os médicos a partir de abril. De acordo com Roberto Schahin, diretor administrativo do Santa Paula, localizado na Zona Sul de São Paulo, novas aplicações já estão sendo desenvolvidas no sentido de aprimorar ainda mais a gestão e integrar o corpo clínico. “Entre as novidades, em breve também poderemos acessar via iPad/iPhone a situação dos leitos do hospital, ter acesso às informações referentes aos pacientes internados, como consultar dados relativos à performance do hospital, como faturamento, por exemplo. Tudo em tempo real”.

Ainda este ano, a nova tecnologia será estendida para a área clínica e assistencial. “Tudo o que hoje é descrito no prontuário eletrônico localizado nos balcões de enfermagem, logo mais poderá ser feito ao lado do paciente, em seu leito. Assim conseguiremos aumentar a transparência de nossas ações e nos aproximar mais das pessoas que precisam de toda a nossa atenção”, diz o executivo. Com investimentos de cerca de R$ 200 mil, 120 tablets serão distribuídos entre profissionais-chave da instituição nos próximos meses.

(Fonte: TI Inside, 21 de março de 2011)
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Ferramenta SAIS ajuda no controle de epidemias

O número de pessoas infectadas pela dengue cresceu cerca de 400% no Sul e no Sudeste em 2010, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A maior dificuldade nessas situações é prever uma epidemia como a dengue com antecedência suficiente para o governo poder agir. O método atual utilizado pela maioria dos Estados é o seguinte: assim que o médico diagnostica o paciente, é preenchido um formulário e enviado à Secretaria da Saúde que arquiva o documento. Quando é detectada a epidemia, a população é alertada. O problema é que frequentemente o formulário pode ser perdido ou rasurado. Outros Estados têm adquirido ferramentas que possam permitir um controle real de epidemias, como por exemplo, o SAIS-Sistema Avançado de Informações de Saúde.

Englobando um estudo completo da qualidade do acesso à saúde da população na cidade, o SAIS permite analisar a incidência de doenças em cada região, a formação dos médicos, a distribuição de instituições, clínicas e hospitais pela cidade, entre outras funções. A Alert Brasil, produtora de sistema de informatização de gestão clínica hospitalar, participa de vários projetos de gestão de saúde com o software Alert SAIS. O software é responsável pela coleta e organização dos dados clínicos das instituições de cada cidade, como por exemplo, acompanhamento dos planos de saúde, histórico dos pacientes, e muitas outras funções. Além de possibilidades quase nulas de erros de diagnóstico de epidemias, a ferramenta permite que a detecção seja feita precocemente, facilitando as ações para controlá-las.

No Brasil, as cidades de Linhares (ES), Patrocínio (MG), Campo Grande (MS), Santa Luzia (MG), Sete Lagoas (MG) e parte do Rio de Janeiro, São Paulo tem todas as informações assistenciais das instituições encaminhadas para as respectivas Secretarias Municipais de Saúde, auxiliando no planejamento e investimento na área da saúde. “O objetivo da parceria para formação do Alert SAIS é criar uma ferramenta que possibilite detectar com antecedência a epidemia para o governo poder agir com tempo hábil, contribuindo para reduzir o número de pessoas infectadas e possíveis complicações”, afirma Ricardo Cabral, diretor de Análise Funcional da Alert.

(Fonte: TI Inside, 21 de março de 2011)
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Hospital Edmundo Vasconcelos inicia atendimento com prontuário e prescrição eletrônicos

O Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos acaba de implantar o sistema de prescrição e prontuário eletrônicos em seu ambulatório. Além do registro eletrônico dos 180 mil prontuários de pacientes ativos em papel, quase de 47, mil já foram digitalizados somando em torno de 2 milhões de documentos disponíveis online. Até novembro todos os prontuários serão digitalizados.

Segundo o diretor Clínico do Complexo Hospitalar, Antoninho Sanfins Arnoni, os principais benefícios dessa nova ferramenta são a agilidade no atendimento, a permissão para busca e indexação de arquivos, além de evitar a duplicidade de trabalho. Com interface amigável e intuitiva, o aplicativo vem sendo bem recebido pelos médicos e colaboradores do hospital, transformando os conceitos no modo de fazer assistência.

“O sistema eletrônico é prático e de fácil aprendizado. A visualização online do prontuário do paciente permite maior agilidade no atendimento e segurança na comunicação entre médicos em virtude do conteúdo ser digitalizado”, afirma a pediatra da instituição Sônia de Lourdes Liston Colina.

A opinião é compartilhada pelo otorrinolaringologista Moacir Pozzobon, profissional com 17 anos de medicina exercidos com papel e caneta. “Com prontuários em papel se perdia tempo procurando as informações por especialidade. Com a prescrição eletrônica vou direto à informação que me interessa, pois todos os dados estão organizados e centralizados no sistema” afirma, completando estar totalmente adaptado à nova realidade.

De acordo com o gerente executivo de TI da instituição, Osmar Antonio dos Santos, no atendimento ambulatorial 12 mil prontuários estão online sendo que atualmente 34% das consultas já são feitas utilizando o prontuário eletrônico e 40% dos atendimentos já estão registrados na prescrição online. “Tudo foi feito de forma a consolidar os dados de maneira organizada e de fácil acesso, atendendo recursos importantes de segurança, facilidade de uso, aprendizado e agilidade na execução das tarefas”, explica.

Desenvolvido pela própria equipe de TI do hospital, o uso do aplicativo está previsto para ser estendido a todos os setores da instituição até agosto. Para consolidar a automação de processos administrativos e assistenciais foram investidos R$ 7 milhões nos últimos três anos e há previsão de aporte de mais R$ 2,8 milhões em 2011.

60 milhões de documentos
O grande desafio na implantação do novo sistema foi transportar o legado de informações registradas no hospital ao longo dos seus 61 anos de existência. A digitalização envolve os prontuários de clientes atuais e todo o acervo da instituição, totalizando cerca de 60 milhões de documentos.

Para incorporar os dados em papel ao sistema de prescrição eletrônica, foi desenvolvido aplicativo de gestão de conteúdo, digitalização e indexação, incluído ao sistema de gestão assistencial. Também foi centralizada a base de dados e foram interligados todos os setores do hospital pelos quais o paciente passa desde o call center até as áreas de exames e atendimento médico.

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 780 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 205 mil consultas ambulatoriais, 140 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,3 milhão de exames. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 –Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).

(Fonte: TI Inside, 21 de março de 2011)
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AeC cria oferta de BPO com foco na área de Saúde

Com o objetivo de atender a crescente necessidade de hospitais de todo o País em promover maior integração entre a atuação da área de tecnologia da informação com a gestão de seus negócios, a AeC criou recentemente uma unidade de negócios focada em projetos de BPO para o setor e com isso oferecer serviços mais eficientes, seguros e otimizados,

Érico Carvalho, diretor geral da unidade, destaca que a iniciativa reúne todo o know how da AeC em consultoria e TI com a expertise proporcionada pelo sistema de gestão Hospitale (que abrange desde as atividades core de um hospital (controle de pacientes, leitos, centro cirúrgico, laboratórios, centro de diagnóstico, farmácia e convênio, até sua gestão administrativa e financeira). “A partir de nossa experiência de mais de 10 anos no setor de saúde, queremos fazer com que os hospitais utilizem os recursos de TI de forma estratégica, agregando valor ao negócio”.

A solução de BPO para Saúde da AeC contempla a gestão completa da área de TI das instituições de forma terceirizada, abrangendo tanto a visão estratégica quanto as melhores práticas operacionais, de gestão e governança. Isso envolve, entre outros, o fornecimento, manutenção e suporte de hardware; a implantação e padronização de softwares (aplicativos, pacotes de uso cotidiano etc.); a governança em TI e a gestão da informação (Hospitale business intelligence etc.). “Trabalharemos em todo o ciclo de TI dentro dos hospitais”, explica Carvalho.

A unidade de BPO com foco em Saúde tem como público-alvo principal as médias e pequenas instituições de saúde, que, em geral, não contam com amplas estruturas e necessitam de um apoio especializado. “Cada vez mais os hospitais precisam de parceiros que possam discutir suas estratégias, oferecendo as melhores soluções de gestão, governança, sistemas, infraestrutura e processos”, diz, acrescentando que a oferta da AeC também pode atender plenamente os grandes hospitais. “É um serviço diferenciado que traz resultados práticos e isso interessa para todos”.

A AeC prevê conquistar diversos novos clientes para a oferta de BPO para Saúde até o final de 2011, alcançando receita de aproximadamente R$ 10 milhões. “Estamos em fase final de negociação com quatro hospitais”, adianta Carvalho.

(Fonte: TI Inside, 21 de março de 2011)
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Fleury estreia perfil no Facebook e amplia presença nas mídias sociais

Quem está no Facebook, rede social com mais de 600 milhões de seguidores em todo o mundo, poderá “curtir” a página do Fleury Medicina e Saúde. O objetivo é compartilhar informações sobre saúde e bem-estar com o público leigo e conhecimento científico com os médicos. Simultaneamente também começa a funcionar seu perfil no You Tube e um perfil no Twitter para médicos.

Por meios desses novos canais, além de acompanhar as novidades sobre saúde e informações relacionadas à medicina diagnóstica e preventiva, os seguidores terão acesso a vídeos informativos e poderão interagir com os especialistas do Fleury em chats.

“Nossa proposta é fazer circular conteúdo que ajude os usuários dessas mídias sociais a administrar sua própria saúde e, no caso dos médicos, fomentar a troca e disseminação de conhecimento. Nesses perfis e em nosso site, eles vão encontrar conteúdo gerado por cerca de 600 fontes de alta credibilidade que fazem parte da nossa equipe de profissionais médicos”, explica o gerente sênior corporativo de Comunicação do Fleury, William Malfatti.

Tudo isso, acrescenta o executivo, em acordo com as diretrizes de comunicação social previstas no Código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina. “Não será um espaço para consultas médicas sobre casos particulares, mas de esclarecimento público sobre dúvidas gerais acerca de determinados temas de saúde”, explica.

Com a entrada no Facebook, a rede de Medicina Diagnóstica amplia a sua presença digital. Há cerca de dois anos, o Fleury criou seu perfil no twitter (http://twitter.com/fleury_online). No ano passado, também lançou a versão do seu site para iPad.

(Fonte: TI Inside, 21 de março de 2011)
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Unimed Leste Fluminense adota thin clients

Criar pontos de trabalho para os digitadores da empresa a custos acessíveis e com facilidade de atualização. Em 2006, essa necessidade levou a Unimed Leste Fluminense, sediada em Niterói-RJ, a testar opções para os tradicionais desktops e definir-se pela homologação e pelo uso de thin clientes INIT.

Ao longo desses anos, a cooperativa médica instalou mais de 120 terminais. “Toda vez que novos postos de trabalho são criados, realizamos uma análise das tarefas a serem executadas pelo colaborador e definimos se este irá ter thin client ou desktop”, informa Alex Sandro Dutra Bastos, analista de Infraestrutura da Unimed Niterói.

As metas foram atingidas com essa opção, pois, como narra Bastos, há época, “o custo com desktop, licenças e mão de obra com suporte era muito alto para manter cada estação de trabalho para um profissional que iria utilizar apenas um emulador. Acrescenta-se a isso, o fato de que as estações de trabalho ficam defasadas entre 3 e 5 anos, exigindo substituição. Adquirindo os thin clients, o investimento é apenas com o aumento dos recursos computacionais dos servidores e não mais nas estações”.

A configuração totalmente centralizada no servidor, a facilidade na replicação das configurações dos terminais a partir da opção download/upload, o profile no menu do software e promanager, são vantagens alinhadas pelo analista de infraestrutura. A essas vantagens, acrescentam-se a relação custo – benefício, a redução de mão de obra com suporte e a possibilidade de centralização do parque de softwares, além do baixo consumo de energia elétrica, pois um thin client INIT consome, em média, 10% da energia necessária a um PC e a temperatura não atinge os 20ºC, contra os 80ºC dos sistemas convencionais.

A meta futura é a de maximizar a utilização desta tecnologia sempre reduzindo o investimento em equipamentos com tempo de vida útil pré-determinado. Nesse cenário, o retorno do investimento é favorecido pelo menor dispêndio com desktops o que possibilita mais investimento em servidores de ponta.

Leste Fluminense
Em 1971 era criada a primeira cooperativa do Estado do Rio de Janeiro e a 5º no Brasil, a Unimed São Gonçalo-Niterói, que passaria a ser chamada futuramente como Unimed Leste Fluminense

A equipe conta 412 funcionários e cerca de 1.400 médicos cooperados que atendem a mais de 170 mil clientes. Opera o Sistema Integrado de Atenção à Saúde (S.I.A.S.) com oferta de serviços diferenciados ao cliente Unimed, promovendo uma estrutura multidisciplinar. Neste espaço, com modernas instalações, a Cooperativa atende os casos de urgências, emergências e procedimentos de baixa complexidade nas especialidades de clínica médica, pediatria e ortopedia. Possui, ainda, uma Unidade de Negócios na AMF de Niterói que funciona como um Centro de Negócios, proporcionando maior conforto e bem estar a seus clientes e parceiros durante o atendimento. Além disso, mantém sete postos de atendimento (Dr. Borman, Icaraí, Itaipu, Itaboraí, Maricá, São Gonçalo e Rio Bonito) para autorizações de exames e internações, atendimento de intercâmbio, vendas e outras informações.

A Cooperativa também atua de maneira ampla na área de Responsabilidade Social com apoio a diversos projetos em parcerias com Prefeituras, Estado, ONGs, Entidades civis e Privadas, dentre outros agentes. Também promove a cultura na região, patrocinando teatros e eventos diversos.

(Fonte: TI Inside, 21 de março de 2011)
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SAP investe em soluções para área de saúde

A área responsável pela vertical de saúde da SAP vai apresentar durante o SAP Forum 2011,que acontece entre os dias 22 e 24 de março, no Centro de Convenções do WTC Hotel, as soluções de sucesso de empresas latino-americanas e a evolução de suas soluções para a indústria de saúde, que abrange hospitais, clínicas, ambulatórios e operadoras de saúde.

Uma das soluções será o BA&T (Business Analytics & Technology) para planejamento estratégico no acompanhamento epidemiológico de clientes em tempo real. O diferencial aqui está na possibilidade de integração em uma única plataforma, baseada no SAP NetWeaver, que permite o engajamento em uma plataforma única que pode ser compartilhada com outras instituições e com os sistemas legados dos usuários.

Outra tendência do setor, a adoção de prontuários eletrônicos, será atendida pelo Registro Eletrônico de Saúde (RES), que trabalha em nível operacional, para preenchimento pelos profissionais de saúde. A solução foi desenvolvida pela Siemens sobre a plataforma SAP. Esta solução trabalha em conjunto com o SAP Patient Management, aplicativo clínico voltado para hospitais e clínicas.

Para atender esta necessidade, e melhorar o relacionamento com médicos e pacientes – hoje os dois principais públicos para o setor – a SAP conta com um módulo de CRM (Customer Relationship Management) desenvolvido sobre um template específico do setor. Outro foco é a gestão de sustentabilidade em hospitais e clínicas, ainda um conceito novo no Brasil, mas que pode ser implementado com o uso de soluções de BI (Business Intelligence) para controle de suprimentos e gestão de resíduos, como lixo hospitalar, que podem causar algum impacto ambiental.

No evento também serão apresentados aplicativos que médicos poderão utilizar em iPads ou tablets Samsung Galaxy para acessar os prontuários de seus pacientes em qualquer lugar. Na Espanha, foi lançada uma solução desse tipo, cujo protótipo poderá ser visto pelos interessados.

(Fonte: TI Inside, 14 de março de 2011)
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Sistema de Feira de Santana se torna referência em saúde pública

Quem conheceu o sistema de saúde da cidade de Feira de Santana, na Bahia, até dois anos atrás, se surpreende com a diferença no atual atendimento. É que em maio de 2009 foi implantado pela Prefeitura da cidade o Sistema de Saúde Digital,com o qual os pacientes são cadastrados nas clínicas municipais e têm os registros guardados numa base de dados que pode ser acessada a partir de qualquer unidade de saúde.

Com os registros, a Secretaria de Saúde do Município afirma poder traçar estratégias para melhorar a prestação dos serviços, porque passa a ter um conhecimento mais amplo da demanda de cada unidade de saúde do município. Por exemplo, quais os procedimentos são realizados com maior frequência em cada local de atendimento. Assim, é possível contabilizar a quantidade de materiais de uso diário e de remédios consumidos por cada clínica.

Para garantir a segurança do sistema e agilizar o atendimento ao munícipe, no momento do cadastro, o programa de biometria digital, componente do Sistema de Saúde Digital, capta a impressão digital do cidadão, identificando-o na rede. O armazenamento dos dados também tem como objetivo registrar o histórico de saúde do paciente para que possa ser acessado pelos médicos de outros estabelecimentos clínicos, excluindo qualquer necessidade de impressão de fichas ou casos de perda de históricos.

A cada solicitação de atendimento, o paciente é identificado na recepção das clínicas e, após o registro, aqueles que não são de urgência e emergência aguardam os chamados para a prestação dos serviços através de um monitor colocado na sala de espera. No momento da chamada, o consultório ou enfermaria que o paciente deve se dirigir é indicado.

Durante a consulta, o médico insere no Sistema todos os sintomas relatados pelo paciente e os procedimentos indicados, dados que se somam aos registros anteriores já existentes no prontuário eletrônico do usuário.

Todos os médicos e profissionais que têm acesso ao banco de dados do Sistema Saúde Digital foram treinados por técnicos da prefeitura nas próprias unidades onde prestam serviços.

Resultados

A Policlínica do Tomba foi a primeira a receber e testar o Sistema, em maio de 2009, ainda como um projeto piloto. Segundo a dados da SMS, no primeiro ano de atuação o Saúde Digital registrou alta no número de consultas e atendimentos de urgência. De janeiro a outubro de 2008, a equipe da unidade realizou 253.781 consultas e procedimentos e 55.731 atendimentos de urgência e emergência. No ano seguinte, também entre os meses de janeiro a outubro, já com a solução implementada, a unidade registrou 315.717 consultas e procedimentos. Os atendimentos de urgência e emergência passaram para 61.310.

Outro exemplo é a Policlínica da Rua Nova, que também registrou acréscimo nos números de consultas, procedimentos e atendimentos de urgência e emergência. De janeiro a outubro de 2008 a equipe da unidade realizou 111.124 consultas e procedimentos e em meses iguais, em 2010, foram 278.003, uma ampliação de cerca de 150%. Em 2008, foram 37.104 atendimentos de urgência e emergência e em 2010 foram 58.377, o que representa um aumento de 57%.

Expansão

O projeto de Feira de Santana é incluir duas unidades de saúde – a do Conjunto Feixa X e a do bairro Aviário - ao Sistema ao longo desse ano. "Já instalamos parte dos equipamentos e todo o sistema. Agora estamos adquirindo o restante do material para implantar o programa nestas duas unidades", ressalta o assessor de informática da Secretaria Municipal de Saúde, Verlânio Gallindo.

Com a ampliação da rede informatizada, o programa contará com 35 unidades totalmente digitalizadas na cidade. Gallindo informa que o investimento da prefeitura para a informatização de suas unidades foi de mais de R$ 4 milhões, e incluiu a compra de diversos equipamentos como leitores biométricos de digitais, computadores para todos os médicos das unidades de saúde pública, um servidor para armazenamento de dados, além das telas de LCD de 21 polegadas instaladas nas salas de espera para a chamada dos pacientes.

"Antigamente os médicos gritavam o nome dos pacientes de dentro do consultório, um jeito muito arcaico. Hoje está tudo informatizado, na hora do atendimento ,o paciente visualiza o seu nome e a foto tirada no momento do cadastro na tela da sala de espera", descreve.

Reconhecimento

No dia 22 de fevereiro deste ano o Governo Municipal de Feira de Santana recebeu um prêmio por se destacar como um dos melhores projetos de governo eletrônico no Brasil. O prêmio foi entregue ao prefeito Tarcízio Pimenta, no auditório da Business School, em São Paulo, na Vila Olímpia.

O Sistema de Sade Digital reuniu critérios de premiação como: caráter inovador, relevância social e envolvimento de recursos humanos. "Avançamos muito na Educação e na Saúde, mas ainda precisamos avançar muito mais. Esse tipo de reconhecimento apenas no motiva e nos faz perceber que o Governo segue no caminho certo", afirmou o prefeito durante a cerimônia de entrega do prêmio
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(Fonte: TI Inside, 11 de março de 2011)
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Município integra unidades de saúde e reduz custos

O município de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul, realiza nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) uma média de 6 mil exames laboratoriais, 450 exames de ultrassonografia, 180 exames de mamografia, além de colposcopia e cirurgias de alta frequência, segundo registros da secretaria de saúde local. Desde novembro de 2010, todos esses procedimentos, juntamente com os dados pessoais e o histórico médico dos pacientes, estão guardados na web, de forma segura e são acessados apenas por profissionais previamente cadastrados e com senhas registradas.

Nova Andradina é a primeira cidade usuária do sistema Fly Saúde, desenvolvido pela empresa Betha Sistemas, e lançado também no segundo semestre do ano passado. A solução é exclusiva para automatização de serviços de saúde pública e, segundo a empresa fornecedora, proporciona ao gestor uma visão integrada do SUS.

Dezessete unidades de saúde pública de Nova Andradina já estão integradas pelo sistema que padroniza os cadastros de pacientes. O município iniciou o projeto após o prefeito Gilberto Garcia assinar convênio com a Secretaria de Estado de Saúde, para a aquisição da solução.

O secretário de Saúde da cidade, José Carlos Paiva Souza, comenta que com a implantação do software, houve melhora no aproveitamento do tempo dos servidores e redução de custos do parque tecnológico. "Sem dúvida que agora nós temos uma informação muito mais precisa. A implantação do Fly Saúde no município é uma revolução", diz.

Antes de optar pelo sistema, os técnicos de Nova Andradina fizeram uma avaliação das soluções disponíveis no mercado e constataram ser a proposta da Betha a mais adequada, principalmente no quesito de redução de custos.

O projeto de implantação da ferramenta levou 60 dias, incluindo o treinamento dos usuários do sistema e a instalação dos aplicativos nas unidades de saúde da cidade.

O Fly Saúde une os sistemas de controle da saúde pública, organizando em uma única plataforma, a rede de saúde municipal. Assim, os agendamentos de consultas, atendimentos dos pacientes e faturamento dos serviços, podem ser controlados e monitorados remotamente pelas secretarias de saúde estaduais da região que utilizam a solução.

"O diferencial da ferramenta está na possibilidade de pactuação integrada entre os municípios. Ou seja, um município que seja referência em um determinado procedimento pode ofertar o serviço a outras cidades da região. A ferramenta facilita a monitoria do fluxo de pacientes de uma localidade para a outra", explica o gerente de produtos da Betha Sistemas, Fábio Crispim.

Segundo ele, todo o histórico do paciente é acompanhado pelo sistema, como se fosse um prontuário eletrônico. “As informações são seguras, o que propicia condições para uma correta análise e acompanhamento do profissional de saúde", afirma.

A tecnologia atende às diversas necessidades de uma rede: gestão básica; procedimentos de atenção baixa e de média complexidade; gestão plena, desde a básica até alta complexidade; e gestão estadual, englobando todos os níveis.

Corte de gastos

A informatização dos processos ajuda o município a cortar em até 80% os gastos, informa Crispim, ao explicar que no faturamento de forma manual podem acontecer diversas falhas, por exemplo, o registro de uma idade errada do cliente ou algum dado equivocado de um exame. Com o Fly, eliminam-se os retrabalhos de eventuais correções, pois o Boletim de Produção Ambulatorial (BPA), produzido pelo sistema, emite a validação requerida pelo Sistema de Informação Ambulatorial (SAI), que é feita no momento dos atendimentos aos pacientes.

A Betha Sistemas oferece o custeio dos serviços de servidor de banco de dados e hospedagem em data centers gerando mais economia.

No dia 07 de fevereiro de 2011, técnicos da Betha estiveram reunidos com Silvio Ávila Junior, secretário de saúde da cidade de Criciúma, em Santa Catarina, para apresentar o sistema Fly Saúde. Ávila diz que o sistema de saúde da cidade precisa ser modernizado e que o primeiro passo da informatização será nas regionais da Boa Vista, Santa Luzia, Rio Maina, Próspera, PAM, almoxarifado e a Central de Agendamento. "Aos poucos, a informatização chegará aos postos de saúde dos bairros. O sistema é 100% online e alguns bairros ainda não possuem internet", afirma.

Segundo ele, todos os funcionários passarão por treinamento que irá facilitar e tornar mais ágil o atendimento. "Com o atendimento informatizado da saúde, teremos mais controle e acesso ao tratamento dos pacientes. Os dados não serão mais perdidos e teremos uma maior fiscalização da distribuição de remédios", completa Ávila.

Aproximadamente 10 profissionais de saúde de Criciúma já estão no Centro de Treinamento da Betha para capacitação na utilização do Sistema Fly Saúde. O secretário municipal informou que a ferramenta apresenta soluções que as unidades precisam, e mencionou a parceria que o município já tem com a Betha. "Criciúma e Betha já são parceiras antigas. E agora vamos ampliar ainda mais essa aliança com a modernização da saúde do município", conclui.

(Fonte: TI Inside, 04 de março de 2011)
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SulAmérica e Orizon lançam solução de recepção de imagens certificadas

A SulAmérica Saúde lança, em parceria com a Orizon, uma solução que se integra com softwares de gestão para auxiliar os prestadores de saúde na digitalização e transmissão eletrônica de documentos assinados digitalmente. O sistema complementa o processo de certificação digital desenvolvido pela seguradora, tecnologia que permite o trânsito seguro e ágil de informações eletrônicas, além de economia de recursos naturais. A iniciativa agiliza o pagamento aos prestadores, reduz erros e custos com armazenamento de documentos.

O novo serviço permite a indexação de imagens e o envio direto à SulAmérica. “Para a prestação de contas certificadas, o prestador deve encaminhar alguns documentos digitalizados. Com esta ferramenta, o profissional não precisa mais se preocupar com esta etapa, que antes ainda dependia do papel, e nós recebemos os arquivos no mesmo instante”, explica o diretor de Operações da SulAmérica, Marco Antunes. O executivo ressalta que isso é revertido em agilidade no pagamento dos prestadores, com a possibilidade de redução do prazo de pagamento. O prazo de retorno previsto contratualmente para pagamentos é de 30 dias úteis e, com este software, este prazo pode ser reduzido em até 5 dias, dependendo da quantidades de prestadores que aderirem ao projeto.

A iniciativa passa por um projeto piloto, com duração de dois meses, que têm a Medical Systems, especialista no desenvolvimento de soluções para a área de saúde, e o Centro de Medicina Diagnóstica Ecoimagem como parceiros na implantação e aperfeiçoamento do sistema. E os resultados já são percebidos. “A Medical Systems é uma empresa com perfil inovador e, por isso, aceitou participar do projeto. Juntos, escolhemos a Ecoimagem que já possuía a expertise na utilização de imagens em sua prestação de serviços”, conta o executivo de produtos e negócios da Orizon, Fabio Monsanto.

Para o diretor executivo da Medical Systems, Roberto Ribeiro da Cruz, “o novo software possibilita vários benefícios, entre eles autorização on-line e o faturamento digital. Isso reduz o tempo atendimento e de faturamento, melhorando processos operacionais e agregando transparência na relação prestador-operadora”. Para o coordenador Financeiro da Ecoimagem, José Ronaldo Azevedo, trata-se de um processo mais seguro, uma vez que o papel está sujeito a extravio. Segundo o executivo, os custos com impressão e transporte também serão bastante reduzidos. “O gasto com papel da SulAmérica, por exemplo, deve diminuir em 25%”, destaca.

A SulAmérica foi a primeira empresa do setor a implantar, em dezembro de 2008, a certificação digital na troca de documentos eletrônicos entre os prestadores (médicos, hospitais, empresas de diagnóstico, entre outros) e seguradora. Isso torna ainda mais rápido o pagamento dos serviços prestados. Desta forma, todas as transações são protegidas por mecanismos de segurança capazes de garantir autenticidade, confidencialidade e integridade às informações.

Antes da implantação da certificação digital, a SulAmérica utilizava quase 17 milhões de documentos em papel na prestação de contas médicas. Com a certificação, as transações eletrônicas já economizaram mais de 21 toneladas de papéis. “Este tipo de operação agiliza todo o processo, pois evita extravios, contribui para a redução de erros no preenchimento de guias e formulários, sem contar no impacto positivo ao meio ambiente que esta eliminação de papel traz”, destaca Antunes.

O novo software permite às empresas maior agilidade em seus processos, ganho de produtividade e redução nos custos com a utilização de um ambiente virtual seguro, inclusive com respaldo jurídico. “O fato de o prestador poder encaminhar eletronicamente as imagens comprobatórias assinadas completa o fluxo da certificação digital, iniciado em 2008. O serviço da Orizon indexa, de forma automática, as imagens com as respectivas contas eletrônicas, desonerando a Operadora, e o prestador desta tarefa, trazendo agilidade e redução de custo a todos os elos dessa cadeia” completa Fabio Monsanto.

(Fonte: TI Inside, 02 de março de 2011)
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Hospital em São Paulo automatiza circulação de informações entre médicos e funcionários

Localizado na Rua Borges Lagoa, entre as avenidas Ibirapuera e Rubem Berta, próximo ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos é uma das maiores organizações médico-hospitalares do país. Conta com 1.485 funcionários (entre efetivos e terceirizados) e um espaço de 25 mil metros quadrados onde funcionam serviços de internação, consultas médicas de especialidades e pronto socorro, centro cirúrgico e estrutura de medicina diagnóstica.

Ao longo dos últimos anos, o hospital vem passando por um progressivo processo de melhorias, que contempla modernizações físicas e tecnológicas, com o objetivo de oferecer um atendimento de alto padrão a seus pacientes. Entre as melhorias está a aquisição da solução WWHealth, um sistema para armazenamento organizado da história clínica de um paciente e ferramenta de auxílio às atividades assistenciais.

A solução foi desenvolvida pela WW8, que em 2010 firmou parceria com a Vikam Corporation para comercializar e prestar serviços de consultoria e implantação.

Osmar Antônio dos Santos, gerente executivo de TI do Hospital Edmundo Vasconcelos, explica que com o sistema clínico-assistencial os colaboradores ganharam mais autonomia. “Um exemplo é que agora os médicos não precisam ligar para a recepção para saber se o paciente já chegou ou então esperar a recepção enviar o prontuário para começarem a assistir o paciente, proporcionando assim, uma liberdade maior.”

Outra mudança considerada importante para o gerente é que os médicos conseguem interpretar o que foi escrito no atendimento anterior. Ele informa que havia uma dificuldade muito grande em entender os relatórios escritos por outros médicos, anteriormente. O que é comum na profissão. Agora, a informação chega de forma organizada, clara e padronizada. “Isso acaba com o problema da perda de tempo e torna o atendimento muito mais ágil e preciso”, pontua.

A instituição afirma que não existia uma perda considerável de produtividade, as dificuldades cotidianas, e os ganhos que seriam obtidos foram as principais responsáveis pela implantação do novo sistema. Um dos pré-requisitos exigidos para a escolha da solução era que não fosse necessário alterar as plataformas de hardware e software para receber o novo sistema. Então, foi realizada uma série de pesquisas e o hospital considerou que o sistema apresentado pela Vikam era, no mínimo, igual a outras internacionalmente comercializadas, já sendo cliente da empresa a instituição resolveu adotar o sistema.


Implantação rápida

O projeto teve início em maio de 2010, como um piloto. Depois de devidamente avaliado e aprovado, foi iniciada a implantação no ambulatório, recém-finalizada em janeiro. Já as demais áreas do hospital serão implementadas em cerca de três meses. Ao todo, 21 profissionais da Vikam foram dedicados exclusivamente ao projeto, realizando treinamentos e suportes aos usuários.

A prioridade do hospital nos próximos dois anos é consolidar a implantação do sistema assistencial e ter todas as áreas integradas. “Queremos que o sistema funcione naturalmente, onde os profissionais da instituição tenham o sistema como uma ferramenta de trabalho de fácil utilização e imperceptível no seu cotidiano”, completa Santos.

Segundo a direção da instituição, o retorno foi imediato, principalmente quanto a precisão e agilidade no tramite das informações. “Os ganhos são imediatos, logo nos primeiros dias da implantação do sistema WWhealth observou-se a grande aceitação por parte de todo o corpo clínico. Cada médico que passa a utilizar o sistema gera um ganho, não apenas para ele como profissional, mas também para a instituição e, principalmente, para o paciente” finaliza o gerente de TI
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(Fonte: TI Inside, 24 de fevereiro de 2011)
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Hospital São Rafael recebe acreditação da ONA

O maior hospital privado filantrópico da região Norte/Nordeste recebeu Acreditação Plena Nível 2, certificação de qualidade atestada pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que é ligada ao Ministério da Saúde. O Hospital São Rafael é o primeiro de grande porte de Salvador a obter esta conquista.

A certificação ONA utiliza uma metodologia única, a qual possui três diferentes níveis e se baseia nos sistemas de assistência, gestão e qualidade das organizações de saúde. A avaliação realizada com o São Rafael teve quatro items de destaque: gestão da assistência, focada na melhora do atendimento, segurança para o paciente e protocolos médicos; na gestão de pessoas, com políticas de capacitação e treinamento e fluxos de comunicação com todos os públicos; prevenção e administração de riscos; e na gestão de leitos e melhor uso das instalações da instituição. “Foi uma vitória conquistada com intenso trabalho. Foram dois anos de mobilização sistêmica e concentração de esforços multidisciplinares para garantir a melhoria contínua da assistência e da segurança para os pacientes e profissionais do Hospital”, declara a vice-presidente executiva do Hospital São Rafael, Laura Ziller.

Responsável por toda a informatização do São Rafael, a solução de gestão hospitalar MV é apontada pela vice-presidente como parte necessária para o sucesso na certificação. “O sistema MV foi de extrema relevância para alcançarmos a melhoria na gestão. Iniciamos a implantação em 2004 e estamos constantemente expandindo os serviços. Já são 1150 estações de trabalho”, afirma.

Segundo Ziller, o São Rafael também implementou a Prescrição Eletrônica do Paciente (PEP) e a plataforma Business Intelligence (BI), que permite associar dados de diferentes departamentos e agilizar o gerenciamento, além de oferecer informações que facilitam a tomada de decisão dos gestores. “Agora estamos trabalhando para a consolidação do nível 2 e a preparação para o nível 3, contemplado no planejamento estratégico e motivacional de todo o corpo funcional do Hospital São Rafael”, conclui.

O Hospital São Rafael de Salvador reúne, em um moderno complexo hospitalar, uma estrutura com 298 leitos, contando com 42 leitos de terapia intensiva e 28 de cuidados semi-intensivos. Dispõe de um Centro Médico Diagnóstico, com 77 consultórios, unidade de Emergência, hemodiálise, Bioimagem com aparelhos de última geração, Medicina Nuclear com PET-CT, Centro Cirúrgico, Hospital dia, Anatomia Patológica Laboratório de Análises Clínicas e toxicologia e Banco de Sangue, totalmente informatizados.

(Fonte: TI Inside, 24 de fevereiro de 2011)
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Unimed-Rio contrata serviços de outsourcing de sistemas

A Unimed-Rio Empreendimentos contratou os serviços de outsourcing da Ativas, empresa de servi;os de TI do Grupo Asamar e Cemig Telecom, que irá processar em seu data center os sistemas de ERP hospitalar WPD, gestão empresarial MXM e sistemas de imagem para as unidades de pronto-atendimento. Além disso, a Ativas também cuidará do Field Service da Unimed-Rio Empreendimentos.

Para o CTO da Ativas, Antônio Phelipe, uma das principais vantagens do outsourcing é o foco do cliente em seu core business, com redução de custos internos e maior qualidade dos serviços de TI. O cliente pode acompanhar todo o processo através do gerenciamento de SLAs(Service Level Agreements). “A Unimed-Rio é um cliente extremamente importante para a Ativas, que possui soluções e serviços específicos para a área de saúde. Estamos satisfeitos com o início deste trabalho e certos de que haverá ganho significativo para os negócios do cliente”, destaca.

A fase de ativação dos trabalhos da Ativas foi finalizada no mês de dezembro, com a liberação dos sistemas nas unidades administrativas e no Pronto Atendimento da Unimed-Rio na Barra da Tijuca. Em seguida, haverá a implementação dos novos processos em mais dois Pronto Atendimentos, nos bairros da Tijuca e Copacabana, e no Espaço para Viver Melhor, em Botafogo. De acordo com o superintendente Geral da Unimed-Rio Empreendimentos, Walter de Oliveira César, “a parceria tem tudo para ser produtiva e boa para a Ativas e Unimed”. Ele diz que tem uma expectativa alta em relação aos trabalhos da Ativas e que vem sendo atendido prontamente nesta fase inicial de operações.

(Fonte: TI Inside, 18 de fevereiro de 2011)
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Portal Helplink cria prontuário médico pessoal

A aplicação de TI na área da saúde remete rapidamente à implementação de sistemas de prontuários eletrônicos, ferramentas de BI e outras aplicações que grandes empresas de TIC oferecem a hospitais, laboratórios farmacêuticos e pronto atendimentos. Mas o que dizer em relação ao paciente? Este, na maioria dos casos, não tem acesso direto aos dados médicos, ficando a mercê de processos estabelecidos por hospitais, clínicas e consultórios, com o risco de não ser atendido pelo mesmo médico e ter que reexplicar todo o problema caso seu prontuário não tenha sido preenchido por completo ou corretamente.

Foi pensando nesse cenário que um grupo de seis profissionais e alguns fornecedores e parceiros lançaram o Portal HelpLink (www.helplink.com.br) um site que oferece ao paciente a possibilidade de manter um prontuário médico pessoal.

A iniciativa tem como base uma pesquisa realizada pela Fiocruz que concluiu que a maioria dos médicos não preenche na totalidade os prontuários médicos de seus pacientes, o que pode ocasionar erros na administração de remédios, tratamentos e outros riscos à saúde da pessoa.

De 730 prontuários de internação analisados em hospitais do Recife, inclusive dois particulares, todos apresentaram percentuais elevados de ruins e péssimos. A pesquisa detectou, por exemplo, prontuários em branco ou ilegíveis, quando deveriam apresentar todas as informações do atendimento prestado aos pacientes, como exames e procedimentos adotados.

A ideia

O projeto surgiu de uma necessidade pessoal de um de seus colaboradores, o empresário Ciro de Menezes, quando ele apresentava um quadro de Gastrite. Ele precisou realizar um exame de endoscopia. “Fiz o exame e o levei ao meu médico, mas não fiquei satisfeito com a opinião dele sobre meu problema. Após pouco tempo, resolvi mudar de médico, mas percebi que tinha perdido os resultados do exame e tive que refazê-lo”, conta.

Diante dessa situação, Menezes constatou que não existia, até então, um espaço na web onde pudesse armazenar exames e outras informações médicas com facilidade. “E, após algumas conversas e pesquisas tive certeza de que existia uma demanda para isso. Foi nesse momento que decidimos criar o site”, lembra.

A pesquisa encomendada pelo empresário foi realizada pela Edelman Brasil e revelou que, além da demanda pelo serviço, 71% dos médicos aprovam o uso da internet pelo paciente para se informar sobre saúde. Isso porque quando estão bem informados eles aderem melhor aos tratamentos e cuidam da saúde preventivamente.

Além disso, 72% dos médicos achariam muito útil se as pessoas levassem o seu histórico médico impresso, ou enviasse por email antes da consulta, pois isto tornaria possível uma análise mais abrangente da saúde de cada paciente.

O portal

No site é possível armazenar, gratuitamente, todo o seu histórico de saúde, e inserir os atendimentos médicos realizados, doenças, resultados de exames, vacinas, entre outras informações importantes (como tipo sanguíneo, alergias, etc). O prontuário é gerenciado pelo próprio paciente que tem login e senha.

O serviço também oferece uma série de aplicativos que ajudam o usuário a fazer uma melhor gestão de sua saúde, como carteira de vacinação online, agenda de consultas médicas, Bulário Eletrônico e calculadoras de freqüência cardíaca, risco cardiovascular e massa corporal.

O projeto foi ao ar em versão Beta no segundo semestre de 2008, após cerca de seis meses de pesquisas e planejamentos. Desde sua concepção até o presente momento, o portal está na sua 3ª versão, e passou por melhorias. “Hoje, mais do que um local para organizar os dados de saúde de alguém, a HelpLink se propõe a ajudar as pessoas a viverem de uma maneira mais saudável, com mais qualidade, cuidando preventivamente da sua saúde” afirma Menezes.

Com investimentos de cerca de R$ 800 mil, o HelpLink não tem parcerias com hospitais ou laboratórios, mas conta com um board de médicos e de usuários – cinco mil até o início deste mês, que ajudam a desenvolver ferramentas e a melhorar o produto.

Uma das formas de geração de receita do Portal é a publicidade. Anunciantes do setor de saúde e bem estar podem inserir banners nas páginas de maior interesse, como a de acompanhamento de pressão arterial, acompanhamento de glicemia, acompanhamento de alimentação, de exercícios físicos, ou simplesmente em todo o conteúdo do portal.

Essa informação é levada para o cliente no formato de índices, resguardando 100% dos dados individuais do usuário e garantindo sua privacidade.

Dados técnicos e métricas

Rodrigo Bizarro, representante de TI do HelpLink, explica que as informações são armazenadas em banco de dados relacional ligado a um storage redundante. “Utilizamos a tecnologia Apache para fazer o loadbalance entre outros dois servidores. Não foram necessárias alterações em plataformas de hardware ou software para receber o sistema, porque foram utilizadas tecnologias de ponta, testadas e reconhecidas pelo mercado, para desenvolver e suportar o sistema”, explica.

Bizarro conta que o portal teve um crescimento de 46,92% no número de visitas em comparação com o mesmo período de 2010, e uma taxa de permanência de 4 minutos e 28 segundos. Para 2011, a ideia é aumentar em mais 3 minutos o tempo de permanência. “A taxa de reversão (visitas x cadastros) também não nos agrada, está em torno de 10%, e para esse ano pretendemos aumentar para 30%. Temos também a pretensão de desenvolver aplicativos em tecnologia móvel para facilitar a interação das pessoas com o portal”.

Lembrando que o cadastro e o armazenamento do prontuário é gratuito, a Helplink se remunera através de publicidade no portal e da comercialização de pesquisas para o mercado de saúde. “Nossos clientes conseguem, por exemplo, informações importantes sobre market share em uma faixa etária ou sexo específicos; por cidade, estado ou nacional”, informa Ciro Menezes. O faturamento da HelpLink não foi divulgado
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(Fonte: TI Inside, 17 de fevereiro de 2011)
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Empresa brasileira se especializa em celulares para m-health

O mercado de telefones celulares é extremamente competitivo e, por isso mesmo, é dominado por grandes multinacionais, como Nokia, Samsung e LG. Entretanto, há espaço para trabalhar nichos específicos. Sabendo disso, foi criada a CellDesign, uma empresa brasileira cujo objetivo é se tornar uma fabricante de celulares com foco em aplicações de assistência médica. Seus dois primeiros aparelhos, o BP01 e o BP02, aguardam a homologação da Anatel e devem ser lançados em breve. Foram importadas 2 mil unidades da China, mas a CellDesign pretende no futuro abrir uma fábrica no Brasil e, inclusive, exportar para o Mercosul, informa o engenheiro Armando Kilson Filho, que presta consultoria para a companhia.

O dois aparelhos em questão são GSM/GPRS e têm como diferencial uma série de ferramentas de m-health. Eles vêm com aplicativos embarcados para controle de consulta médica e alerta de recarga de remédios, cujos alarmes são ativados mesmo se o telefone estiver desligado. Um botão dedicado de S.O.S., nas costas do terminal, se apertado, liga automaticamente no viva-voz para cinco números preconfigurados, além de enviar para esses mesmos contatos um SMS de emergência. O BP01, especificamente, conta com um sensor de queda, capaz de distinguir quando se trata de o usuário caindo junto com o telefone. Quando isso acontece, novamente são disparadas ligações e mensagens de texto para telefones de parentes predeterminados. "Tivemos a ideia de entrar nesse mercado por necessidades próprias. Meus pais têm 91 e 89 anos. E meu filho passou por 18 cirurgias no ano passado, após um acidente", relata Kilson Filho. Os dois aparelhos são emborrachados para suportar choques e vêm com telas grandes para discagem. A venda, a princípio, será feita pela Internet. Os dois modelos virão desbloqueados.

Futuro
Os terminais foram desenvolvidos em parceria com a chinesa Intech. Outros modelos estão planejados para este ano, como um flip, sempre voltados para saúde. Acessórios estão sendo estudados, como uma pulseira para monitorar batimentos cardíacos e que transmite os dados via Bluetooth para o telefone celular do usuário.

(Fonte: TI Inside, 11 de fevereiro de 2011)
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Hospital Brigadeiro troca rede para implementar novos sistemas

Antes da reforma a instituição possuía uma rede composta por equipamentos de diversas marcas, de difícil manutenção e localização de reposição e compatibilidade no mercado.

O Hospital Dr. Euryclides de Jesus Zerbini, mais conhecido como Hospital Brigadeiro (antigo nome usado pelo hospital), é uma instituição administrada pela Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo. Há mais de 10 anos se destaca no tratamento cirúrgico para epilepsia, como um dos únicos hospitais da América Latina que realiza este procedimento exclusivamente pelo SUS.

O Hospital atende em média 7 mil consultas por mês e funciona como campo de ensino e aperfeiçoamento, através dos Programas de Residência Médica. O centro tem capacidade para a realização de 636 transplantes por ano: 240 de rim, 200 de córnea, 100 de fígado, 48 de pâncreas e 48 de medula óssea.

Em 2008 foi iniciado um processo licitatório para a estruturação da rede física e lógica de dados da instituição, com o objetivo principal de primar pela qualidade dos equipamentos, pelo custo/benefício a longo prazo e, principalmente, pela livre concorrência entre as empresas participantes. "A 3Com (hoje HP Networks) foi a grande vencedora, ao final do processo, e para nossa felicidade, a realidade do Hospital se transformou com a aquisição dos novos equipamentos", conta Brenno Martins, diretor de tecnologia do Hospital Brigadeiro.

Foram investidos R$ 700 mil para substituir a rede composta por equipamentos de diversas marcas que já apresentavam sinais de obsolescência. A área de TI do Hospital queria disponibilizar informações gerenciais que facilitassem a administração das operações de gestão diárias, com resultado comprovado de redução de custos e aumento de produtividade, alvo final dos projetos da instituição que não tem fins lucrativos.

Solução

A Active Solutions, que oferece serviços de segurança e conectividade de redes, foi a responsável pela implementação dos switches core da família 5500G, empilhados em anel no CPD, e dos switches de borda. Giovanni Pengue Filho, diretor de tecnologia da empresa, destaca que a nova rede, composta com soluções da 3Com, é uma ferramenta de sustentação de gestão da informação completa para o Hospital.

A reforma foi iniciada em julho de 2008 e concluída ao final daquele mesmo ano, após a substituição de todos os equipamentos. Com o novo ambiente, o Hospital pode construir um data center próprio com servidores e sistema de gestão.

Em uma segunda fase, a capacidade da rede foi expandida de 50 pontos ativos para 500 pontos estruturados. Também foram registrados ganhos desempenho, com redução significativa do tempo gasto para acesso e operações no sistema de gestão hospitalar. O tempo de resposta dos sistemas que antes era de 10 segundos, hoje é de 1 segundo.

A nova estrutura integrou digitalmente Ambulatório, Centro Cirúrgico, Farmácia, Almoxarifado e Internação, que agora funcionam como se fossem um único setor. O Hospital Brigadeiro é uma das primeiras instituições de saúde pública a possuir uma rede completamente Gigabit e backbone de 4Gbps, 10Gbps e 20Gbps, além de ser uma rede totalmente redundante e espelhada, o que, segundo Martins, garante confiabilidade à implantação de qualquer sistema que se faça necessário.

Com a tecnologia do backbone migrada de 100Mbps para 10 Gigabits e a expansão de toda a rede para Gigabit, o Hospital terá condições de melhorar processos e proteger o investimento realizado, aposta a área de TI.

Segundo a direção do hospital já estão nos planos investimentos maiores em softwares de gerenciamento da rede para prevenir e antecipar possíveis intervenções. O projeto de rede wireless também é foco do Hospital Brigadeiro, em especial na biblioteca, espaço comum a todos os funcionários.

“Com a modernização da infraestrutura tecnológica, todos os nossos objetivos foram alcançados, incluindo a possibilidade de implantar o novo sistema de gestão hospitalar, sem preocupações com infraestrutura física e lógica da rede de dados. O que mais nos surpreendeu foi a capacidade e agilidade de processamento das soluções da 3Com”, finaliza o diretor
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(Fonte: TI Inside, 10 de fevereiro de 2011)
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Hospital de Clínicas de Porto Alegre investe em formação de TI

O Hospital de Clínicas de Porto Alegre está investindo na qualificação de funcionários em diferentes cursos de TI visando facilitar o uso do novo sistema AGHU (Aplicativos de Gestão para Hospitais Universitários). Maria Luiza Malvezzi, coordenadora de Gestão da Tecnologia da Informação do Hospital, afirma que os cursos ministrados receberam avaliação positiva e, por esse motivo, novos treinamentos vão ocorrer. Para a coordenadora, capacitação dos profissionais que ministram aulas, entendimento e construção do conjunto de módulos dos cursos são características que prevalecem no momento da contratação do empreendimento de ensino tecnológico.

Para o Hospital de Clínicas, as capacitações se tornaram necessárias para possibilitar a utilização do novo sistema AGHU (Aplicativos de Gestão para Hospitais Universitários). Os cursos foram feitos com módulos específicos para suprir a necessidade dos funcionários da equipe de TI do hospital. Para ela, a possibilidade de inserir nas aulas situações e desafios reais também valoriza a qualificação. "Com o formato planejado, com resultados satisfatórios, os profissionais saem do treinamento diretamente para a "linha de produção" no processo de desenvolvimento de software", salienta.

Maria Luiza também ressalta a importância de existir um nivelamento nos conhecimentos dos colaboradores que utilizam o AGHU. "Foram necessários alguns módulos básicos para garantir o equilíbrio dos conhecimentos chegando até nos módulos avançados. Todo o treinamento foi direcionado para os frameworks e arquitetura utilizada pelo AGHU, adotada na íntegra para novos projetos de desenvolvimento do Hospital de Clínicas de Porto Alegre", diz
"A T@rget, empresa responsável pelo treinamento, tem o reconhecimento do Hospital de Clínicas por sua competência na qualificação dos nossos profissionais e, por isso, estará sempre presente na escolha de parceiros em futuras necessidades de qualificação de nossas equipes", diz Luiza.

Os cursos são voltados para de Orientação a Objetos com UML, Java Fundamentos da Linguagem, JPA Java Persistence API com MOR, Overviw Frameworks Arquitetura Java, Análise de Sistemas com UML, Desenvolvimento Dinâmico Java Web, até Produtividade em Java com JPA e Hibernate, Jquery Criando Aplicações Web Ricas com este Framework.

(Fonte: TI Inside, 09 de fevereiro de 2011)
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Novo serviço incrementa receita da Orizon em 2010

A integradora de serviços da área de saúde Orizon teve aumento de mais de 50% em seu faturamento em 2010 e já projeta o mesmo crescimento para 2011. Seu EBITDA ampliou 2,5 vezes, garantindo o maior lucro desde sua criação em dezembro de 2007. Contudo a empresa divulgou números.

“As chaves para o sucesso da empresa são o esforço conjunto de todas as áreas, equipes de alto rendimento focadas em muito trabalho e gestão corporativa diária dos negócios”, afirma o presidente da Orizon, Sergio Santos.

Em 2010, a Orizon implantou o serviço de Inteligência em Saúde oferecendo serviços de análises de informações, relatórios e estudos que contribuem para a geração de conhecimento. O contrato inicial dessa nova oferta foi o desenvolvimento de um estudo de persistência no tratamento para a Novartis, primeiro case da empresa em farmacoeconomia. “Esta oferta atende a todo o mercado, especialmente as organizações já focadas na estratégia de atenção à saúde de seus funcionários ou beneficiários”, explica o executivo de Inteligência de Mercado da Orizon, Leopodo Rocha. Entre os diversos estudos oferecidos atualmente estão os epidemiológicos e os farmacoeconômicos.

A companhia manteve seus bons resultados na área de BPO, com os serviços eletrônicos de autorização, faturamento e outsourcing de contas médicas, contabilizando no mês de novembro a entrada da autogestão de saúde da gigante do aço Arcelor Mittal em sua carteira de clientes. Na área de PBM, a entrega de medicamentos em domicílio para beneficiários ou funcionários crônicos das empresas clientes teve impacto significativo no crescimento da receita.

Vendas em Alta
O crescimento em faturamento também foi um reflexo da ampliação do número de vidas atendidas pela Orizon. Durante o ano de 2010, houve um aumento de aproximadamente 40% em relação ao ano anterior.

“O segredo está na preocupação de se conhecer o perfil do cliente de cada segmento que atuamos, seja autogestão, medicina de grupo ou departamento de Recursos Humanos das organizações, por exemplo,”, destaca a gerente Executiva Nacional de Vendas, Liliane Guimarães.

Algumas vantagens da empresa, de acordo com a profissional, são a qualidade na prestação dos serviços, a integração e o esforço das equipes das mais diversas áreas e a velocidade das negociações. “Vamos manter a estratégia de atendimento, esperando um crescimento no número de vidas de pelo menos 14%”, estima.

(Fonte: TI Inside, 03 de fevereiro de 2011)
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Hospital Lifecenter adota solução de gestão estratégica

O Hospital Lifecenter, de Belo Horizonte, segundo a secretaria de saúde de Minas Gerais, está consolidado como um dos mais modernos do país para a realização de procedimentos de alta complexidade. Conta com 174 leitos de internação, 1500 funcionários, entre os quais 600 são médicos, Pronto Socorro 24 horas com plantão nas especialidades de cirurgia geral, neurologia, ortopedia, clínica médica, cardiologia, cirurgia plástica, otorrinolaringologia e oftalmologia.

Mas, mesmo com essas referências, o hospital mineiro não interrompeu seus investimentos. Com o objetivo de tornar mais ágil e otimizar tais procedimentos, além de melhorar a produtividade, a instituição implantou no final de 2010, a solução Tasy, da Wheb Sistemas, plataforma para gestão de informações. “O Hospital Lifecenter sempre teve uma demanda por rapidez e eficiência. Portanto, resolvemos investir em um sistema que garantisse a confiabilidade das informações, além de proporcionar aos gestores uma visão global da instituição”, diz Cleber Amorim, gerente do Departamento de Informática do Hospital.

Amorim explica que antes de adotar o sistema foi feita uma pesquisa de mercado durante todo o ano de 2010, com testes de duas soluções completas e outra dividida em módulos que se agregariam ao sistema atual. Porém, esta ultima opção não tinha foco na estratégia da empresa, na consolidação das informações para tomada de decisão. Era apenas operacional. “Não consideramos essa a melhor opção, e após essas análises chegamos a conclusão de que a solução Tasy poderia atender em um tempo mais rápido as metas que a direção havia traçado para 2011.”

Antes da solução, não havia na instituição uma gestão automatizada que pudesse aferir corretamente a produção hospitalar, ou seja, o que o hospital produzia em relação a consumo dos pacientes não era faturado na sua efetiva competência, o que dificultava a cobrança das fontes pagadoras. O gerente acredita que em torno de 20% do que a instituição poderia estar gerando de receita naquele setor era perdido. Agora com os processos se integrando existe um controle maior dessa produção possibilitando maior eficiência na gestão financeira.

O investimento de R$ 1 Milhão no sistema de gestão foi dividido em 36 meses, equivalendo a aproximadamente R$ 330 mil por ano de aporte na solução, sendo que 70% desse valor estão sendo investido no primeiro ano do projeto.

Metas traçadas

Os resultados traçados pela direção do Lifecenter com a solução são: agilizar processos operacionais e administrativos, contribuindo para o aumento da qualidade dos serviços; e apresentar informações gerenciais seguras e rastreáveis. Isso tudo para possibilitar o acompanhamento do desempenho financeira da instituição, como eficiente instrumento de apoio às tomadas de decisão. “O grande ganho da solução, até esse momento, foi a integração de todos os módulos, seja ele, operacional, financeiro ou assistencial”, conclui Amorim.

“O mercado de saúde de Minas Gerais é um dos mais exigentes do país e, por isso, adotamos um sistema que pudesse atender, com excelência, a todas as demandas. O Tasy permitirá um grande avanço tecnológico ao Hospital Lifecenter”, afirma Michel Eduardo, diretor-presidente da instituição hospitalar.

Ele exemplifica que além da área financeira, onde o sistema permitirá um controle contábil, minimizando os riscos fiscais, também agirá no Departamento de Gerência Assistencial, possibilitando uma melhoria da rede de apoio ao médico, com a automatização dos processos e, consequentemente, melhoria da qualidade e segurança dos serviços oferecidos ao paciente. No setor de custos e orçamento, será possível gerenciar o mix de produtos do Hospital, assim como o controle de gastos e receitas da instituição.

Outras possibilidades de ganho ainda estão sendo estudadas. Uma das metas do Hospital é incluir a integração do Tasy com os equipamentos médicos de monitoramento de sinais vitais dos pacientes e a melhoria da logística de atendimento do corpo clínico com a utilização de palms. O Hospital Lifecenter implantará nesse ano os módulos de controladoria e financeiro, custos e orçamento, logística de suprimentos, gestão estratégica (Balanced Scorecard, indicadores e qualidade), prontuário eletrônico e sistematização da enfermagem.

Em novembro último foi iniciada a implementação, e a estimativa é que 100% dos colaboradores estejam treinados e conectados ao sistema até maio de 2011. A estimativa inclui também o tempo de treinamento para os funcionários, disponibilizado pela própria Wheb Sistemas.

Outro ponto que o hospital está buscando cobrir é a redução do consumo de energia adequando toda a estrutura tecnológica do hospital para a utilização de monitores LCD LED, um processo de TI Verde que pretende reduzir em 60% o gasto de energia do parque de informática da instituição.

Solange Plebani, diretora comercial da Wheb Sistemas - um dos principais fornecedores de sistema de gestão em saúde do Brasil – destaca que a implantação do sistema Tasy no Hospital Lifecenter priorizará o investimento em novas tecnologias e inovações realizadas nos últimos anos, a fim de melhorar o fluxo operacional, os resultados financeiros e o atendimento dos pacientes. “A parceria entre nossas empresas transformará o Lifecenter em uma referência nacional no uso da tecnologia de informação em saúde”, diz.

Cléber Amorim explica que, quando se automatiza um processo hospitalar, o paciente ganha qualidade na assistência, não substituindo o trato e a condição humana, mas aumenta o índice de assertividade da ação assistencial e a velocidade com que se geram os resultados para o cliente.

“E, indiretamente, quando se automatiza processos administrativos, você tem uma instituição com uma saúde financeira melhor, os investimentos na área assistencial são mais seguros, porque o hospital tem mais controle da sua saúde financeira”, finaliza Amorim
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(Fonte: TI Inside, 02 de fevereiro de 2011)
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