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Hospital Vejthani amplia uso do InterSystems TrakCare
O TrakCare é um sistema de informações de saúde unificado e baseado na web, que proporciona capacidades clínicas, administrativas, laboratoriais e de saúde. É uma solução multi-idiomas, que pode ser pré-configurada para os requisitos de diferentes mercados e países.
"A tecnologia da informação está revolucionando a indústria de saúde", diz o Dr.Chakrit Soucksakit, Chief Executive Officer do Hospital Vejthani. "No Vejthani, a TI é reconhecida como parte integral da instituição", afirma. Ele diz que o hospital acredita que o papel da TI na área da saúde vai muito além de aprimorar a eficiência dos processos. "É um fator chave para proporcionarmos aos pacientes um atendimento de altíssima qualidade e é por isso que estamos investindo no TrakCare como parte de nossa estratégia. Implementamos o sistema de informações de saúde da InterSystems pela primeira vez em 2000 e, desde então, temos adotado progressivamente novos recursos para apoiar as metas operacionais clínicas da organização", diz.
De acordo com o Prof. Assistente Korpong Rookkapan, Chief Operating Officer do Hospital Vejthani, "a arquitetura baseada em web do TrakCare torna a informação facilmente acessível aos profissionais de saúde via smartphones e tablets". Neste momento, o hospital está implantando funcionalidades para vias clínicas, dados analíticos clínicos e gerenciamento de medicações.
Para aprimorar a segurança do atendimento prestado aos pacientes, o Vejthani está implementando o gerenciamento eletrônico de medicações. Prescrições, administrações e dosagens são feitos agora via TrakCare, onde todos os dados relevantes para o gerenciamento de medicação fica em um único repositório. A lógica compartilhada do sistema possibilita a médicos, farmacêuticos e enfermeiros trabalharem de forma colaborativa. O hospital está atualmente trabalhando na integração de um Sistema de Gerenciamento de Informações de Medicamentos para reduzir eventos adversos relativos ao uso das drogas. Ainda neste ano, uma máquina que administra automaticamente os medicamentos aos pacientes será introduzida.
O Vejthani também está adotando o recurso Ana lytics do TrakCare, que facilita as análises e a otimização dos processos de negócios usando dados em tempo real. Os painéis pré-configurados dessa tecnologia possibilitam aos executivos do Vejthani acessarem e analisarem dados reais, incluindo indicadores chave de performance, para levar a operações mais eficientes e tomada de decisões em tempo real. As capacidades analíticas possibilitam a busca e a monitoração de dados de evolução dos pacientes, e no futuro planeja confrontar esses resultados de tratamento dos pacientes e indicadores com outros hospitais de todo o mundo.
(Fonte: TI Inside, 7 de maiol de 2012)
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Dell traz soluções de infraestrutura para hospitais brasileiros
A Dell anunciou nesta segunda-feira, 7, que sua unidade de healthcare, a Dell KACE, vai expandir sua oferta de soluções de gerenciamento de sistemas para hospitais no Brasil, que consite em soluções gerenciamento de PCs e servidores voltadas para o segmento de saúde.
"O bom momento de Dell KACE e o crescimento quadruplicado da empresa desde a aquisição da Dell, em 2010, permitiram a expansão da presença internacional da marca, oferecendo as soluções em diversos idiomas e diferentes setores, como da saúde," explica Túlio Werneck, gerente de produtos da Dell Brasil.
No setor da saúde, o gerenciamento dos sistemas de TI não é simplesmente uma questão de processo e eficiência econômica, uma vez que a saúde do paciente está em jogo. Desafiado por requisitos legais, locais geograficamente dispersos, demanda de registros de saúde eletrônicos (EHRs) e o aumento de dispositivos móveis, gerenciadores de TI na área de saúde também lidam com o desafio de simplificação do gerenciamento de seus sistemas com orçamentos e equipe reduzidas.
Para ele, a medida que o setor de saúde se esforça para melhorar a qualidade do tratamento do paciente com custos mais baixos, o gerenciamento eficaz dos sistemas de TI pode ajudar a melhorar essa eficiência. Simplificando os processos e manutenção de TI com uma visão clara e ativa, controle de segurança dos ativos e informações, e a redução do tempo gasto em tarefas de manutenção, os hospitais e os operadores têm mais tempo para se concentrar nas próximas iniciativas como registros de saúde eletrônicos (RSE) e prescrição médica eletrônica (CPOE), que visam trazer mais proteção para o paciente.
Soluções da Dell KACE para hospitais
As soluções Dell KACE podem ajudar a reduzir a complexidade de TI e aumenta a eficiência de clínicas e hospitais pela simplificação do gerenciamento de computadores e servidores por meio dos seguintes benefícios:
- Inventário em tempo real de hardware e softwares no parque de TI
- Conformidade de políticas de segurança dos computadores
- Automatização de tarefas de rotina ou realizadas em larga escala no ambiente
- Meios eficientes para distribuir e atualizar aplicações de sistema operacional e aplicações
- Reduzir esforço de implantação de sistema operacional ou projetos de migração para Windows 7
- Redução de custo de gerenciamento de localidades remotas
A solução de gerenciamento de sistemas tem como base pplicances que ajudam a automatizar tarefas críticas, permitindo que o administrador de TI gerencie eficazmente os endpoints por meio de uma série de simples cliques de um console baseado na web.
"Com as soluções Dell KACE, administradores de sistemas de TI na área de saúde podem gerenciar e automatizar atividades rotineiras utilizando uma interface comum, melhorando sua eficiência e ficando livre para desempenhar atividades estratégicas", explica Túlio. A funcionalidade básica das soluções aumenta a produtividade não apenas do setor de TI, mas também da mão de obra nos hospitais de forma mais ampla.
(Fonte: TI Inside, 7 de maiol de 2012)
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Aplicativo para iPhone e iPod estimula qualidade e expectativa de vida de diabéticos
"A falta de controle da doença é o maior inimigo da pessoa com diabetes", diz Fabio Pellim, diretor de planejamento da Euro RSCG Life, agência de comunicação com foco no mercado de saúde e bem estar. A empresa contratou junto à Maya Lab - empresa especializada no desenvolvimento de soluções para dispositivos móveis - o desenvolvimento de um aplicativo para iPhone e iPod para diabéticos, que surge com o objetivo de melhor a qualidade de vida dos portadores da doença.
O sistema auxilia os pacientes nos cálculos de ingestão de carboidratos, calcula automaticamente a dose de insulina adequada antes das refeições e permite a troca de informações diárias entre médicos e pacientes. A ausência dessas ferramentas "pode ser responsável por uma queda considerável na qualidade de vida das pessoas com diabetes e definitivamente reduz sua expectativa de vida", alerta o especialista.
Sem a aplicação, o controle da diabetes se restringe ao uso constante de bombas de insulina. No entanto, Pellim alerta que o alto custo para adquirir a bomba a torna pouco usual. Pensando nisso e após uma análise do que não era oferecido ao paciente, esforços foram reunidos em torno do desenvolvimento da aplicação, com a participação de médicos especialistas e de engenheiros de software. O resultado foi o Diamigo, aplicação destinada ao controle prático e econômico da diabetes, diferenciando-se por ser o primeiro a sugerir doses de insulina, segundo a equipe de desenvolvimento.
O aplicativo gera, por exemplo, um relatório periódico com o perfil do usuário, que pode ser enviado por e-mail ao médico para acompanhamento mais de perto do dia-a-dia do paciente. "O relacionamento do paciente de diabetes com os médicos é de longo prazo e baseado na transparência, na troca de informações e na transferência de conhecimento ou tecnologia. O Diamigo está em sintonia com cada um desses pontos", diz Pellim.
Desde o dia 4 de abril, o aplicativo está disponível para dowload gratuito na AppStore e o número de dowloads, segundo Pellim, traduz o sucesso do projeto. Em poucos dias, afirma o executivo, quase mil pessoas passaram a utilizar o sistema. O intuito agora é continuar na evolução da solução, porém em outras plataformas. Até o fim deste ano, por exemplo, o Diamigo estará disponível também para os usuários de iPad.
Planejamento do projeto
A Sanofi é a dona do aplicativo e detentora dos direitos autorais. O corpo médico do grupo farmacêutico também contribuiu na "definição do escopo e do planejamento do projeto", comenta Pellim. A agência de propaganda Euro RSCG Life viabilizou, porém, a construção da novidade, junto com sua parceira desenvolvedora Maya Lab.
A mescla de conhecimentos utilizados para o desenvolvimento do Diamigo acelerou os prazos: seis meses foram necessários entre selecionar a empresa desenvolvedora, executar e entregar o projeto. Além de ser um assistente diário, Pellim afirma que a ideia do aplicativo é fornecer conhecimento sobre a doença. Quanto ao retorno financeiro, o diretor de planejamento da Euro RSCG Life informa não haver uma "receita direta". O objetivo é facilitar e melhorar a qualidade de vida de médicos e pacientes, respectivamente. Segundo ele, dessa forma, a Sanofi Diabetes pretende ser reconhecida como uma marca completa e uma parceira no cuidado da doença que acomete milhares de brasileiros.
"Poderemos analisar, no longo prazo, resultados mais profundos com os médicos de pacientes usuários: o aumento no controle da doença e a melhor qualidade de vida dos pacientes definitivamente é o maior e mais importante indicador de sucesso", finaliza.
(Fonte: TI Inside, 4 de maio de 2012)
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Presidente da Central Nacional Unimed defende parceria público-privada
A parceria público-privada é uma boa alternativa para o governo ampliar e melhorar a qualidade de atendimento à saúde da população brasileira. A avaliação é de Mohamad Akl, presidente da Central Nacional Unimed. Na semana passada, a CNU, como a operadora também é conhecida, promoveu em São Paulo o Encontro Nacional Unimed de Recursos e Serviços Próprios, para troca de experiências e informações entre especialistas e gestores das cooperativas da Unimed sobre hospitais, pronto-atendimentos, laboratórios e farmácias da marca.
A Central Nacional Unimed é a operadora nacional da marca, cujos clientes são empresas presentes em três ou mais estados, com no mínimo 300 vidas. É a sexta maior operadora brasileira de planos de saúde, depois de Amil, Bradesco, Sul América, Intermédica e Hapvida. Tem 1,2 milhão de beneficiários. No ano passado, a CNU bancou 5,6 milhões de consultas e quase 150 mil internações.
Para que a qualidade acompanhe o ritmo de crescimento (30% em faturamento e 14% na base de clientes), a operadora também investe em tecnologia da informação. Dos 63 profissionais da equipe de TI da operadora, 12 dedicam-se ao desenvolvimento de sistemas para o negócio da operadora, que é gestão de saúde. Eles elaboram, por exemplo, funcionalidades integradas ao sistema de gestão Top Saúde, específicas para a operadora, e demais sistemas de apoio ao negócio, como Gestão da Rede de Recursos, Recursos Próprios, Prontuário Eletrônico do Paciente, entre outros.
Para os próximos meses, está previsto o lançamento da versão mobile (móvel) de informações para clientes, que vai rodar tanto em smartphones iOS quanto em Android e Windows Mobile, informa Thiago Cachello, consultor de TI da Central Nacional Unimed.
Recentemente, entrou em operação o sistema de Fluxo Digital de Contas, solução IBM FileNET integrado ao Sistema de Gestão Top Saúde, implantado pela equipe interna em parceria com a CPM Braxis Capgemini. É uma ferramenta de ECM e BPM (gestão de conteúdo e processos) que, após a digitalização dos documentos, faz a gestão das várias instâncias de aprovação dos pagamentos de consultas, exames e internações, sem a necessidade de manuseio de formulários e de comprovantes.
O fluxo é de cerca de um milhão de papeis por mês. “Os ganhos de escala são de 20%, além da economia de investimentos, pois o volume de papeis aumenta proporcionalmente ao crescimento da operadora’’, observa Cachello.
A CNU lançou, em abril do ano passado, seu Portal de Serviços On-line, para que os beneficiários acompanhem sua utilização do plano de saúde, atualizem seus cadastros e consultem o guia médico, dentre outras facilidades. O Portal já teve mais de um milhão de acessos desde o seu lançamento..
Em março último, começou a funcionar o novo portal para prestadores de serviços e já está em desenvolvimento o Portal do Cliente Empresarial, uma versão para consultas das áreas internas dos clientes Pessoa Jurídica.
A Central Nacional Unimed conta também com sistema para Saúde Ocupacional, desenvolvido em parceria com a Totvs.
Sistema Unimed
Formado por 370 cooperativas e empresas de atuação nacional – além da CNU, a Unimed do Brasil (confederação que zela pela marca, cooperativismo, responsabilidade social) e a Seguros Unimed (saúde, vida e previdência), o Sistema Unimed tem mais de 110 mil médicos cooperados e gera 62 mil empregos diretos. Deverá fechar 2012 com um faturamento em torno de RS 30 bilhões.
A marca atua em um mercado fortemente regulado. O presidente da CNU lembra que, em 1998 – quando entrou em vigor a lei 9656, que regulamentou assistência médica prestada por empresas de planos e seguros saúde – havia 1.968 operadoras oferecendo assistência médica no país. Esse número se reduziu para 1.187, atualmente. Hoje, elas têm 47 milhões de beneficiários, dos quais 18 milhões são clientes da Unimed (38% do total).
A contração no número de empresas está ligada à necessidade de atender às exigências da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), principalmente as reservas financeiras e as resoluções normativas, que ampliam os procedimentos obrigatórios sem repasse para as mensalidades.
Mesmo com esse panorama, salienta o diretor administrativo e financeiro da CNU, Rodolfo Pinto Machado de Araújo, o Sistema Unimed já tem 100 hospitais próprios, a segunda maior rede particular do Brasil, somente superada pela das Santas Casas. E há mais 14 em construção ou ampliação, que serão inaugurados nos próximos dois anos.
“Com recursos próprios de qualidade, conseguimos gerar riquezas dentro do Sistema e controlar os custos”, destaca o diretor administrativo e financeiro. Conta que 15% dos hospitais Unimed são acreditados (reconhecidos formalmente pelo atendimento aos requisitos previamente definidos para realizar suas atividades com segurança), percentual bem superior ao do mercado.
(Fonte: TI Inside, 29 de abril de 2012)
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MetLife adota gestão de aplicações e eleva em 30% produtividade da área de TI
A seguradora MetLife conseguiu um ganho de 30% de produtividade das equipes de TI com a contratação de serviços de sustentação de aplicações. A empresa escolhida para fornecer os serviços foi a Ci&T, especializada no desenvolvimento de software e serviços tercerizados de TI, que responde pelo gerenciamento e manutenção de diversos sistemas que dão suporte aos negócios, fornecidos por mais de cinco companhias de tecnologia.
De acordo com o diretor de tecnologia da MetLife, Breno Gomes, a distribuição de sistemas de TI para mais de uma desenvolvedora é estratégica para o setor de seguros, que precisa preservar dados importantes sobre clientes e os negócios da empresa. Ele explica que os serviços de sustentação de aplicações da Ci&T proporcionaram uma redução no número de fornecedores e permitiram manter os dados críticos de negócios em segurança, nas mãos da equipe da seguradora. “O grande benefício com a contratação do serviço foi a criação de métricas e relatórios de análise aprofundados, nos quais é possível identificar fontes de problema e a busca de soluções”, explica Gomes.
Para alinhar os procedimentos, Breno conta que as empresas realizam reuniões periódicas com a Ci&T para falar sobre o atendimento e o registro de chamados, gestão dos problemas, contato com clientes e fornecedores e diagnóstico de problemas recorrentes. Antes da terceirização desse trabalho, o executivo conta que a equipe de TI passava muito tempo dedicada a tarefas do dia-a-dia, sem tempo para o desenvolvimento de projetos de melhoria, como a resolução de problemas a partir da identificação das causas raízes.
O diretor de TI explica que a MetLife, especializada em seguros de vida, cresceu por meio da incorporação de companhias seguradoras com foco em outras áreas, como seguro odontológico e de saúde. “Com isso, nossa equipe cresceu e, consequentemente, a complexidade da TI aumentou. Daí a importância da gestão de aplicações”, afirma. Ele calcula uma redução de 10% no volume de chamados, que vão desde pedidos de suporte até relatórios de dados que fogem do foco da empresa. Especificamente em relação ao Morpheus, um dos principais software utilizados pela MetLife e desenvolvido pela Ci&T, a redução foi ainda maior, de 50%.
Gomes diz que, agora, como a terceirização do serviço de gestão de aplicações, a equipe TI foi direcionada para o desenvolvimento de projetos inovadores com o objetivo de aumentar a produtividade. De acordo com ele, a área de TI aumenta de 7% a 8% seus insumos financeiros ao ano. “Conseguimos comprovar que a TI funciona como uma área de aumento de produtividade do negócio como um todo, ou seja, importante e estratégica”, diz. Após a consolidação da gestão de aplicações, ele espera aumentar ainda mais a porcentagem de ganhos. “Só o primeiro ano pode ser considerado critico, pois envolve treinamento de equipes internas e reeducação para focar o trabalho”, conclui.
(Fonte: TI Inside, 27 de abril de 2012)
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MV e Human Mobile fecham parceria para envio de SMS em hospitais
A Human Mobile, empresa fornecedora de soluções corporativas para envio de SMS, trabalhou nos últimos meses em parceria com a MV, empresa de gestão de saúde para hospitais, para desenvolver uma alternativa que facilitasse a rotina de comunicação em hospitais e clínicas. Juntas, as empresas criaram uma otimização do sistema de gestão de saúde Soul MV, que passa a contar com maior facilidade para o envio de SMS contendo informações básicas de pacientes e encaminhando procedimentos médicos.
Trata-se de um sistema análogo a um sistema ERP, pelo qual os hospitais que utilizam o sistema Soul MV podem enviar SMS por intermédio da plataforma de envio Human Mobile. Anteriormente, os usuários do sistema Soul MV tinham que pegar no sistema as informações do paciente e digitá-las manualmente no sistema da Human Mobile para enviar SMS. Com a novidade, o usuário do sistema SoulMV vai extrair um arquivo do sistema com todos as informações do paciente, importar para o sistema Human Mobile, digitar apenas a mensagem e enviar o SMS. O sistema da Human Mobile se tornou o único do mercado compatível com os formatos de arquivos exportados do Soul MV.
Benefícios do novo sistema
O novo sistema torna mais efetiva a comunicação hospital-pacientes. Para os hospitais, por exemplo, fica mais fácil confirmar uma consulta ou exame por meio do SMS, pois irão utilizar as informações que já estão disponíveis no próprio Soul MV para realizar o envio, como nome do paciente, médico e data da consulta.
O SMS, no processo hospitalar, pode ser utilizado, além das confirmações de consultas, também para ações de relacionamento com pacientes, colaboradores e equipe médica.
Em termos de modelo de negócio, o hospital que adotar o sistema paga por volumetria tragefada, isto é, pela quantidade de SMS enviados pelo sistema.
(Fonte: TI Inside, 27 de abril de 2012)
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Ecovec maximiza o combate à dengue com programa de excelência
Com apenas 12 funcionários, a Ecovec – empresa de biotecnologia, que atua principalmente na área de serviços para o mercado público no combate à Dengue e outras doenças – investiu R$ 25 mil no Programa de Excelência da Dengue (PED). A intenção do gasto foi melhorar a qualidade e a produtividade das equipes responsáveis pelo combate à dengue. E o objetivo foi atingido: hoje, já há retorno em municípios como Vitória, Santos, Cubatão e Caratinga. "Já estamos na fase de colheita dos resultados", diz Leonardo Henriques, gerente de TI da Ecovec.
O PED é uma ramificação do MI Dengue, ferramenta também criada pela Ecovec para monitorar a infestação do mosquito aedes aegypti, o principal vetor da doença. Por meio do PED, implementado em 2009, os gestores de saúde podem acompanhar com facilidade os resultados obtidos pelas equipes. E o programa é abrangente: "Hoje, 1,5 milhão de pessoas são cobertas pelo PED, totalizando aproximadamente 250 quilômetros quadrados", informa Leonardo Henriques.
A dificuldade em se aproximar dos clientes e a necessidade de ter maior controle sobre a qualidade dos serviços executados pela equipe dos municípios foram os motivos principais para a implantação do programa. Antes, "o ambiente era bastante complicado", define o gerente de TI, justificando que havia dados de monitoramento, mas não existiam as informações de execução dos serviços, o que impactava negativamente na qualidade dos resultados.
O PED tornou possível, então, o controle das ações, o contato direto com os agentes de campo e a conquista do "feedback" dos dados repassados pelas equipes dos municípios. É possível, agora, avaliar o desempenho de todos os colaboradores, assim como reconhecer o mérito dos bons executores das ações de combate à dengue.
O sistema foi desenvolvido pela metodologia PDCA (plan-do-check-act), caracterizada em focar na obtenção dos resultados de forma planejada e clara, prezando essencialmente o padrão de qualidade e a capacidade de solucionar. Dessa forma, a orientação para as diretrizes que deveriam compor o PED foram específicas: aumentar a produtividade dos agentes de campo; obter uma gestão eficiente de recursos e diminuição dos custos organizacionais; priorizar o melhoramento contínuo nas atividades exercidas e incentivar uma mudança cultural benéfica.
A partir da contribuição do PED, a Ecovec teve o considerável faturamento de aproximadamente três milhões no ano de 2011. Leonardo Henriques explica que a padronização e a centralização das informações foram essenciais para alavancar a produtividade da empresa.
Processo mais eficazes
Após o prazo de um ano para decidir pela solução, o projeto foi executado pela Ecovec. No entanto, os clientes (seis municípios) também apoiaram. Meio ano mais tarde, o sistema entrou em operação. "Existe o repasse de conhecimento para as equipes clientes para uma melhor execução do serviço, porém a inteligência do sistema não foi repassada," conta Leonardo.
Os clientes já eram usuários dos serviços da Ecovec, e se beneficiaram pela praticidade do projeto, já que não foi necessário alterar as plataformas de hardware e software para receberem a solução. O PED foi desenvolvido levando em consideração as plataformas utilizadas pela empresa, apoiando-se em softwares livres.
A solução também se diferencia por permitir a utilização no ambiente web, e ainda o desenvolvimento de um módulo para celulares e smartphones, dinamizando o acesso a todos os 68 colaboradores.
O próximo passo da Ecovec é lançar os novos produtos que já estão em desenvolvimento, como o Dengue Report: um programa desenvolvido para dispositivos móveis (como celulares) que substitui a planilha de papel utilizada pelos agentes de campo pela digitalização, promovendo maior agilidade e eficiência no serviço.
Além disso, a expectativa da empresa de biotecnologia é aperfeiçoar os sistemas já implantados. E o PED contribui consideravelmente para a conquista desses objetivos, pois a partir dele é possível identificar as dificuldades dos clientes e, consequentemente, direcionar o que deve ser alterado e aperfeiçoado pela Ecovec.
(Fonte: TI Inside, 26 de abril de 2012)
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Deutsche Telekom conecta empresas de seguro-saúde a farmácias e lojas de suprimentos médicos
A Deutsche Telekom, grupo composto pelas empresas Telekom, T-Mobile e T-Systems, assume 49,9% do provedor de serviços de TI HMM Deutschland GmbH e expande sua área de negócios no setor de saúde. Desde 2008, o grupo detinha a participação de 18% na HMM, por meio da T-Venture, e agora passa a ter a opção de adquirir futuramente uma participação majoritária na empresa.
"Pretendemos tornar ainda mais digital o fluxo de dados dos serviços de saúde para que o setor economize tempo e dinheiro. Com a participação na HMM, ampliaremos a nossa rede de inteligência.” afirma Dr. Axel Wehmeier, chefe da área de negócios de saúde na Deutsche Telekom.
"Queremos expandir ainda mais nossa gama de serviços e, tendo a Deutsche Telekom como parceiro, seremos capazes de futuramente oferecer aos clientes novos serviços na área de assistência domiciliar, faturamento da medicação e assistência médica", acrescenta Istok Kespret, CEO da HMM Deutschland GmbH.
A HMM Deutschland é especializada na criação de redes de provedores de seguro-saúde com farmácias, fornecedores de produtos médicos especiais ou técnicos em ortopedia. Na Alemanha, provedores de seguro-saúde são obrigados a fornecer aos seus associados assistência médica, curativos, aparelhos auditivos ou andadores prescritos pelo médico.
Mais de 40 provedores de seguro-saúde e mais de um terço de todos os prestadores de assistência médica na Alemanha usam o serviço, segundo da Deutch Telecom.
(Fonte: TI Inside, 23 de abril de 2012)
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Sistema europeu vai simplificar acesso de pacientes a dados de telemedicina
O objetivo do projeto é facilitar aos pacientes crônicos o acesso on-line e seguro de seu histórico clínico mediante a implantação generalizada de serviços de telemedicina. O Palante (Patient Leading and Mananaging Their Healthcare Through e-Health) pretende assim ajudar os pacientes desempenhar uma função mais ativa no cuidado da sua saúde, em conjunto com a equipe médica que o atende, por meio das novas tecnologias da informação e da comunicação.
O projeto contempla a implantação de pilotos na Espanha (Andaluzia e País Basco), Itália, Turquia, Noruega, Áustria e República Checa, assim como duas expereriencias adicionais na França e Dinamarca.
A Indra coordenará e gerenciará sua participação no projeto a partir do seu Centro de Excelência em Saúde Digital Avançada de Sevilha. A companhia de TI atuará como coordenador técnico do projeto e se responsabilizará pela implantação dos pilotos nos diferentes países. Entre outras funções, a Indra realizará o monitoramento em condições reais das provas do conjunto de serviços de telemedicina selecionados e assumirá a análise e o desenho das adaptações necessárias para a integração de cada piloto nos diferentes sistemas de saúde.
Além disso, a multinacional de tecnologia também participará da definição de critérios básicos e funcionalidades para garantir um enfoque coerente dos serviços oferecidos em pilotos e um sistema comum para o intercâmbio de experiências, assim como na avaliação dos resultados e impactos dos serviços de saúde eletrônica testados em cada piloto.
Piloto andaluz
O piloto de Andaluzia é uma das grandes contribuições do projeto e está baseado na integração no Sistema Sanitário andaluz de dois prototipos: Clic Saúde e Tratamento 2.0, os quais o Centro de Excelência na Saúde Digital Avançada da Indra, em Sevilha , tem participado ativamente no desenvolvimento.
Clic Saúde é um novo serviço ao cidadão, que permite consultar sua história clínica resumida recolhida no sistema Diraya pelos profissionais do sistema sanitário público andaluz. Por outro lado, o Tratamento 2.0 é uma plataforma middleware genérica de serviços desenhada para a aplicação e gestão inteligente do tratamento de doenças crônicas. O piloto se realizará com 7.000 cidadãos com diabetes, tanto do tipo I como II.
Seus objetivos serão permitir aos pacientes o acesso e a gestão de sua informação sanitária registrada no sistema Diraya, assim como colocar a sua disposição os serviços sanitários de telegestão e monitoramento que melhorem sua aderência ao tratamento mediante a educação, os hábitos saudáveis e a acessibilidade à informação sanitária.
Na prática, um paciente que disponha de certificado digital poderia acessar seus dados registrados em sua história digital para a consulta de informes clínicos, tratamentos ou alergias e contraindicações, entre outros. Além disso, por exemplo, um diabético teria a possibilidade de interagir com seu registro de saúde. Para tanto, deveria informar diretamente os dados registrados pelo seu medidor de glicose de forma que ele possa gerar alertas, no caso dos mesmos estarem fora dos padrões normais
(Fonte: TI Inside, 23 de abril de 2012)
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Hospital Nove de Julho troca prontuários impressos por eletrônicos
O Hospital Nove de Julho está colhendo os frutos da opção feita há oito meses: abandonar os formulários pré-impressos - antes ainda existentes na Emergência e no Centro Médico - e inserir o módulo Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP). A mudança, implantada pela MV, empresa brasileira de sistemas de gestão de saúde, trouxe benefícios para pacientes, funcionários e, inclusive, para o meio ambiente. "Com a implementação do prontuário eletrônico, foi possível o registro de todo o processo de atendimento por médicos e enfermeiros", conta Carlos Yamashita, gerente de TI do Hospital 9 de Julho.
O hospital da capital paulista conta com 2 mil empregados, além dos 4 mil médicos associados, e atende a 14 mil pacientes por mês (sendo 8,5 mil pacientes na Emergência, 4 mil no Centro Médico e 1,5 mil internações). Mesmo com números expressivos, a unidade utilizava processos manuais para estabelecer o contato entre pacientes e o hospital. O vínculo era trabalhoso e despendia maior tempo.
Além de centralizar as informações de forma segura, Yamashita ressalta outras vantagens práticas da automatização do processo, como o apoio ao acolhimento e classificação de riscos; triagem realizada pelos profissionais do pronto-socorro para que o atendimento aos casos mais graves seja imediato; gestão de fluxos do paciente, ou seja, o controle do tempo de cada etapa no pronto-socorro. Há também nesse processo protocolos assistenciais, responsáveis por acompanhar o paciente em todo o atendimento, que podem apontar alertas de alergias e os possíveis riscos que o paciente pode ter enquanto estiver no hospital.
"Os exames prescritos no pronto-socorro ou durante a internação são enviados automaticamente para a área responsável pela realização do exame", detalha o gestor. A opção pelo meio eletrônico facilita o trabalho do médico também com o preenchimento das prescrições, resumos de altas, entre outras funções. Para dinamizar, o sistema do prontuário eletrônico permite ainda a integração com computadores de tela touch screem, "o que melhora a usabilidade tanto para médicos, quanto para as enfermeiras", assegura Yamashita.
Opção pela mudança
O gerente de TI explica também que os processos de certificação internacional, tanto para a Canadian Council for Health Services Accreditation (CCHSA), conquistada em 2010, quanto para a Joint Commission Internacional (JCI), adquirida em 2012, demandaram muito da área de tecnologia da informação para que o sistema atendesse os requisitos exigidos para melhorias da qualidade e segurança do paciente. A partir do relacionamento com a MV desde 2002, o PEP foi uma "seqüência natural", segundo ele.
A solução entrou em operação em agosto de 2011. Mas a proposta já estava em andamento há mais tempo: entre avaliação e decisão para implantação do sistema demandou cerca de seis meses. Escolhida a solução, mais oito meses foram necessários para implementação. "Houve investimento em servidores e equipamentos", conta Yamashita. No entanto, o Hospital opta por não divulgar valores.
Os consultores da MV estiveram presentes em todo o processo de integração do aplicativo, e ajudaram a equipe de TI do Hospital transmitindo os conhecimentos sobre o uso do PEP. Hoje, os usuários podem, então, contar com o suporte dos profissionais de TI do próprio Hospital.
Hoje, o hospital conta com quase a totalidade dos prontuários em meio eletrônico: são 500 usuários dentro do Hospital - entre médicos e corpo assistencial. Para 2012, as metas prioritárias para a equipe de TI do Hospital Nove de Julho é complementar a adoção do PEP com a implantação da Certificação Digital. "Futuramente também pretendemos implementar soluções de ECM (Gerenciamento Corporativo de Conteúdo), integrado ao ERP (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial)", conclui Yamashita.
(Fonte: TI Inside, 19 de abril de 2012)
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InterSystems anuncia novo Global Healthcare Architect
A InterSystems,empresa de gestao tecnológica para a área de saúde.anunciou nesta segunda-feira, 16, a contratação de Jomar Fajardo como Global Healthcare Architect. O executivo, que já atuou na Intersystems anteriormente, retorna à empresa com a missão de aplicar no Brasil as melhores práticas mundiais de tecnologias em Gestão de Saúde. “Vou acompanhar o processo de venda até a entrega da solução, garantindo a qualidade dos projetos. Atuarei também a nível global desenvolvendo estudos para a melhoria contínua dos produtos InterSystems”, comenta ele.
Com larga experiência na área de consultoria, gerência de projetos, engenharia de vendas e arquitetura de soluções, Fajardo já atuou em empresas como SAP onde ocupou o cargo de Solution Manager Latin America, sendo responsável por toda a estratégia de mercado em 16 países.
Formado em Administração de Empresas pelo Instituto Champagnat de Estudos Superiores e pós-graduado em Administração Hospitalar pelo CEDAS e Gestão de Projetos pelo IETEC, o novo contratado da InterSystems também é membro do ACHE - American College of Healthcare Executives e da SBIS - Sociedade Brasileira de Informática em Saúde.
(Fonte: TI Inside, 16 de abril de 2012)
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Laboratório Sabin disponibiliza aplicativo gratuito para iPhone
O Laboratório Sabin, presente principalmente na região Centro-Oeste do país, lançou em março um aplicativo para iPhone. Com o intuito de atender usuários de um dos mais populares modelos de smartphones, a empresa decidiu investir no aplicativo, que permite acesso, por exemplo, a informações sobre exames, endereços das unidades, notícias de saúde e calendário de vacinas.
Segundo a empresa, o objetivo da solução é proporcionar mais praticidade e mobilidade para médicos e pacientes, que podem acessar o conteúdo dos exames, economizando tempo. "O principal diferencial do aplicativo é o aviso de que o resultado do exame está pronto, por meio do push notification, em tempo real, e o calendário de vacinas para todas as idades", avalia Edgard Moreira, gerente de tecnologia do Laboratório Sabin.
Cada perfil do aplicativo, disponível para download gratuito na App Store (loja virtual da Apple), dispõe de funcionalidades distintas. O cliente tem acesso aos laudos e históricos de seus resultados, informações sobre os exames, localizador de unidades integrado com o Google Maps, notícias de saúde e calendários de vacinas e de datas sazonais. Já o médico, além das informações gerais, possui acesso à pesquisa da Classificação Internacional de Doenças (CID) e aos estudos científicos.
Para Moreira, o aplicativo aprimorou o atendimento nas unidades físicas da empresa. "Percebemos a satisfação dos clientes e médicos pela facilidade e agilidade em acessar os laudos. Isso representa um enorme ganho se considerarmos, principalmente, os casos clínicos críticos. Houve a redução de despesa com papel para impressão de exames, o que também desafoga o atendimento nas unidades e na central de atendimento do laboratório", diz.
Novas plataformas de comunicação
Os serviços disponíveis no aplicativo já eram fornecidos também pelos sites do laboratório. Contudo, o recurso do iPhone visa suprir uma nova realidade: o crescente mercado de smartphones no Brasil e o desejo de se manter conectado quase o tempo todo. "O desenvolvimento do aplicativo faz parte de um pacote de medidas planejadas para atender a uma nova demanda e ainda atingir clientes fidelizados, que estão cada vez mais atarefados e conectados com as tecnologias. O desafio era oferecer os mesmos serviços, mas em tempo real", afirma Moreira.
O projeto, que demorou sete meses para ser concluído, foi realizado de forma integrada com a equipe de TI e marketing do Sabin, a Apple, o desenvolvedor Zero Um)e o sistema Shift. A Apple validou o aplicativo para que fosse autorizada a publicação na App Store. O setor de TI criou a solução, a Zero Um desenvolveu, a Shift integrou o sistema com a solução proposta no aplicativo e a equipe de marketing propôs a arquitetura de navegação, definiu o perfil de conteúdo, as diretrizes para layout, e fez a análise de usabilidade.
Depois do planejamento, era hora de colocar em prática. "Foram ministrados treinamentos presenciais com os supervisores de unidades, equipe de relacionamento e executivos do laboratório. Além disso, foi disponibilizado para todos os colaboradores um treinamento na plataforma de ensino a distância do Laboratório Sabin", explica o gerente de TI. De acordo com Moreira, o aplicativo foi muito bem recebido pelos médicos nas pesquisas de satisfação realizadas pela empresa e na avaliação na App Store. "Em apenas 10 dias tivemos mil downloads do aplicativo. Nesse ritmo, o retorno chega em seis meses", prevê.
Segundo ele, é esperado um aumento da demanda devido ao processo de expansão do grupo, que tem meta de crescimento para 70% dos estados brasileiros até 2020. "Nosso foco agora é reestruturar o data center para amparar os processos de expansão do laboratório. Também estamos desenvolvendo o aplicativo para outras plataformas".
Tecnologia a serviço da saúde
Há algum tempo, o laboratório já havia inovado ao disponibilizar resultados de exames e históricos médicos pela internet, além de incorporar equipamentos mais modernos aos seus Núcleos Técnicos Operacionais. Constituído por três empresas - Sabinvacinas, clínica de imunização; o Sabinbiotec, laboratório de biotecnologia, que realiza análises microbiológicas e físico-químicas em alimentos, água, ar e solo; e o Instituto Sabin, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que coordena e articula ações de responsabilidade social junto aos setores público e privado. O Laboratório Sabin possui hoje cerca de 1,3 empregados e realiza uma média de 135 mil atendimentos por mês.
São 81 unidades, sendo 63 unidades no Distrito Federal, sete em Goiás, uma na Bahia, seis em Minas Gerais, três no Tocantins – uma unidade será inaugurada em breve no estado do Amazonas. Ao todo, 1,3 milhão de exames são entregues todos os meses aos pacientes.
(Fonte: TI Inside, 13 de abril de 2012)
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São Cristóvão Saúde investe em tecnologia de diagnóstico
O Hospital e Maternidade São Cristóvão acaba de investir na ampliação de seus equipamentos de engenharia clínica com o objetivo de melhorar o nível de atendimento e ao mesmo tempo proporcionar mais praticidade para a equipe médica da Instituição e, principalmente, elevam o grau de qualidade no diagnóstico e tratamento aos pacientes.
A expansão da infraestrutura do Hospital agora conta com equipamentos como o microscópio da empresa Alemã Zeizz, adquirido por RS$ 270 mil, que será utilizado em microcirurgias e permitir que o procedimento seja realizado de maneira mais precisa e segura, além de levar uma resposta terapêutica mais rápida e com maior índice de sucesso.
Ele é indicado para cirurgias delicadas como as otorrinolaringológicas e de tumores e aneurismas cerebrais, pois a precisão da imagem possibilita o profissional delimitar pequenas áreas como os vasos sanguíneos, reduzindo muito a margem de erro. Além disso, o uso do novo equipamento permite a diminuição do tempo intra e pós-operatório.
Outra aquisição bastante relevante é o novo Foco Cirúrgico com iluminação Led, que facilita o procedimento cirúrgico aumentando a visibilidade de campo, além de trazer os benefícios da iluminação de led, que não esquenta e não emite raios ultravioleta. O equipamento ainda vem com câmera acoplada e permite transmissão ao vivo por vídeoconferência, isso auxilia os profissionais da medicina trazendo mais segurança no procedimento e no estudo de cada caso.
De acordo com o médico cardiologista do Hospital São Cristóvão, Dr. Fernando Barreto, a aquisição dos aparelhos facilita a vida do profissional. “Com essas tecnologias, teremos a possibilidade de otimizar nosso trabalho, provendo resultados ainda melhores. Isso ampliará o leque de possibilidades de cada médico para exercer seus conhecimentos técnicos. No São Cristóvão, a tecnologia é nossa aliada em prol do paciente”, afirma o especialista.
A Instituição adquiriu também um aparelho de Raio-X móvel, que traz como benefícios menor exposição à radiação e a qualidade na imagem, além de diagnósticos mais precisos. O equipamento possui entrada para sistema de imagem digital.
(Fonte: TI Inside, 09 de abril de 2012)
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Nova versão do TrakCare traz melhorias clínicas e facilidade de uso
A InterSystems acaba de anunciar o lançamento da nova versão do InterSystems TrakCare, sistema de informações para saúde unificada, que aumenta a segurança do paciente e aprimora a produtividade clínica. As melhorias incluem inovações clínicas e facilidade de uso para apoiar as organizações de saúde em sua missão de melhorar o atendimento ao paciente.
A solução TrakCare é utilizada em 25 países ao redor do mundo, com implementações que variam de hospitais individuais a redes nacionais de saúde. Ela suporta a complexidade de diversos ambientes de cuidados clínicos, laboratoriais e administrativos, em multi-idioma utilizando uma plataforma baseada na Internet que é baseada em um único repositório de dados sobre saúde.
A nova versão aumenta ainda mais os recursos que auxiliam as organizações de saúde a alcançarem melhores resultados, incluindo:funcionalidade de gerenciamento de medicação “Closed Loop” que aprimora a segurança do paciente e a produtividade clínica; novos resumos clínicos, alertas, capacidades de “break the glass” e listas de planejamento de cuidados combinados com melhorias na facilidade de uso, disponibilizando um sistema que os clínicos querem usar; tecnologia patenteada para desbloquear informações importantes, muitas vezes escondidas em notas clínicas.
A United Family Hospitals and Clinics (UFH) - organização de saúde de classe mundial, localizada na China e que implantou o TrakCare há três anos em sua rede de instalações, investiu na nova versão para melhorar o gerenciamento clínico e os processos operacionais. "O TrakCare está continuamente sendo aprimorado para se manter na vanguarda das melhores práticas em sistemas de informação de saúde", disse Jenny Shao, diretor de Sistemas de Informação em Saúde para a UFH. "É de grande valor para nós garantir que continuaremos a oferecer qualidade de classe mundial de atendimento em nossos hospitais e clínicas".
No Brasil, o Hospital Português da Bahia, um dos maiores e mais tradicionais do estado, também está implementando a nova versão do TrakCare. Pioneiro no uso da solução no mercado brasileiro, a instituição de saúde utiliza a ferramenta desde 2005 e 100% de sua equipe clínica usam as informações dos prontuários eletrônicos no atendimento aos pacientes. Com a nova versão, o hospital passa a contar com recursos inovadores que facilitam o cotidiano do profissional de saúde, entre eles: layout aprimorado e acesso por meio de dispositivos móveis.
De acordo com Christine Chapman, COO para o TrakCare na InterSystems, "nossos esforços de desenvolvimento se concentraram em oferecer melhorias significativas construídas com base nas principais necessidades da indústria de saúde, levando em consideração a gestão de medicamentos, análises avançadas e facilidade de uso que oferecem maior potencial para ampliar a segurança do paciente e a eficácia clínica".
Plataforma unificada
A gestão de medicamentos é um grande foco de desenvolvimento do TrakCare. A solução traz uma série de recursos para reduzir os erros de medicação, que são uma das maiores fontes de erro evitáveis para a maioria das organizações de saúde. Nele, todos os dados relevantes para a gestão de medicamentos reside em um único repositório e uma lógica de programação compartilhada permite que médicos, farmacêuticos e enfermeiros possam trabalhar de forma colaborativa. Esta abordagem unificada “Closed Loop” ajuda a reduzir erros de medicação e torna mais fácil conseguir tempo e economia de custos através da diminuição da entrada de dados, comunicações desnecessárias e desperdício de estoque.
A nova versão oferece uma funcionalidade de gerenciamento eletrônico de medicação que envolve prescrição eletrônica, distribuição e administração de medicamentos. Ela também inclui melhorias significativas no fluxo de trabalho, cartas de medicação configuráveis e recursos adicionais de alertas.
Segurança do paciente
De acordo com o novo relatório sobre “TI em Saúde e Segurança do Paciente”, do The Institute of Medicine "questões de segurança relacionadas com software são frequentemente atribuídas a erros de codificação ou erros humanos. Muitos problemas com a saúde têm relação com usabilidade, implementação e como o software se encaixa com fluxo de trabalho clínico”.
Esta percepção orienta o desenvolvimento do TrakCare. Novas funções clínicas para aumentar a segurança e os cuidados com os pacientes caminham lado a lado com a facilidade de uso e melhorias para ampliar a produtividade clínica. "A InterSystems entende que os médicos enfrentam desafios com pesadas cargas de trabalho e gerenciamento de vários pacientes", diz Chapman. "É por isso que focamos nossos esforços de desenvolvimento na melhor maneira de apresentar e processar informações relevantes, assim os médicos podem manter o foco no que realmente importa".
As funcionalidades clínicas também ganharam reforço. Agora, elas incluem recursos como: novos resumos clínicos, alertas e "break-the-glass”, grades e planejadores para consultas, reservas de leito e sala de operações. Elas são combinadas com facilidade de uso e flexibilidade, incluindo uma nova interface web com fácil navegação para diferentes funções e capacidade de personalizar a informação via Preferências Cirúrgicas, Minhas Listas de Pacientes e Modelos de Resumo Clínico.
Ele inclui uma tecnologia patenteada chamada iKnow que analisa os índices de dados não estruturados para desbloquear o valor de informações importantes nas notas clínicas ou qualquer outro tipo de texto livre, independentemente da sua origem. O iKnow automaticamente indica os elementos mais significativos nos dados, sem necessidade de qualquer entrada do usuário, nem mesmo um termo de busca.
(Fonte: TI Inside, 09 de abril de 2012)
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GreenLine moderniza rede de TI
Com o intuito de oferecer uma infraestrutura adequada às necessidades das pessoas e do setor de assistência médica, a GreenLine Sistema de Saúde vem investindo em ferramentas de tecnologia da informação para aprimorar seus serviços. Há cerca de dois anos um data center foi estruturado na unidade Mooca, na cidade de São Paulo, mas faltava ainda integrar sistemas de toda a rede. Assim, a operadora, que hoje conta com 2,3 empregados e mais de 300 mil associados na Grande São Paulo, recentemente renovou procedimentos internos das suas quatro unidades próprias e rede credenciada.
"A empresa vem passando por um processo de crescimento bastante acelerado e nós tínhamos que implementar novas tecnologias e novos serviços dentro da operadora, inclusive para evitar a interrupção nos serviços do hospital", afirma Roberto Val, gerente de TI da GreenLine e responsável pelas áreas de informática e telecom.
A solução encontrada foi adotar a Rede Medical-Grade, da Cisco, que agrega serviços de imagens, dados, voz e wireless. Com isso, os dados dos hospitais passaram a trafegar de forma mais rápida, houve a utilização de uma rede ethernet de alta capacidade, além da adoção do prontuário eletrônico do paciente e dos sistemas PACs (Picture Archiving and a Communication Systems - Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens) - uma ferramenta que armazena imagens de exames como ressonância, tomografia, ultrasson, raio x, endoscopia, colonoscopia e afins, e que permite aos médicos acessarem remotamente, através da internet, o laudo dos pacientes.
Essa estrutura teve o apoio da equipe da Tecnoset, empresa especializada nas áreas de BPO de gestão documental, networking e segurança digital. Só na fase de atualização de sistemas, a GreenLine investiu cerca de R$ 4 milhões.
Bem-estar do paciente
Uma das ações principais desse processo foi a integração de plataformas e o aprimoramento de recursos, antes lentos e limitados. "Passamos pela fase de virtualização, ou seja, de 20 servidores passamos a utilizar quatro lâminas blades", conta Val. "A tecnologia adotada era limitada a um padrão de comunicação de 100 megabytes, sendo que hoje nossa rede funciona no padrão gigabytes. Essa performance não só de aplicativos, mas de rede, deve ser sentida em todas as nossas duas mil estações de trabalho."
Para Val, o projeto permitiu a unificação de tecnologias médicas muito eficientes para o corpo clínico, equipes de enfermagem, telemedicina e monitoração de UTI. "O acompanhamento de processos eletrônicos através de sistemas especializados, a gestão hospitalar, o controle e fluxo de informações estão muito ligados à tecnologia. Estamos falando de recursos de voz e de dispositivos móveis conectados à rede", complementa.
Segundo ele, a tecnologia também contribui para a otimização do diagnóstico e bem-estar do paciente. "Hoje, existe uma cultura no mercado de saúde que costuma solicitar uma quantidade de exames muito grande, sem considerar que eles estão expondo o paciente a doses enormes de radioatividade. Com sistemas integrados e prontuários eletrônicos, além de preservar o paciente, é possível reduzir o número de exames desnecessários", avalia o gerente de TI.
Expansão da rede
O próximo passo para a GreenLine é investir nos sistemas GED (Gestão Eletrônica de Documentos) e ECM (do inglês, Gestão de Conteúdo Empresarial). "Agora, o sistema de gestão vai ser renovado, e vamos também investir na digitalização de documentos porque nós ainda, como toda empresa de saúde, utilizamos muito papel", pondera Val.
Para ele, o crescimento da operadora está diretamente relacionado à informatização e é preciso se adequar às novas realidades. "Cada vez mais os médicos vão trabalhar com o apoio de dispositivos móveis, como os tablets, para checar os sinais vitais e prescrever receitas. Para o paciente abrem-se portas para o agendamento de consultas via SMS (mensagem curta por celular) e do acompanhamento do seu diagnóstico, online", completa.
(Fonte: TI Inside, 05 de abril de 2012)
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Em três anos, Apple sobe 220% em ranking de TI aplicada à saúde
A Apple foi apontada por empresas da área de saúde como a segunda marca preferencial em pesquisa da IDC realizada para saber a intenção de compra de equipamentos e contratação de serviços em TI. Pela primeira vez, a fabricante do iPad assume a segunda posição no ranking nos segmentos de software e hardware.
O estudo ressalta o salto da Apple no ranking de hardware, no qual registrou expansão de 220% em relação a 2009, com menções de mais de 30% dos entrevistados. A fabricante do iPad vem logo atrás da Dell, líder nas intenções de compra há cinco anos e mencionada por 45% das pessoas consultadas. Em terceiro lugar aparece a Cisco, seguida da HP, EMC e IBM.
Em software, a Oracle assumiu a primeira posição, citada por 25% dos executivos entrevistados. No ano passado, a fabricante de software ocupava apenas a quinta colocação. Apple, SAP e SAS aparecem na sequência, com índices cerca de 20% superiores na comparação com o desempenho anual passado.
Por fim, o segmento de serviços foi encabeçado pela Accenture, pelo segundo ano consecutivo, com preferência de 10% dos entrevistados. A IBM aparece logo atrás, na segunda posição, com 9% das intenções de contratação.
(Fonte: TI Inside, 30 de março de 2012)
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Hospital Moinhos de Vento investe R$500 mil na digitalização de prontuários
O Hospital Moinhos de Vento, com sede em Porto Alegre, capital gaúcha, está concluindo o projeto de digitalização do prontuário eletrônico de pacientes. A previsão é que a plataforma entre em operação em maio próximo, depois de um investimento de R$ 500 mil, cifra que deve ser recuperada em um ano. Além da rentabilidade, o projeto deve tornar mais ágil os processos do setor de arquivamento médico, onde está sendo implantado.
"O espaço já era organizado, até porque seria complicado digitalizar o sistema se fosse diferente. Contudo, tínhamos um volume enorme de armazenamento, tanto dentro quanto fora do hospital, em um depósito especializado. Agora ficará mais fácil e seguro manusear esses materiais", explica Mário Torcato, gerente de TI do Moinhos de Vento.
A escolha pela solução levou dois anos, período em que o hospital ficou em contato com a Orion Digital (empresa do Grupo Orion) até que no segundo semestre de 2011 o software GEDH - Prontuário Digitalizado foi eleito. "Visitamos várias empresas e, principalmente, os clientes delas. A opinião dos usuários pesou bastante na nossa decisão", explica Torcato.
Para receber os novos processos, o hospital passou por uma série de mudanças - foram analisadas até questões judiciais, acerca da segurança de dados. "Mudamos a área física, cuidamos da climatização do ambiente, e adequamos a rede elétrica. Também adquirimos equipamentos para formar a linha de produção, como scanners de alta velocidade, por exemplo. Além disso, contratamos servidor e implantamos a rede lógica", enumera o gerente.
O esforço tem valido a pena. "Já acompanhei o pessoal seguindo o novo roteiro e está tudo correndo bem. Até agora não consegui identificar nenhum aspecto negativo, todos estão gostando do novo processo", comemora. O público atingido com a nova solução é o corpo clínico que conta com cerca de três mil médicos credenciados e o setor administrativo e financeiro. O trabalho de auditoria também ficará mais fácil.
Torcato explica que o próximo passo é a certificação desses documentos, e o pacote contratado pelo hospital já prevê esta etapa. "Continuaremos com a consultoria e execução da Orion em mais esta fase do projeto." Assim que a certificação for concluída, será possível reduzir efetivamente o volume de papel. "Por enquanto, ainda utilizamos folhas. Contudo, elas serão descartadas assim que possível, mas sempre prezando pela segurança das informações dos pacientes. Se o material for encaminhado para uma empresa de reciclagem, por exemplo, vamos acompanhar todo o processo para nos certificarmos da correta destruição do material", enfatiza. Segundo ele, toda a ação corporifica o objetivo que o hospital tem de desenvolver soluções de saúde de forma inovadora.
Longa tradição
O hospital tem sua história intimamente ligada com as relações entre o Brasil e a Alemanha desde 1858, quando imigrantes alemães cogitaram pela primeira vez construir o hospital aqui no Brasil. Em 1917, a guerra atrasou os planos, mas em 1925 a primeira fase da construção já estava pronta.
Hoje é José Adroaldo Oppermann quem preside o Conselho de Administração da Associação Hospitalar Moinhos de Vento. São feitos cerca de 20mil atendimentos por mês e a instituição conta com 2400 colaboradores - sem contar os já citados três mil médicos que são credenciados para atuar no corpo clínico, que é aberto. O faturamento previsto para 2012 é de R$370 milhões.
(Fonte: TI Inside, 29 de março de 2012)
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São Paulo terá atestados médicos com certificação digital
A Associação Paulista de Medicina (APM) passará a oferecer atestados médicos com certificação digital a fim de coibir práticas fraudulentas, como a adulteração de dados de médicos ou do próprio atestado. Disponível a partir do dia 1º de abril ao custo de R$ 1, o documento foi elaborado em parceria com a Veus Technology, desenvolvedora do aplicativo, e a CertiSign, fornecedora de sistemas de autenticação.
A APM tem capacidade para atender 120 mil médicos – bem superior à base de 30 mil associados que possui atualmente. Para adquirir o atestado com certificação, os médicos ou empresas de medicina de grupo devem possuir o eCPF ou eCNPJ, modelos de certificação digital cujo preço varia entre R$ 93,50 e R$ 310,25, se adquiridos por meio da associação.
"Uma ação da Polícia Militar de São Paulo apreendeu mais de mil atestados médicos falsos recolhidos na cidade em apenas dois dias em novembro de 2009. Isso mostra o risco ao qual as empresas e médicos estão expostos, perdendo produtividade", alerta Marcos Pimenta, médico assessor da APM. Ele explica que a solução foi desenvolvida também para organizações que possuem profissionais da área de saúde, convênios médicos e até órgãos públicos. No momento, há dois projetos piloto em andamento para testar o atestado digital. "Em ambos, em uma empresa de alimentos e em uma Prefeitura do estado, os resultados são positivos", garante Pimenta.
Ele explica, ainda, que o documento emitido gera um número único, chamado de Hach, e o documento fica hospedado por prazo indeterminado em uma base contratada de três data centers, em localidades distintas do país. "A intenção é garantir a segurança dos dados e tornar o documento acessível a qualquer pessoa em posse do Hach por meio do site da APM", finaliza Pimenta.
(Fonte: TI Inside, 27 de março de 2012)
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Hospital São Cristóvão adota PDA para o corpo de enfermagem e reduz erros
Redução de tempo de estoque, otimização de processos e menor índice de devolução de medicamentos. Estes foram os três principais benefícios alcançados pelo Hospital e Maternidade São Cristóvão, localizado na capital paulista, após a adoção do PDA Dolphin 9700hc, da Honeywell Scanning & Mobility (HSM), homologado pela MV, empresa brasileira de sistemas de gestão de saúde."Antes havia um estoque de farmácia em cada unidade hospitalar. Agora reduzi para apenas um, no centro do prédio. Isso, aliado à agilidade dos novos processos, reduziu de 30 para 15 dias o tempo que o medicamento fica parado", explica Martinho Repullio Salvador, líder na área de desenvolvimento de tecnologia da informação do Hospital e Maternidade São Cristóvão.
Segundo ele, também caiu de 30% para cerca de 5% o índice de devolução de medicamentos. "Esse problema acontecia porque a morosidade nos processos fazia com que a informação sobre a alta de um paciente demorasse a chegar à farmácia", conta. "Agora, com o aparelho sendo usado na farmácia e como todos os remédios possuem código de barras, fica mais fácil controlar as entradas e saídas", completa.
A sugestão de adoção dos novos dispositivos partiu da MV Sistema, empresa que fornece a plataforma de gestão hospitalar do São Cristóvão. "Nós tínhamos outros equipamentos da Honeywell, mas esse fato não teve relação direta com essa escolha. A MV nos apresentou três ferramentas. Testamos duas e a que atendeu nossas necessidades de forma completa foi o dispositivo da Honeywell – com o qual, inclusive, tivemos retorno total do investimento em menos de um ano", diz Salvador.
Em operação desde fevereiro de 2011, os PDAs foram instalados em cerca de seis meses, período em que o hospital teve total apoio do fornecedor.
À beira do leito
Ao longo deste ano, o hospital pretende implantar mais três projetos. O primeiro prevê que a coleta da prescrição seja feita à beira do leito, com um tablet ou PDA. "Além disso, há também a intenção de utilizar os PDAs para realizar a coleta de sinas vitais dos pacientes. Atualmente, a temperatura, batimentos cardíacos e outros são coletados na beira do leito, anotados pelo profissional e, posteriormente, cadastrados no sistema. Com o Dolphin 9700hc, o processo é automatizado e o próprio enfermeiro já da o imput de forma online e simultânea", detalha o CIO do hospital.
Por fim, o sistema deve ser implantado também no pronto socorro, com o objetivo de tornar mais ágil a identificação dos pacientes que necessitam de atendimento prioritário. Há um roteiro de perguntas que serão respondidas e o próprio sistema identificará a urgência de cada caso.
O diretor geral da HSM, Cássio Pedrão, destaca que o plástico do qual o aparelho é feito é especialmente preparado para pronta esterilização e resiste aos efeitos destrutivos de produtos desinfetantes. E o diretor corporativo de desenvolvimento de sistemas da MV, lembra que "a automatização de processos também evita possível desvio de medicamentos".
Histórico da instituição
O Hospital São Cristóvão começou sua história em 1911, como Associação de Beneficência e Filantropia São Cristóvão (ABFSC), voltada, inicialmente, para a proteção dos direitos dos motoristas. Com o passar dos anos, a entidade ampliou seu foco e passou a atender a toda comunidade. Passou a ser de fato um centro hospitalar em 1965 e seu atual Presidente é o Dr. Renato do Amaral.
Cerca de 1,4 mil empregados, realiza aproximadamente 1.450 consultas ao dia (incluindo centro ambulatorial, pronto socorro etc.). A instituição possui 225 leitos de internação (divididos em apartamento, enfermaria, unidade de cuidados especiais, isolamentos, unidade de terapia intensiva (adulto), semi-intensiva, berçário, UTI neonatal, Hospital Dia, centro cirúrgico, centro de diagnóstico, ambulatório geral e especializado, laboratório de análises clínicas e pronto socorro adulto e infantil).
(Fonte: TI Inside, 22 de março de 2012)
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MemorialCare escolhe plataforma HealthShare
A InterSystems anuncia que o Sistema de Saúde MemorialCare escolheu como sua plataforma estratégica de TI, o InterSystems HealthShare, software que oferece solução rápida para criar o compartilhamento nacional e regional de informações de saúde, e que armazena e compartilha dados clínicos utilizados por múltiplas organizações. A iniciativa mostra o compromisso da software-house em possibilitar o compartilhamento de informações de saúde para as chamadas Organizações de Saúde Parceiras.
O MemorialCare é uma organização sem fins lucrativos que inclui seis hospitais e uma fundação médica no sul da Califórnia, nos EUA. Constantemente reconhecido por seu approach único para a entrega de serviços de saúde e uso inovador de tecnologias para a saúde, o MemorialCare está listando entre os 20% melhores sistemas de saúde dos Estados Unidos pela Thomson Reuters. Também foi selecionado em oito oportunidades como um dos hospitais mais conectados, pela revista Hospital & Health Networks.
Construindo a rede
Por vários anos, a integração entre as atividades dos profissionais de saúde vem sendo o foco estratégico do MemorialCare. De acordo com o vice-presidente e CIO, Scott Joslyn, o sistema de saúde implementou a solução de registros de saúde (Electronic Health Record – EHR), que é construída sobre InterSystems CACHÉ - sistema de base de dados de alta performance. “Conforme integramos mais práticas, fica mais claro que proporcionar conectividade bidirecional entre o nosso sistema Epic e os EHRs foi uma opção de integração essencial, prática e com bom custo-benefício para oferecermos o sistema ambulatorial do Epic”, diz.
“Ao mesmo tempo e como um passo inicial queríamos substituir nosso motor de interface de legados, por uma nova plataforma que proporcionasse funcionalidades mais compreensivas e a base para atingirmos um espectro inédito em integração, armazenamento e opções analíticas, em um cenário de uso crescente na área de saúde. Finalmente sejam as próprias práticas dos médicos ou afiliados ao MemorialCare, temos a capacidade adicional de conectar com HIEs estaduais, regionais e nacionais, enquanto eles continuam a crescer e evoluir”.
O InterSystems HealthShare é uma plataforma estratégica de TI para a saúde, que possibilita o compartilhamento das informações do paciente entre múltiplos sistemas, além de análises detalhadas que auxiliam a tomada de decisão. “A ampla gama de recursos do HealthShare é oferecida em uma plataforma tecnológica que faz a comunicação com as práticas médicas independentemente da complexidade”, diz Joslyn. “Os médicos podem, por exemplo, facilmente indicar pacientes ao MemorialCare, nos fornecer informações críticas do paciente e obter o máximo proveito dos serviços que oferecemos. Via HealthShare, os profissionais de saúde afiliados podem receber documentos como sumários de descarte e avisos de referência. O HealthShare inclui também um visualizador clínico que proporciona acesso intuitivo, virtualmente, a qualquer dado clínico por meio de uma interface browser que pode ser executada facilmente”.
O MemorialCare está completando a primeira fase de sua iniciativa de integração interdepartamental. “Enquanto finalizamos essa fase, estamos nos preparando para começar a fase dois”, diz Joslyn. Os planos futuros incluem examinar recursos avançados do HealthShare como a tecnologia embarcada iKnow, que torna possível analisar previamente dados não estruturados”.
“O MemorialCare está entre as Organizações de Saúde Parceiras que estão liderando o caminho em possibilitar o intercâmbio de dados clínicos inteligentes que são essenciais para melhorar a entrega dos serviços de saúde”, diz Paul Grabscheid, vice-presidente de planejamento estratégico da InterSystems. “Apreciamos a oportunidade de fornecer uma tecnologia avançada que possibilita o sucesso dos projetos de saúde conectada já existentes e os posiciona para alcançar objetivos futuros de entrega de serviços de saúde”.
(Fonte: TI Inside, 21 de março de 2012)
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Unimed Vitória investe em outsourcing de impressão
Com objetivo de otimizar o tempo, espaço e obter economia mantendo a qualidade no momento da impressão a Unimed de Vitória, investiu nos serviços de soluções de impressão da Gomaq, feita em parceria com a revendas da regiao, a Impresso Soluções.
Antes do fechamento de contrato, representantes da Gomaq analisaram as necessidades da empresa e verificaram quais equipamentos se adequavam a demanda. Foram implantadas na Unimed de Vitória todo parque de impressão com máquinas Lexmark. Se antes existiam 65 equipamentos, hoje há 80 multifuncionais que resultam em uma média de 240 mil cópias por mês e alcançam a marca de aproximadamente 9 milhões de cópias em 36 meses.
As multifuncionais possuem telas de touch screen e alto volume de impressão. Outro diferencial importante é que são equipamentos com tecnologia embarcada, que agregam software de gestão de impressão. Pensando em conter custos e em ações sustentáveis, além das máquinas, a Unimed de Vitória utiliza os suprimentos originais da Lexmark, que são usados, recolhidos e devolvidos corretamente ao meio ambiente.
“Através de parcerias como essa, esperamos que sirva de estímulo para outras empresas adotarem as soluções de outsourcing de impressão, e também de revendas buscarem novos projetos. A Gomaq tem a finalidade de atuar com parceiros sempre proporcionando novos negócios e estando pronta para atender qualquer revenda interessada, com todo o suporte do início ao fechamento do projeto.”, afirma Gerson Bastida, gerente de distribuição da empresa.
(Fonte: TI Inside, 20 de março de 2012)
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Rede de hospitais carioca instala sistema de RH e melhora gestão de pessoal
Para suportar a demanda de mais de 240 mil pacientes nas emergências, 28 mil internados e 2,6 mil recém-nascidos, a Rede D’Or de hospitais, fundada no Rio de Janeiro, dispõe de um quadro de 20 mil funcionários diretos. Um contingente que exige administração acurada de plantões, férias, licenças, e outras funções da área de recursos humanos, ambiente para o qual a rede adquiriu a solução para RH da SAP. O intuito da solução é possibilitar que a instituição tenha controle sobre gestão de desempenho, treinamento e clima organizacional.
O CIO da Rede D’OR, Marlon Oliveira, informa que a instituição não tinha uma solução específica para este setor. “Desde junho do ano passado, a rede levantou itens e passou para o mercado. A SAP ganhou a licitação e em janeiro deste ano iniciou a implantação do projeto”.
Segundo Oliveira, foram levantados 555 requisitos para a elaboração do projeto para RH, respeitando inclusive as categorias de trabalhadores, cada uma com o seu respectivo sindicato e acordo coletivo.
Essa iniciativa de melhorias dentro do RH da instituição faz parte de um projeto maior da rede de aprimoramento da infraestrutura como um todo. “Nossa ideia é simplificar a operação hospitalar. Queremos que nossas unidades possam funcionar sem que a tecnologia seja um empecilho para crescimento”, afirma.
O CIO informa que a rede também conta com um projeto de centralização de data center. “Optamos pelo modelo de collocation, com atualização de todo parque tecnológico e a implantação do Tasy no Hospital São Luis (unidade incorporada à Rede D’Or no ano passado)”, revela.
Futuramente também estão sendo previstos investimentos em nuvem junto ao Google fazendo uma substituição do parque de e-mails e Office para nuvem, no intuito de simplificar as operações.
Homogeneização de soluções
Oliveira conta que a instituição já observa ganhos operacionais no processo de compras, por exemplo. De acordo com ele, com o modelo centralizado viabilizou uma economia operacional de 5%. Ele também chama atenção para o fato de que a rede de hospitais está procurando fazer uma homogeneização em termos de soluções e diz que no setor financeiro é onde essa interoperabilidade pode ser percebida. “Todo back-office deste setor possui todas as soluções interligadas”, revela, citando que o próximo passo será a gestão do paciente.
Oliveira finaliza dizendo que acredita que com escala conseguirá ter bons retornos e até mesmo o nível de serviço em relação à tecnologia pode ser simplificado. Além disso, a rede de hospitais pretende recuperar o investimento robusto (não informado pelo executivo) realizado nestas operações nos próximos dois anos.
(Fonte: TI Inside, 16 de março de 2012)
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Saúde do Paraná implanta sistema de regulação
A Secretaria de Saúde do Paraná iniciou uma nova atualizacao na gestão da saúde com o lançamento do projeto de implantação do sistema na Central de Regulação do Estado, que usa o software de gestão da MV.
O projeto abrange 399 municípios, divididos em 22 regionais de saúde, e vai contemplar a regulação de leitos, consultas e exames especializados; estabelecimentos de saúde; procedimentos de alto custo, medicamentos e Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME); urgência e emergência; programação pactuada e integrada; e monitoramento e controle de ambulâncias. "Vamos envolver mais de 100 colaboradores da empresa, treinar 2 mil pessoas e regular 22.246 leitos, permitindo que os gestores visualizem em tempo real todos os recursos e os serviços que estão sendo realizados", destaca Guilherme Barros, diretor regional Sul da MV.
A MV apresentou o menor preço na licitação, modalidade de pregão, para fornecer o novo sistema da Central de Regulação do Paraná. Desde o início de 2011, técnicos da Secretaria de Saúde e da Celepar (Companhia de Informática do Estado) trabalharam na proposta de uma central de regulação informatizada para atender a demanda da Saúde. "O sistema que utilizamos hoje é arcaico e não dá suporte para que a secretaria exerça sua verdadeira missão, que é a regulação", declarou o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, durante a cerimônia de assinatura do contrato.
Além do Paraná, a MV também já implantou o sistema de regulação nos estados de Pernambuco e do Espírito Santo, onde é utilizado o Prontuário Eletrônico do Cidadão. "O Paraná será referência para o País, com saúde integrada e regionalizada, garantindo acesso para os cidadãos", destacou Barros.
(Fonte: TI Inside, 15 de março de 2012)
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Instituto Mário Penna usa CRM para melhorar atendimento em saúde
Conhecer melhor doadores, colaboradores e pacientes. Com esse intuito, o Instituto Mário Penna (IMP), instituição referência nacional no tratamento contra o câncer, escolheu o software Dynamics CRM, ferramenta da Microsoft, através da parceria com a Procsis. Com a adoção, as informações ajudarão o IMP a melhorar sua atuação em cada região, não apenas para arrecadar recursos, mas para promover ações de orientação e prevenção contra o câncer, projetos de saúde e, principalmente, prestar contas do trabalho desenvolvido.
De acordo com o gerente do serviço de Tecnologia de Informação e Comunicação do IMP, Pedro Julião Moura Machado Coelho, essa solução em TI foi a melhor opção. "Quando vimos a apresentação, sentimos grande confiança de que era o que precisávamos, com facilidade de ajustes e flexibilidade de adaptação. A Microsoft e a Procsis conseguiram entender nossa necessidade de montar um canal de comunicação e relacionamento", explica. Ele ainda acrescenta que toda a infraestrutura tecnológica do IMP é formada por soluções Microsoft, como o Windows Server, MS SQL, Microsoft Office, Microsoft Exchange e System Center.
Os benefícios da adoção do Microsoft Dynamics CRM para o IMP são inúmeros. "A solução integra nativamente ao ambiente do cliente, gerando ganho de produtividade muito alto. Já por se tratar de ferramenta web, a perspectiva de acesso ao sistema de qualquer parte do mundo abriu possibilidade de acompanhamento dos indicadores de forma online", elenca Leonardo Gondim, da Procsis - parceira da Softcorp (empresa que trabalha com a Microsoft quando o assunto é soluções para infraestrutura) para soluções de Dynamics CRM.
Outro ponto importante do projeto são as funcionalidades para a área de Marketing, pois sua implantação permitirá o envio de comunicados em massa para todos os públicos, divididos por perfil. Além disso, há a possibilidade de fazer análises, de acordo com as informações. Por exemplo, é possível diagnosticar a idade, sexo, profissão e histórico de doadores, além de apontar a localização deles. Desta forma, é possível ações específicas, a partir da análise desses dados. No caso dos pacientes, o software do IMP possui um moderno sistema de gestão hospitalar, que agrega todas as informações sobre clientes e atendimento, proporcionando melhor acompanhamento dos pacientes e suas famílias.
Desde 2005, já foram investidos mais de R$ 29 milhões no Instituto Mário Penna e, para o gerente de TIC da instituição, os grandes responsáveis pela excelência em atendimento aos pacientes com câncer e aos 95 mil procedimentos mensais são os doadores, que somam cerca de 190 mil ativos. "Existe uma equipe de telemarketing que busca doações, a maior parte delas mensais, e sentíamos grande necessidade de conhecer esses doadores, posicioná-los geograficamente, cruzar informações de doadores com pacientes, ou seja, conhecê-los melhor", explica Pedro Julião. Foi assim que o IMP saiu em busca de uma ferramenta que solucionasse essa carência.
Instituto Mário Penna
O Instituto Mário Penna é referência em oncologia no Brasil desde 1971. Atualmente, conta com duas unidades hospitalares em Belo Horizonte - Santa Efigênia e Luxemburgo - além da Casa de Apoio Beatriz Ferraz, que dá suporte aos pacientes do interior em tratamento na capital.
Para atingir o atual padrão de excelência, o Instituto Mário Penna investe em equipamentos de ponta e realiza, em média, 12.750 atendimentos mensais somente na área de radioterapia, priorizando o atendimento SUS. Além da tecnologia utilizada, a instituição conta com uma equipe multidisciplinar com alto grau de especialização que oferece a pacientes e acompanhantes uma assistência integral e humanizada.
A unidade Santa Efigênia possui o atendimento 100% SUS e é especializado no atendimento oncológico. Lá, o paciente tem toda assistência e direito a tratamentos que até mesmo o SUS não cobre. O local possui 60 leitos para internação, ambulatório, serviço de quimioterapia, radiologia, laboratório de análises clínicas, salas de cirurgias e unidade de cuidados intermediários. São realizadas cerca de 3,5 mil consultas por mês e quase 16 mil sessões de quimioterapia.
A unidade Luxemburgo tem como foco principal o tratamento oncológico, mas seu funcionamento se estende a outras especialidades. Cardiologia, Neurologia, Ginecologia, Urologia, dentre outras, são áreas de destaque no tratamento de ponta oferecido pelo hospital. O Instituto Mário Penna investiu mais de R$ 6 milhões para ampliar em 30% o número de atendimento aos pacientes com câncer que necessitam de tratamento radioterápico. A previsão é para que daqui a dois anos, a instituição tenha o melhor tratamento mundial de radioterapia.
São 231 leitos no Instituto Mário Penna - unidade Luxemburgo - além de 10 leitos de CTI coronariano e 28 leitos de CTI geral. Todos os pacientes de lá recebem atendimento integral: não há distinção entre o paciente SUS do particul ar.
A unidade Casa de Apoio Beatriz Ferraz- localizada no bairro Santa Tereza, abriga pacientes carentes vindos do interior e que estão em tratamento em Belo Horizonte. Mais de 70 mil pessoas já passaram pelo local, que hoje conta 685
metros quadrados de área construída. A casa possui 10 leitos para crianças e adolescentes (20 acomodações, sendo 10 para acompanhantes) e 40 para adultos. Eles ficam hospedados sem nenhum custo
(Fonte: TI Inside, 15 de março de 2012)
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Unimed Bebedouro atualiza gestão de base de dados
Buscando uma melhor gestão de dados, a Unimed Bebedouro, operadora de plano de saúde da cidade do interior de São Paulo, investiu na adoção da plataforma ZipOnline, da ZipCode -- provedora de informações para marketing, crédito, cobrança e soluções antifraude.
Paulo Rogério Fiedler, coordenador administrativo da cooperativa, conta que a contratação teve o objetivo de atender as exigências da ANS (Agência Nacional de Saúde) de sempre manter organizadas as informações relacionadas aos beneficiários, como endereço e numeração de documentos pessoais. "Essa busca por informações era feita através de contatos telefônicos com os clientes, e percebemos que a quantidade de pessoas que se encontravam com dados desatualizados era muito grande para que entrássemos em contato direto, e esta constatação gerou a necessidade de utilizar a plataforma", informa Fiedler.
O sistema é responsável por disponibilizar o acesso aos dados cadastrais de consumidores e empresas presentes na base de dados da ZipCode. O acesso é feito por meio de interface web e a base de milhões de informações gera os cadastros atualizados, o que possibilita a comparação dos dados presentes na solução da ZipCode com o sistema utilizado pela Unimed e, por conseqüência, a identificação dos dados desatualizados ou inexistentes.
Dentro da Unimed Bebedouro, a plataforma auxilia na busca, correção a atualização de informações, além do enriquecimento da base cadastral dos clientes. "Em geral, utilizamos o CPF dos clientes para fazer a busca e o enriquecimento de nossa base. Na grande maioria dos casos, conseguimos gerar o efetivo resultado de atualização, sempre utilizando as informações encontradas para manter o sistema gestor 100% atualizado. Com isso, todas essas informações são utilizadas pelos departamentos de Cadastro e Jurídico", diz Fieldler.
A simplicidade da implementação foi um dos diferenciais de escolha. "Após três meses da implementação o sistema já estava em plena utilização", diz o executivo, ao acrescentar que foram necessárias alterações de hardware ou software, pelo fato de a ferramenta ser 100% web.
Ainda de acordo com o executivo, os retornos são extremamente positivos. "Tínhamos o objetivo de manter tudo bastante organizado em nosso sistema de gestão de contatos. Hoje temos nossas informações sempre atualizadas, o que facilita todo o processo de comunicação com o cliente", finaliza.
(Fonte: TI Inside, 9 de março de 2012)
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Hospital Albert Einstein moderniza soluções de impressão de diagnósticos por imagem
O Hospital Israelita Albert Einstein acaba de adquire novas tecnologias de impressão, com a adoção de impressoras OKI e de software da BIRD Solution, uma solução robusta para a gestão de seu alto volume de exames de diagnósticos por imagem.
Além de obter ganhos de qualidade e redução de custo, o Hospital Israelita Albert Einstein está contribuindo para o meio ambiente, uma vez que todos os exames, antes impressos em filme, agora estão sendo produzidos em papel.
A impressão de diagnósticos é indispensável para o funcionamento de um centro médico, pois um grande volume de exames é realizado diariamente. Para aumentar agilidade e reduzir custos, o hospital optou por uma nova solução que o ajudasse nesse desafio.
No segmento de saúde, a tecnologia de diagnóstico por imagem tem impulsionado fortemente o mercado de impressoras em cores. O Einstein é um dos mais interessantes exemplos de hospitais que optam por novos sistemas de impressão para reproduzir resultados de exames como ressonância magnética, tomografia, ultrassom, entre outros. Com a impressão de diagnósticos em papel, o Albert Einstein oferece qualidade de imagem e a personalização do documento com dados do hospital e nome do paciente.
Após direcionamento estratégico da OKI/BIRD, o Hospital Israelita Albert Einstein implantou 13 impressoras em cores, sendo seis modelos C710, um C711, dois C9800 e quatro máquinas C910 que se destacam por imprimir em HD, graças ao recurso OKI HD Color (High Definition Color), disponibilizado pela tecnologia LED disponível nas impressoras OKI. "O Einstein tem hoje uma das mais inovadoras soluções de impressão do mundo", diz o diretor da BIRD, Eduardo Matsumoto.
Uma vez que por regulamentação os laudos precisam ser emitidos a partir de monitores de alta definição, as imagens impressas que acompanham o laudo médico precisam ter alta qualidade e nitidez, permitindo ao médico receptor dos exames impressos visualização próxima à proporcionada pelo monitor ao médico laudador.
Centro Clínico Gaúcho investe em solução de gestão
A operadora de planos de saúde do Rio Grande do Sul acaba de contratar o sistema Soul MV para a gestão de todos os 28 ambulatórios administrados pelo grupo. Com o objetivo de melhorar o controle dos procedimentos realizados e no uso de medicamentos e materiais, além de fornecer mais informações para a área administrativa e propiciar a redução do uso de papéis nas instituições.
De acordo com o diretor regional Sul da MV, Guilherme Barros, todos os cadastros e informações contidas em outros sistemas serão integrados pelo Soul MV, permitindo, inclusive, obter um perfil epidemiológico da carteira do plano de saúde e sobre os atendimentos realizados aos usuários. "A integração das informações através do Prontuário Eletrônico do Paciente influenciará, ainda, na redução do volume de papéis que circulam com informações dos pacientes, na organização do fluxo de atendimento e até na cobrança dos procedimentos e automação dos processos", ressalta.
Além da facilidade e flexibilidade de acesso às informações, outra grande vantagem do
Prontuário Eletrônico é a segurança proporcionada. "Para acrescentar qualquer informação ao sistema o médico precisa se identificar, reconhecendo digitalmente sua assinatura. Isso impede que alguém sem autorização possa alterar o registro e também torna desnecessária a impressão do documento", explica Guilherme.
Os ambulatórios que contam com pronto-atendimento utilizarão também a solução de Classificação de Risco, que organiza o fluxo de atendimento dos pacientes, padronizando o tempo de espera e melhorando a qualidade da assistência. O sistema Soul MV será utilizado em cerca de 500 estações de trabalho, por mais de mil funcionários.
(Fonte: TI Inside, 7 de março de 2012)
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Informática clínica tem papel decisivo na gestão da saúde, aponta estudo
Um novo relatório da PricewaterhouseCoopers Health Research Institute (HRI) dos Estados Unidos mostra como a informática clínica pode ser uma ferramenta crucial para promover a melhoria da saúde da população e reduzir custos com a saúde. A chave para obter esses benefícios é usar a informática para envolver os pacientes na gestão da sua própria saúde, aponta o estudo.
O relatório também sugere que as instituições de saúde vejam a informática clínica – a integração da tecnologia da informação nos cuidados a saúde – como fundamental para seu sucesso financeiro e a capacidade de gerenciar efetivamente o atendimento e o bem-estar do paciente.
No entanto, poucas instituições de saúde têm encontrado maneiras de usar informações de saúde para envolver os pacientes na gestão da sua própria saúde. Um recente levantamento da PwC HRI com mais de 600 profissionais de gestão de saúde em todo o país revela que apenas 15% dos planos de saúde e 13% dos hospitais, grupos médicos e outros acreditam que tenham sido capazes de influenciar o comportamento do paciente através de seus esforços na área de informática.
Além disso, cerca de oito em cada dez instituições de saúde (79%) estão olhando a informática clínica como ferramenta para ajudar a reduzir erros médicos, 61% esperam usá-la para melhorar a saúde da população e 52% acreditam que ela irá ajudá-los a reduzir custos, envolvendo os pacientes em rotinas de cuidados preventivos. Oitenta e cinco por cento delas também contam com informática clínica para melhorar a gestão de casos complexos, como os cuidados para pacientes diagnosticados com câncer, 80% estão buscando uma redução nos atendimentos de emergência e taxas de readmissão hospitalar, e 56% esperam obter com o apoio da informática clínica um diagnóstico precoce e prevenção de doenças.
Todas as instituições pesquisadas pela PwC agora estão focados na obtenção de recursos da informática clínica – um nascente e rápido campo de crescimento que combina tecnologia, assistência ao paciente, relatórios financeiros e compartilhamento de informações. Embora as organizações tenham diferentes necessidades e expectativas em relação a seus programas de informática, a consultoria constatou que todas compartilham o entendimento que deve haver uma submissão do paciente em relação à medicação. Bilhões de dólares são gastos por ano com cuidados com a saúde e o desperdício pode ser atribuído ao excesso de hospitalizações, óbitos prematuros e outras despesas evitáveis causadas por pacientes que não tomam medicamentos como prescrito.
Cerca de 60% dos profissionais e 91% das instituições de saúde disseram que aumentar a submissão e adesão do paciente à medicação prescrita é uma meta de seu programa de informática clínica durante os próximos dois anos. Quase três quartos (71%) das empresas farmacêuticas acreditam que o acesso à informação em registros eletrônicos de saúde poderia ajudar a compreender melhor os fatores que levam ao abandono, bem como os fatores que afetam a segurança e a eficácia do uso de droagas pelos pacientes.
"As instituições de saúde reconhecem o valor de informática clínica, mas eles estão lutando para institucionalizar o conhecimento, torná-lo acessível e usá-lo para a vantagem competitiva", disse Daniel Garrett, líder da prática de TI na área de saúde da PwC. "Eles precisam de estratégias para a mineração de dados, realização e integração da investigação baseada em evidências, traduzir descobertas em prática, e influenciar os pacientes a participar do processo."
(Fonte: TI Inside, 5 de março de 2012)
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Projeto de saúde conectada entra em fase final no Distrito Federal
O projeto de saúde conectada do Distrito Federal, que inclui a integração de dados de gestão e dos prontuários médicos dos pacientes de 14 hospitais e 17 laboratórios, 1 UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e 63 centros de saúde públicos -- utilizando tecnologia de banco de dados e integração de healthcare da Intersystems -- está entrando, em 2012, na fase final de implantação, com os últimos três estabelecimentos da rede pública
A tecnologia implementada conta com um portal onde todos os exames dos cidadãos que passam pela rede pública realizados são armazenados, assim como no prontuário eletrônico de cada um. Atualmente, cerca de 2,5 milhões de pessoas têm seu histórico médico registrado no sistema, incluindo consultas, diagnósticos e exames realizados nos estabelecimentos da rede de saúde.
“Com a tecnologia da Intersystems, os profissionais de saúde podem, a partir de agora, ter acesso à uma séria de informações fundamentais no momento de prestar o atendimento a um paciente”, afirma Fernando Vogt, diretor de vendas da Intersystems Brasil, acrescentando que, “com isso, o médico ganhou um grande aliado na hora de fazer um diagnóstico”. Atualmente, cerca de 14 mil profissionais já estão cadastrados e são usuários da tecnologia de saúde conectada da Intersystems no Distrito Federal.
O projeto também vem proporcionando uma sensível economia nos custos da área de saúde pública do Distrito Federal, resultando em mais investimentos para a população. “Quando os exames são registrados apenas no formato físico, muitas pessoas acabam perdendo os resultados e tendo de refazê-los quando não haveria necessidade, gerando um alto custo para todo o sistema. Com o armazenamento eletrônico via tecnologia Intersystems, vem sendo possível reduzir 50% os gastos com exames”, explica Vogt.
Além do Portal de Exames, o sistema de saúde do Distrito Federal passou a contar com a tecnologia da Intersystems para promover a gestão integrada de todos seus centro de saúde, hospitais, ambulatórios e centros de emergências usando uma única plataforma. Com o software, vem sendo possível aos gestores controlar, por exemplo, o número de leitos disponíveis e em utilização, estoque de medicamentos, faturamento, gerenciamento da equipe de profissionais, entre outros fatores.
Com a conclusão da implantação do sistema em todos os estabelecimentos, o próximo passo do projeto será fazer análises mais profundas sobre a base de dados consolidada para, dessa forma, desenvolver ações preventivas e de qualidade de vida, melhorando a saúde da população. Com isso, será possível detectar a incidência de uma epidemia em determinada região de Brasília, por exemplo, sabendo com precisão o número de pessoas que dão entrada nos hospitais e se esse número está evoluindo, ou se está faltando profissional de alguma especialidade em certo estabelecimento, entre outros avanços
“O projeto em Brasília é a prova de que o sonho de um serviço de saúde integrado e unificado é possível no Brasil. A expectativa da Intersystems é de que ele sirva de exemplo para outras regiões do país que queiram contar com a mesma tecnologia”, completa Vogt.
(Fonte: TI Inside, 5 de março de 2012)
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Orion Digital lança solução CardioCloud
A Orion Digital, empresa que desenvolve sistemas para a área de saúde, lançará no 24º Congresso Brasileiro de Ecocardiografia, que acontece de 8 a 10 de março, o CardioCloud, uma solução criada em conjunto com um corpo clínico de referência nacional, focada em suprir as necessidades de geração de laudos precisos, melhoria no atendimento, faturamento e a colaboração entre equipes médicas.
O CardioCloud, aplicativo desenvolvido dentro conceito de cloud computing, é uma solução completa, com funcionalidades que vão desde a recepção dos pacientes até o faturamento dos serviços prestados, com módulos de Gestão de Clínicas, Laudos e 2ª Opinião, que permite o auxílio de renomado corpo clínico para o fechamento de diagnósticos. Outra facilidade do CardioCloud é o funcionamento via web, desta forma, as informações podem ser acessadas de qualquer local, a qualquer momento, com total segurança.
“A área de cardiologia pode contar, a partir de agora, com uma solução completa que integra todas as funcionalidades de atendimento, gerenciamento e administração de uma clínica, com exames de imagem, prontuário eletrônico, laudos e gestão integrados, com toda a segurança da Certificação Digital”, destaca o gerente de Tecnologia da Orion Digital, Flávio Camilo.
Para Sergio Pellegrino, diretor da Orion Digital, “nossa presença neste evento tem como principais objetivos fortalecer ainda mais nossa marca, além de ser uma oportunidade de apresentarmos a área de cardiologia, uma solução inédita ,inovadora, completa e com tecnologia de última geração, o cloud computing ”, finaliza.
(Fonte: TI Inside, 28 de fevereiro de 2012)
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Delboni Auriemo implanta sistemas automatizados de gestão
O Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica acaba de implantar uma solução de tecnologia para realizar o acompanhamento, em tempo real, do atendimento a pacientes e integrar informações como a escala dos atendentes, ausências não previstas, horas extras e a ocupação de posições, de todas as suas unidades. O acesso online a esses dados enquanto a operação está em funcionamento, garante mais agilidade no atendimento e já contribui para a redução de 34% no tempo médio nas filas de espera das unidades.
A solução, chamada Tephra Quality Workforce (TQW), foi desenvolvida pela Voran Tecnologia, empresa brasileira que provê soluções tecnológicas para o mercado de relacionamento com o cliente, e está 100% implementada em todas as 28 unidades do Delboni Auriemo. Atualmente o laboratório utiliza os módulos de Planejamento, Controle e Acompanhamento Web. Além de controlar a frequência dos atendentes, emitir relatórios de produtividade e desempenho individual, o laboratório também observa ganhos significativos relacionados à sinergia dos agendamentos da central de relacionamento e das demandas dos laboratórios.
De acordo com Rafael Romanini, diretor do Delboni Auriemo, a redução das filas tem sido uma das principais conquistas. “Hoje conseguimos ter total controle das nossas operações à distância e acompanhar, em tempo real, o SLA de todas as unidades. Detectando os horários de pico, por exemplo, montamos a escala dos nossos profissionais. Atualmente, percebemos a redução de 34% no tempo médio de espera dos pacientes nas filas, considerando o mesmo período de janeiro de 2011, o que contribui positivamente para garantirmos a excelência no nosso atendimento”, afirma.
O sistema Tephra permite a gestão inteligente dos processos de ponta-a-ponta. Com a solução é possível emitir previsões, comparar com o que foi realizado na prática e, assim, especificar o trabalho de toda a equipe. Além disso, por meio da utilização do Tephra Web os atendentes podem solicitar trocas de horário, enviar mensagens para seus superiores, responder questionários e emitir relatórios de performance.
(Fonte: TI Inside, 27 de fevereiro de 2012)
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Hospital Universitário de Alagoas implanta sistema de gestão
Com o objetivo de tornar mais ágil o processo de faturamento e melhorar o controle de estoque, o Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, da Universidade Federal de Alagoas, contratou uma solução de gestão de saúde da MV. A implantação teve início em junho do ano passado e a previsão é que seja concluída em abril próximo.
Como todos os processos funcionavam manualmente, os benefícios que o sistema de gestão Soul MV trará para a instituição são grandiosos. De acordo com o gerente administrativo do Hospital, Duilio Cleto Marsiglia, entre as vantagens para a instituição, que realizava processos de faturamento e controle de estoque manualmente, estão a agilidade no atendimento ao paciente, a redução nos custos e a facilitação da conquista da acreditação ONA. “Com o sistema, é possível controlar melhor os estoques e comprar o material necessário e no tempo certo”, explicou.
Segundo os consultores Cristiano Nunes e Sérgio Carvalho, que deram suporte técnico à implantação do software no hospital, o Soul MV integra todos os setores da instituição, facilitando o acesso dos funcionários a informações essenciais como os indicadores hospitalares e os números da produção, além de gerar informações que permitem aos gestores tomarem decisões em tempo real. Assim, o sistema contribui para o desenvolvimento sustentável da instituição.
Cento e cinquenta estações de trabalho equipadas com o sistema já foram disponibilizadas aos usuários do Hospital, e a previsão é chegar a 180 ao final da implantação. Esses PCs serão serão utilizados por cerca de 1,2 mil usuários.
Marsiglia estima que a solução da MV, que recebeu investimento de R$ 2,8 milhões, possibilite uma redução de 30% dos custos do Hospital. Além disso, o gerente prevê o reaproveitamento dos funcionários - que deixarão de realizar algumas atividades - em outras funções carentes de recursos humanos. “Com a informatização, utilizaremos menos papel e pessoal, já que teremos o prontuário eletrônico, por exemplo”.
Com a solução, o hospital também ganhou um modelo processual que ajuda os gestores a tomar decisões com base de dados em tempo real e de forma integrada. Os primeiros setores utilizar a recurso foram a farmácia, o almoxarifado e a manutenção, em novembro.
Com 61 anos de existência, o Hospital Universitário Professor Alberto Antunes surgiu com a proposta de servir de campo de aplicações práticas para o ensino e a pesquisa na área médica. Atualmente, realiza mais de 7 mil consultas por mês, aproximadamente 450 cirurgias e cerca de 27 mil exames laboratoriais, abrigando 200 leitos.
(Fonte: TI Inside, 24 de fevereiro de 2012)
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Empresa lança no Brasil acesso móvel a prontuário eletrônico
A Alert Brasil, empresa que faz parte do grupo português Alert, começa a oferecer no Brasil a extensão móvel do "MyALERT", sua solução de Personal Health Record (PHR), uma espécie de prontuário eletrônico hospedado na nuvem, acessível pelo paciente e por seus médicos autorizados. A novidade permite o compartilhamento das informações e a inclusão de novos dados sobre a saúde do paciente a partir de smartphones e tablets com os sistemas operacionais Android e iOS. "É uma ferramenta que serve para a comunicação do paciente com o médico", descreve Luiz Brescia, diretor geral da companhia.
O uso de um prontuário eletrônico é particularmente útil no acompanhamento de doentes crônicos, como pessoas que sofrem de diabetes. Informações relevantes, como taxa de glicose e peso, podem ser incluídas diariamente pelo paciente no sistema e acompanhadas remotamente por um ou mais médicos autorizados previamente. É possível também planejar alertas, caso determinados parâmetros ultrapassem limites pré-configurados ou simplesmente para lembrar o paciente de ingerir um remédio. Esses alertas podem ser enviados por SMS tanto para o médico quanto para o paciente. O sistema também pode ser útil no acompanhamento pós-cirúrgico, explica Brescia.
O modelo de negócios ainda está sendo aprimorado. Inicialmente, na Europa, a empresa cobra 19 euros por ano pelo uso do portal pelo paciente. O preço independe da forma de acesso, seja pela web ou por dispositivos móveis. O download dos apps, claro, é gratuito. No Brasil, Brescia acredita que possa ser mais interessante vender para operadoras de planos de saúde ou até mesmo para governos, em larga escala, e cobrar por transações, em vez de licenças anuais. "Imagino que uma operadora de saúde que tenha hospitais próprios teria interesse que seus segurados usassem esse produto", explica o executivo.
A solução está sendo apresentada esta semana em uma conferência internacional de tecnologia em saúde, a HIMMS, que ocorre em Las Vegas.
(Fonte: TI Inside, 23 de fevereiro de 2012)
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Icesp informatiza 100% dos prontuários de pacientes
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira, vinculado ao governo paulista, é o primeiro hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) do país 100% digital. A tecnologia permite eliminar a necessidade da guarda de prontuários em papel e reduzir drasticamente o volume de impressões Como consequência, resulta na otimização do espaço físico – já que permite ampliar o espaço hospitalar para assistência –, agilidade no atendimento (não há mais perda de tempo devido ao transito do prontuário papel de um setor a outro), além de possibilitar uma atuação mais sustentável da instituição.
O nível de segurança obtido com o prontuário eletrônico e certificação digital de toda a equipe de assistência garantem ainda que, em todos os processos, haja uma conduta uniforme, padrão das melhores práticas de medicina, além de ser possível identificar em todos os passos, quem, quando, onde, e como foi executado um procedimento.
Os benefícios conquistados com a certificação também eliminam o retrabalho, comum nos processos de prontuário eletrônico sem assinatura, e otimizam as rotinas hospitalares. Agora, ao prescrever uma medicação, o médico não precisa mais esperar o prazo da enfermagem para assinar a prescrição em papel. O pedido eletrônico é válido e de acesso simultâneo a todas as áreas envolvidas.O sistema implantado no Instituto também elimina completamente a possibilidade de falsificação de assinaturas. "Diferente de um carimbo médico, que pode ser facilmente replicado, cada assinatura digital é única", garante o diretor de TI do Icesp, Kaio Bin.
O sistema de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, tem reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).
(Fonte: TI Inside, 16 de fevereiro de 2012)
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Agfa HealthCare equipa hospitais do Exército Brasileiro
A Agfa HealthCare está equipando 14 hospitais do Exército Brasileiro, por meio da IBF, seu distribuidor credenciado, que venceu a licitação pública de aquisição de equipamentos e materiais radiológicos, seleção conduzida com pregão eletrônico no final de 2010. A empresa iniciou o projeto de digitalização de imagens no Hospital Militar de Área de Porto Alegre e, até o momento, já equipou integralmente 12 hospitais. A Agfa HealthCare agora finaliza a implantação de seu sistema no Hospital Geral do Rio de Janeiro e na Policlínica Militar do Rio de Janeiro.
O Exército Brasileiro contará com sistemas de digitalização de exames da Agfa HealthCare; CR 85-X, CR 35-X, impressoras Drystar para impressão de exames sem uso de produtos químicos e o sistema de distribuição e visualização de imagens SE Suite, que inclui monitores de diagnóstico médico de alta resolução, de 3 e 5 mega pixels.
Segundo Dorival Cocchi, gerente de produto da IBF, a modernização dos hospitais militares trará inúmeros benefícios para médicos, Organizações Militares de Saúde (OMS) e também para os pacientes. “Os hospitais vão ganhar em agilidade e qualidade de imagem. O sistema diminui drasticamente eventuais erros durante a produção dos exames, o hospital ganha com a redução de consumo de produtos químicos e energia. A velocidade para retorno do laudo é imediata, e o paciente ganha pela qualidade do atendimento”, esclarece o gerente.
O Exército Brasileiro implementou em 2009 o Plano de Revitalização do Serviço de Saúde, que estabelece ações até 2014 como a capacitação e atualização dos profissionais de saúde da Força, o emprego de tecnologia da informação em saúde, e a modernização de todo o parque tecnológico do Serviço de Saúde do Exército.
De acordo com o diretor de Saúde do Exército, general de Divisão Médico Jaime Mendes da Costa, o projeto desenvolvido em parceria com a Agfa HealthCare possibilitará uma melhor oferta dos serviços médico-hospitalares, atualmente prestados à família militar nos Hospitais do Exército. “É uma transição do analógico para o digital importantíssima para o Exército Brasileiro. Teremos um grande salto de qualidade e rapidez no atendimento aos usuários do Sistema Médico-Hospitalar do Exército. Os médicos terão imagens de melhor qualidade para o diagnóstico, além de possibilitar uma significativa redução nos custos operacionais dos serviços de diagnóstico por imagem das OMS”, afirma. “É importante salientar que a aquisição de equipamentos médicos modernos sempre estimula o profissional de saúde, por permitir a execução de suas tarefas em um ambiente hospitalar com um moderno parque tecnológico”, defende.
Os sistemas da Agfa HealthCare estão sendo instalados de acordo com a complexidade dos hospitais. “O pregão eletrônico contemplou 3 categorias de hospitais, por isso contratamos diferentes produtos”, explica o general. A Agfa HealthCare está concluindo a última fase de entrega dos equipamentos e os profissionais do Exército já foram capacitados para receber a novidade.
(Fonte: TI Inside, 15 de fevereiro de 2012)
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Hospital recebe aporte de R$ 65 milhões para ser referência no Paraná
A quinta unidade da rede Aliança Saúde foi inaugurada em novembro do ano passado, em Curitiba, após investimentos da ordem de R$ 65 milhões. A direção do hospital afirma que o projeto foi concebido com o objetivo de oferecer serviços de saúde de alto nível no tratamento clínico e cirúrgico de média e alta complexidade e na prestação de serviços de diagnósticos. Trata-se do Hospital Marcelino Champagnat, que ocupa uma área de 27,4 mil metros quadrados, em um prédio de dez andares, que conta com sete salas cirúrgicas, 20 leitos de UTI geral, 11 leitos de UTI cardiológica e dois centros diagnósticos com 72 consultórios médicos.
Com um quadro de pessoal já completo, um mês antes da inauguração, os profissionais passaram por treinamentos em processos institucionais e rotinas de TI. Nesta área em particular, uma comissão composta por engenheiros e outros profissionais especializados em TI e telecom foi montada para planejar a infraestrutura mais adequada para a demanda inaugural e também para suportar futuras expansões.
O ambiente deveria acolher os equipamentos de diagnóstico por imagem, o serviço de rede de dados, acesso, estações de trabalho, prontuário eletrônico e outras futuras soluções que poderão vir a ser implementadas.
"Montamos uma comissão onde os engenheiros foram responsáveis pelo projeto de cabeamento das redes elétrica e de dados, enquanto a equipe de TI implementou as tecnologias após o término das obras", afirma o diretor de TI do Hospital Marcelino Champagnat, Marcos Shmeil.
O executivo explica que toda a infraestrutura do hospital está dividia em três setores: capacidade de comunicação, armazenagem e processamento. "Do ponto de vista de comunicação, contamos com uma rede de fibra óptica com 10 Gb de capacidade, que conecta o hospital ao CPD localizado fora do Marcelino Champagnat."
O armazenamento de dados é espelhado em outro local e realiza backups periódicos (diário, semanal, mensal e anual) para evitar qualquer comprometimento da segurança e da integridade das informações. O processamento de dados, segundo o executivo de TI, é feito por cinco servidores em cluster fora do hospital, que são agrupados e fazem uma distribuição de carga conforme seu uso.
Shmeil é cuidadoso ao falar sobre inovações pois, por se tratar de uma nova instituição de saúde, a TI do hospital ainda passa por ajustes técnicos na personalização e parametrização dos dispositivos, para que seja possível usufruir de toda a infraestrutura. "Planejamos a compra de mais dois servidores para aumentar a capacidade global de processamento", adianta.
Segundo ele, o projeto de infraestrutura de TI do hospital curitibano foi criado para suportar qualquer tipo de tecnologia. Inclusive a transmissão e o armazenamento de diagnósticas digitais, já que o backbone é composto por uma rede de transmissão em fibra óptica, para transmissão de dados; uma rede wireless, para uso administrativo e de pacientes; e cerca de 200 estações de trabalho conectadas a este ambiente.
(Fonte: TI Inside, 16 de fevereiro de 2012)
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Mais de um quarto dos médicos usam iPads no trabalho na UE, indica pesquisa
O iPad já é utilizado por 26% dos profissionais de saúde na União Europeia, conforme revela pesquisa da Manhattan Research feita na Alemanha, França, Espanha, Itália e Reino Unido. De acordo com o levantamento, o tablet da Apple ocupa hoje um tempo relevante dos médicos, além de substituirem outras mídias offline.
O tempo gasto com o dispositivo móvel evidencia o elevado índice de adoção do tablet para fins profissionais na área de saúde. Entre os médicos que possuem um iPad é citado que 27% do tempo trabalhado se dá por meio do aparelho. Apesar disso, os PCs ainda são as ferramentas mais utilizadas por esses profissionais, empregradas em 55% do tempo trabalhado – 18% restantes são destinados ao uso de smartphones.
O estudo conclui que grande parte dos profissionais de saúde reconhecem os benefícios do uso do tablet na área, já que 40% dos entrevistados disseram ter planos de adquirir um iPad nos próximos seis meses. O tablet é utilizado, primeiramente, para busca de informação de pacientes, leitura de artigos médicos, assistir vídeos e também para orientar os pacientes de uma maneira interessante.
(Fonte: TI Inside, 16 de fevereiro de 2012)
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Agfa HealthCare equipa hospitais do Exército Brasileiro
A Agfa HealthCare está equipando 14 hospitais do Exército Brasileiro, por meio da IBF, seu distribuidor credenciado, que venceu a licitação pública de aquisição de equipamentos e materiais radiológicos, seleção conduzida com pregão eletrônico no final de 2010. A empresa iniciou o projeto de digitalização de imagens no Hospital Militar de Área de Porto Alegre e, até o momento, já equipou integralmente 12 hospitais. A Agfa HealthCare agora finaliza a implantação de seu sistema no Hospital Geral do Rio de Janeiro e na Policlínica Militar do Rio de Janeiro.
O Exército Brasileiro contará com sistemas de digitalização de exames da Agfa HealthCare; CR 85-X, CR 35-X, impressoras Drystar para impressão de exames sem uso de produtos químicos e o sistema de distribuição e visualização de imagens SE Suite, que inclui monitores de diagnóstico médico de alta resolução, de 3 e 5 mega pixels.
Segundo Dorival Cocchi, gerente de produto da IBF, a modernização dos hospitais militares trará inúmeros benefícios para médicos, Organizações Militares de Saúde (OMS) e também para os pacientes. “Os hospitais vão ganhar em agilidade e qualidade de imagem. O sistema diminui drasticamente eventuais erros durante a produção dos exames, o hospital ganha com a redução de consumo de produtos químicos e energia. A velocidade para retorno do laudo é imediata, e o paciente ganha pela qualidade do atendimento”, esclarece o gerente.
O Exército Brasileiro implementou em 2009 o Plano de Revitalização do Serviço de Saúde, que estabelece ações até 2014 como a capacitação e atualização dos profissionais de saúde da Força, o emprego de tecnologia da informação em saúde, e a modernização de todo o parque tecnológico do Serviço de Saúde do Exército.
De acordo com o diretor de Saúde do Exército, general de Divisão Médico Jaime Mendes da Costa, o projeto desenvolvido em parceria com a Agfa HealthCare possibilitará uma melhor oferta dos serviços médico-hospitalares, atualmente prestados à família militar nos Hospitais do Exército. “É uma transição do analógico para o digital importantíssima para o Exército Brasileiro. Teremos um grande salto de qualidade e rapidez no atendimento aos usuários do Sistema Médico-Hospitalar do Exército. Os médicos terão imagens de melhor qualidade para o diagnóstico, além de possibilitar uma significativa redução nos custos operacionais dos serviços de diagnóstico por imagem das OMS”, afirma. “É importante salientar que a aquisição de equipamentos médicos modernos sempre estimula o profissional de saúde, por permitir a execução de suas tarefas em um ambiente hospitalar com um moderno parque tecnológico”, defende.
Os sistemas da Agfa HealthCare estão sendo instalados de acordo com a complexidade dos hospitais. “O pregão eletrônico contemplou 3 categorias de hospitais, por isso contratamos diferentes produtos”, explica o general. A Agfa HealthCare está concluindo a última fase de entrega dos equipamentos e os profissionais do Exército já foram capacitados para receber a novidade.
(Fonte: TI Inside, 15 de fevereiro de 2012)
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ECO Sistemas recebe certificação MPS BR
Larissa Araújo e Elizabeth Mocny se submeteram a uma avaliação em dezembro passado. Agora, podem participar como representantes da empresa na equipe de implementação oficial do MPS.BR. Entram para o seleto grupo de experts do programa de Melhoria do Processo do Software Brasileiro, da Softex (Associação Brasileira para Promoção da Exportação de Software). É uma obrigatoriedade do modelo ter colaboradores das empresas, que almejam a certificação, fazendo parte da equipe de avaliação com formação do curso oficial.
A ECO Sistemas é uma empresa com certificação MPS Br, nível F, e certificado internacional Capability Maturity Model Integration (CMMI), nível 2. Este passo de sua equipe vai ser fundamental para que a empresa ganhe, em 2012, novas certificações: MPS BR nível C e CMMI 3, referências de qualidade no desenvolvimento de softwares.
Larissa Araújo, que é gerente de Qualidade ECO Sistemas, já percebe os reflexos do aprendizado em seu dia a dia de trabalho, em modelos, templates e soluções empregadas. “Não temos um conjunto de artefatos “fake”. E sim, um SGQ (Sistema de Gestão de Qualidade), construído com esforço. Modelado com especialistas, para termos orgulho de falar que atuamos com desenvolvimento”, analisa.
Já Elizabeth Mocny, analista do setor de Qualidade, está mapeando os 18 processos solicitados pelo nível C (MPS-BR). Estudar para a prova foi um exercício complementar de ampliação do saber. Ele comemora: “É extremamente recompensante ver que, com determinação, esforço e foco em suas metas, os objetivos se concretizam”.
(Fonte: TI Inside, 15 de fevereiro de 2012)
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Ford e Microsoft fazem parceria para cuidados da Saúde
A Ford firmou uma parceria com a Microsoft e as empresas Healthrageous e BlueMetal Architects para pesquisar tecnologias que ajudem as pessoas a cuidar da saúde e do bem-estar enquanto estão dirigindo. O objetivo é propor soluções móveis com o conceito "carro saudável", que abre possibilidades de conexão aos serviços de saúde a bordo, através do dispositivo SYNC disponível em vários modelos da montadora.
"Esse equipamento de conectividade da Ford, que inclui sistema de navegação GPS, conexão Bluetooth para celular e internet, permite diversas soluções que vão desde encontrar o recurso hospitalar mais próximo a obter informações sobre uma doença, por controle de voz. Esse nosso novo campo de pesquisa tem como proposta criar um serviço geral de informações de saúde a bordo", diz Gary Strumolo, gerente do Centro de Pesquisa e Inovação da Ford.
"Carro saudável"
Segundo o especialista, a Ford busca desenvolver um veículo que cuide da saúde do seu proprietário. Várias razões fazem do carro uma plataforma ideal para a pesquisa e desenvolvimento nessa área. É um lugar conveniente, que oferece privacidade, facilita o acesso personalizado às informações, produtos e serviços que as pessoas precisam e permite aproveitar o tempo em que elas se deslocam no trânsito.
O objetivo das pesquisas é descobrir como levar os cuidados com a saúde para dentro do carro, de modo não invasivo, usando informações do monitor de pressão arterial, medidor de glicose e histórico de alergia do motorista, por exemplo, para promover um estilo de vida mais saudável.
O papel da Microsoft nessa parceria é traduzir as informações captadas por esses sensores para aplicativos que ofereçam interface por voz e toques na tela, integrando também dados biométricos de outros dispositivos.
Como funciona
A proposta do sistema é monitorar a saúde do motorista e gerar alertas em tempo real, usando os dados obtidos pelos sensores do veículo e registros de arquivo. O motorista também pode informar detalhes importantes de sua saúde – como a quantidade de copos de água consumidos durante o dia ou os remédios que tomou –, usando comandos de voz.
Esses dados seriam levados para a "nuvem" e processados junto com outros dados médicos para criar registros gráficos, que o motorista também poderia acessar depois de sair do veículo.
O objetivo é tornar a saúde mais acessível e ajudar as pessoas a ter uma qualidade de vida melhor", completa Mary Chalk, cofundadora e chefe de Marketing da Healthrageous.
Tendência
Segundo as pesquisas da Pew Research, dos Estados Unidos, o avanço das doenças crônicas não tem sido acompanhado no mesmo ritmo pelos serviços de saúde, o que limita o atendimento dos pacientes. Por isso, cada vez mais pessoas de todas as idades e classes sociais visitam os sites de saúde antes de ir ao médico, tornando essa uma das áreas mais populares da internet.
As razões para isso não são difíceis de entender. De acordo com as pesquisas:
• 93% dos entrevistados dizem buscar informações de saúde na internet porque é conveniente – querem a informação na hora, sem depender da agenda do médico;
• 83% dizem conseguir mais informação na web do que com os médicos;
• 80% afirmam que ter privacidade nas informações é importante para elas.
Além disso, a área de medicina e saúde foi a terceira que mais cresceu nos aplicativos para smartphones, com mais de 17.000 disponíveis para download. A expectativa é que, até 2015, 500 milhões de pessoas usem aplicativos móveis de saúde.
"Essa tendência indica que o automóvel pode ter um papel de destaque no segmento crescente da saúde e bem-estar digital, já que as pessoas passam boa parte do tempo a bordo de um veículo", explica Gary Strumolo
(Fonte: TI Inside, 6 de fevereiro de 2012)
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Hospital investe R$ 300 mil em dispositivos móveis com acesso ao prontuário eletrônico
O Hospital Samaritano, localizado no bairro de Higienópolis, na cidade de São Paulo, completou 118 anos de serviços prestados em janeiro. Ele dispõe de 313 leitos e em 2010 realizou quase 1,5 milhão de atendimentos, entre exames, partos, cirurgias e internações. A instituição vem investindo em TI para promover melhores práticas de assistência aos pacientes, entre os quais a utilização de dispositivos móveis, como tablets e notebooks, com total acesso ao prontuário eletrônico e certificação digital.
O ambiente de gestão hospitalar foi instalado pelo Samaritano em abril de 2009, mas antes do novo projeto, os terminais de acesso ao sistema ficavam apenas nos postos de enfermagem, nos consultórios médicos e nas farmácias, uma dinâmica um tanto quanto estática, porque para o corpo de enfermagem cuidar do paciente e realizar os controles era preciso que o profissional fosse até o leito anotasse todas as informações do paciente, como dosagem de remédios e histórico de internação, e voltasse ao ponto de apoio para lançar os dados no sistema. Os médicos só poderiam consultar essas informações através de seus computadores nos consultórios ou no posto de enfermagem.
Com um investimento de R$ 300 mil, o complexo realizou a implantação da tecnologia móvel, que permite a atualização dos dados no prontuário eletrônico já na beira dos leitos, conferindo maior rapidez e segurança para a atividade assistencial. Como se o posto de enfermagem estivesse dentro de cada leito. Os produtos foram escolhidos por serem destinados ao uso profissional e com configuração específica para o ambiente hospitalar, em razão do controle de infecção hospitalar.
Os tablets da empresa Motion são utilizados em algumas unidades de internação e nas Unidades de Terapia Intensiva, espaços menores e que requerem maior mobilidade, e na Farmácia, para atividades mais específicas, como conferência de medicamentos e orientação dos pacientes de maneira dinâmica na hora da alta. Já os notebooks Dell são utilizados em algumas unidades de internação, ou seja, áreas maiores, onde há necessidade de se atender vários leitos em uma única saída do posto de enfermagem.
O gerente executivo de TI do Hospital Samaritano, Klaiton Simão, explica que entre os motivos para a escolha pelos tablets da Motion está a viabilidade técnica de rodar o aplicativo de gestão hospitalar utilizado pelo hospital desde 2007. "Optamos pelos tables da Motion principalmente porque eles rodam Windows. Nosso aplicativo de gestão hospitalar não tem uma versão para a plataforma Android ou para IOS por exemplo, então tivemos que considerar como requisito imprescindível que os sistema operacional dos dispositivos fosse Windows", informa Simão.
Ainda de acordo com o gerente, a escolha por adaptar o dispositivo à aplicação foi acertada, pois assim economizou-se tempo e dinheiro. "A utilização dos dispositivos após a implementação foi muito rápida, pois já tínhamos toda a estrutura de rede sem fio montada e todos os colaboradores já estavam treinados para usar o sistema de gestão, que não foi trocado. Basicamente, passamos por um treinamento para a utilização dos tablets e dos notebooks, e em uma semana estava tudo já bem encaminhado. A rede de internet sem fio, que atende todo o hospital, e o sistema de gestão foram fundamentais para implantar os equipamentos", pontua.
A intenção do hospital é que até o fim deste ano todas as unidades de internação, que contam com 313 leitos, passem a utilizar os dispositivos móveis. "Além da conferência do medicamento na farmácia e no posto de enfermagem, com estas ferramentas a equipe passou a verificar pelo sistema se aquele medicamento e dosagem estão sendo aplicados no paciente e no horário corretos, por meio de um código de barras presente na pulseira do paciente", explica o gerente.
O hospital também pretende investir na questão da segurança da informação, que é uma questão de muita importância, de acordo com o gerente é uma grande vulnerabilidade, por conta exatamente dessas tecnologias de mobilidade que trás um paradigma novo para o pessoal de TI, "é muito mais difícil administrar a segurança da informação hoje do que dois ou três anos atrás". "Porque hoje tudo é móvel, virtualizado, por isso a segurança é uma prioridade aqui", finaliza.
(Fonte: TI Inside, 3 de fevereiro de 2012)
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Drogaria São Paulo automatiza monitoramento de TI e reduz falhas
A Drogaria São Paulo, uma das maiores rede de drogarias do país com mais de 350 lojas espalhadas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, decidiu automatizar o monitoramento da sua infraestrutura de rede. Para isso, a drogaria, cujas operações funcionam em regime 24X7, que não podem ser interrompidas, saiu em busca de uma parceira que pudesse atender a necessidade de alta disponibilidade da rede.
A empresa escolhida foi a e-Deploy, especializada no desenvolvimento de aplicações web, móveis, hosting e monitoramento remoto, que conta com a solução Watcher, desenvolvida internamente e que automatiza boa parte das rotinas de TI. Considerado uma ferramenta de análise estratégica, o Watcher passou a monitorar os 60 servidores e regras de negócios da Drogaria São Paulo. O sistema acompanha o ERP da Oracle/PeopleSoft e todos os processos administrativos e de vendas que vêm das lojas, principalmente do estado de São Paulo, mas também presentes nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Qualquer sinal de falha é percebido pelo sistema, que emite alertas e toma as medidas corretivas necessárias.
De acordo com Renato Cesar Barros, gerente de TI da Drogaria São Paulo, já em 2009 a empresa sentia necessidade de manter o seus serviços de TI em funcionamento 24 horas por dia, por conta de seu recente e vertiginoso crescimento. Paralelamente a essa necessidade, sua equipe de TI já tinha ótimas referências da utilização do Watcher pelo McDonald's. "Juntamos as duas coisas, sem falar do custo mais competitivo em relação a outras três empresas de mercado consultadas, e resolvemos adotar a ferramenta da e-Deploy", conta Barros.
As monitorações feitas pelo Watcher são feitas em três níveis distintos: banco de dados, servidores e processos. No caso dos bancos de dados, por exemplo, um painel indica a atividade e o status de cada um. Se houver uma parada, ele toma uma medida corretiva, como a alocação de mais espaço no banco de dados.
Visão proativa
Eude Ferreira, gerente de banco de dados da Drogaria São Paulo, conta que a gestão da infraestrutura com o sistema permite, também, uma visão proativa e que se antecipa às necessidades. Ele conta, por exemplo, que a entrada das lojas Drogão na rede de TI, acabou se tornando um processo transparente também graças a consultoria constante da e-Deploy.
No caso dos servidores, o gerente explica que o sistema faz a monitoração dos discos, memória, sistema operacional, hubs e links para certificar que estão funcionando sem avarias. "Mas se houver alguma ocorrência, ele envia alertas à equipe de TI", explica. A monitoração dos processos contempla as transações que são realizadas nas lojas e os processos críticos de negócio (compras, cálculo de planejamento de demanda, entre outros). "A rede precisa estar respondendo satisfatoriamente e aceitando as novas transações de forma ininterrupta", conclui.
(Fonte: TI Inside, 3 de fevereiro de 2012)
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Saúde suspende contratos e anuncia novo sistema de informatização em hospitais federais do Rio
O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira, 27, mais uma etapa da reestruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro. Serão suspensos, a partir de publicação de portaria, 37 contratos de obras e engenharia nos hospitais Andaraí, Lagoa, Ipanema, Cardoso Fontes, Servidores do Estado e Bonsucesso. Também serão cancelados de imediato quatro contratos de locação de equipamentos de videocirurgia e endoscopias digestivas e respiratórias. A determinação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi anunciada em entrevista coletiva realizada em Brasília.
A ação, realizada em conjunto com a Controladoria Geral da União, analisa um total de 99 contratos, firmados entre 2008 e 2010, sendo 30 de serviços continuados, 41 de insumos e medicamentos, 16 de aluguel de equipamentos e 12 de obras. As auditorias foram solicitadas pelo ministro da Saúde em abril do ano passado.
As auditorias ainda não chegaram à sua conclusão final, mas as análises preliminares apontam para desperdício de recursos públicos, seja por deficiências de gestão, sem necessariamente indicar má fé, seja por indícios de irregularidades. Entre as suspeitas apontadas pelas auditorias estão formação de cartel entre fornecedores, direcionamento de licitações e sobrepreço.
“Apesar de as auditorias ainda não estarem concluídas - todos os hospitais têm até a próxima semana para apresentar os seus posicionamentos-, o Ministério da Saúde resolveu adotar medidas com o objetivo de evitar o desperdício de recursos públicos”, explicou Padilha.
Sistema informataizado
O ministro Alexandre Padilha também anunciou a implementação de sistema informatizado online nos hospitais federais, capaz de registrar os estoques, controlar o almoxarifado e as farmácias, monitorar os atendimentos realizados e elaborar o prontuário eletrônico dos pacientes. O sistema também fará o rastreamento de insumos distribuídos, desde a hora da compra até o uso pelo paciente.
O sistema já está em funcionamento no hospital da Lagoa e começa a funcionar, ainda nesta semana, em Ipanema. O próximo será o Cardoso Fontes. Até o fim deste ano, todos estarão informatizados.
Também foi anunciada a instituição de programa permanente de avaliação da satisfação do usuário, que servirá de base para a elaboração de relatórios semestrais de avaliação da qualidade do atendimento.
O Ministério da Saúde vem adotando uma série de ações para aprimorar a gestão e otimizar o uso de recursos do SUS e a qualidade do atendimento à população. Medidas como compra centralizada de produtos estratégicos, negociação direta do ministério com fornecedores e adoção de bancos de preços internacionais geraram economia de R$ 1,7 bilhão nos gastos com a compra de medicamentos e insumos em 2011 em comparação a 2010.
No Rio de Janeiro, o Departamento de Gestão dos Hospitais Federais vem implantando medidas administrativas para aperfeiçoar a gestão dos hospitais e combater o desperdício. Exemplo disso foi a centralização da compra dos insumos estratégicos, antes adquiridos por cada hospital, com diminuição de R$ 40,4 milhões nos custos globais e redução média de 20% nos preços individuais. Para conter perdas, o sistema de controle dos estoques dos hospitais foi aperfeiçoado. O planejamento de aquisição de insumos e medicamentos foi refeito de forma a permitir uma melhora na avaliação das necessidades e dos procedimentos licitatórios.
Com a reestruturação administrativa, todas as licitações para aluguel de equipamentos, obras e serviços nos seis hospitais passam a ser centralizadas pelo Departamento de Gestão Hospitalar. Além de ganhar escala e poder de barganha, a unificação permite a uniformização das aquisições, ampliando a transparência e facilitando a fiscalização. As informações são do Portal da Saúde do Ministério da Saúde.
(Fonte: TI Inside, 31 de janeiro de 2012)
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Felício Rocho adere ao conceito de hospital sem papel
Em 2010, quando decidiu implantar um sistema de gestão hospitalar (ERP), o Hospital Felício Rocho, localizado em Belo Horizonte, se deparou com uma necessidade ainda maior: substituir toda a infraestrutura de TI – servidores e sistemas de rede, principalmente – para suportar também a automação de processos.
A instituição é referência estadual em medicina de alta complexidade. Possui mais de 300 leitos e, na área operacional, conta com cerca de 400 médicos, suportados por mais 1,5 mil profissionais nas áreas administrativas e técnicas. Em julho de 2010, o hospital iniciou um projeto de TI em parceria com a IBM e a Plano TI. A iniciativa permitiu a adoção do prontuário eletrônico, automatização dos processos e a eliminação de documentos físicos como fichas de atendimento e de controle de pacientes e internações.
Quando buscou a IBM, a principal necessidade da instituição era adequar a infraestrutura para a substituição do ERP em uso pelo da gaúcha MV, o pacote MV Sistemas, o qual serviria de base para o projeto "hospital sem papel". O maior desafio era conter o aumento do custo de energia e licenciamento de software, já que seu desenho previa um expressivo investimento, além do fato de o novo ambiente de servidores e a solução de armazenamento de dados serem implantados sem que os antigos fossem desligados.
Para isso, os sistemas de gestão da MV, até então separados pelas áreas financeiras e assistenciais, foram integrados a um único servidor IBM. O projeto, finalizado em fevereiro do ano passado, custou à entidade cerca de R$ 3 milhões. Os processos estão sendo totalmente automatizados, a partir da adoção do prontuário eletrônico e a eliminação de documentos em papel.
Os benefícios da solução ao hospital devem se estender aos pacientes, pois sua implantação, segundo a instituição, acelerou não só o atendimento ao paciente, como também a automação dos processos de internação/hotelaria, aplicação de medicamentos e farmácia – com integração aos processos da área de enfermagem. Outros indicadores informam que, na área de TI, o consumo anual de energia deverá ser reduzido em 40% e os custos de licenciamento de software devem cair cerca de 50%. "Os processos estão muito mais ágeis e as informações não se perdem mais", afirma o diretor técnico do Felício Rocho, Múcio Pereira Diniz.
O sistema também conta com telas de LCD com painéis informativos do sistema MV sobre o atendimento dos pacientes, internações, informações médicas e gerenciais, além dos processos de controle de enfermaria e farmácia. "Os familiares, por exemplo, são informados sobre o estado do paciente por meio desses painéis eletrônicos. A mensagem passa de dentro do bloco cirúrgico para a sala de espera", explica Diniz.
A solução envolveu a aquisição da solução IBM BladeCenter H, com dois servidores PS701 com oito núcleos – baseados no processador Power7 – destinados ao sistema de banco de dados; dez servidores blade com processadores Intel, HS22; além de um storage DS5020 e uma unidade de armazenamento em fitas TS3200 tape library para automação do backup. Dezesete palms foram entregues aos funcionários dos postos de enfermagens e bloco cirúrgico. A previsão é que os equipamentos também sejam adotados no CTI. Para 2012, o Hospital projeta um crescimento de 15% no faturamento, desempenho que em 2010 foi de 8% em relação ao ano anterior.
(Fonte: TI Inside, 30 de janeiro de 2012)
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UDDO instala diagnóstico de imagem no Hospital IBCC
A unidade de Medicina Nuclear da UDDO do Hospital do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), em São Paulo, conta agora com o PET-CT, equipamento que reúne os recursos da tomografia computadorizada e sistema de diagnóstico por imagem. O PET-CT Discovery 600, da GE, recém-instalado permite localizar com maior precisão tumores, avaliar patologias coronárianos e neurológicos, com a vantagem de expor os pacientes a menor nível de radiação.
Com o novo equipamento de PET-CT, a unidade UDDO do IBCC passa a ser uma das únicas instalações no país a contar com o que há de mais avançado em exames de medicina diagnóstica nuclear. "No último congresso da Radiology Society North America (RSNA), realizado em dezembro, verificamos que tecnologias de diagnóstico com menos radiação é uma das fortes tendências do momento", afirma Dr.Shlomo Lewin, um dos médicos fundadores da UDDO. "Estamos sempre atentos para as novas tendências e sempre procuramos nos manter atualizados para oferecer exames com recursos avançados da medicina nuclear, a cerca dos 3 mil pacientes por mês que procuram as nossas unidades”.
Recursos avançados - O PET-CT convencional alia, em um único sistema, os recursos da tomografia por emissão de pósitrons (PET) e da tomografia computadorizada (CT). A tecnologia combina as imagens e informações das funções biológicas dos órgãos internos registradas pelo PET e os dados e imagens da anatomia do corpo, como tamanho e formato, do CT. A partir da combinação das duas técnicas, os médicos podem visualizar e identificar com mais precisão a área afetada pelo tumor, obstruções coronarianas, desordens no sistema nervoso entre outros.
O modelo Discovery 600 da unidade da UDDO no IBCC traz, entre as inovações, recursos para visualização e análise da anatomia e a da estrutura dos órgãos do paciente em imagem 3D, subsistemas que promovem melhor gerenciamento dos movimentos cardiorrespiratórios. Além do leito que proporciona maior conforto ao paciente, o equipamento conta com sistema de gerenciamento que permite ajustar a dose ou tempo de exposição à radiação, para que o paciente receba radiação na medida certa para obtenção de imagens de qualidade.
Outro destaque do sistema é o seu maior poder de processamento, que permite obter os resultados dos exames em poucos minutos.
(Fonte: TI Inside, 23 de janeiro de 2012)
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Agfa HealthCare automatiza PS do M'Boi Mirim
A Agfa HealthCare está implementando dois novos módulos de seu sistema de gestão hospitalar no Pronto Socorro do Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsch - M’Boi Mirim. Os módulos de Emergência e Painel de Chamadas, ambos fabricados pela WPD, recém adquirida pela Agfa HealthCare, devem ser instalados até fevereiro, facilitando o atendimento dos mais de 15 mil pacientes que passam pelo PS do hospital mensalmente.
Atualmente, mais de 80% das internações hospitalares são provenientes do Pronto Socorro e o movimento diário no setor é enorme, exigindo organização e controle por parte dos atendentes. O sistema, segundo Robson Miguel, gerente de vendas da Agfa HealthCare/WPD, garante organização das filas de atendimento, com controle de tempo de cada etapa, controle de estoque, faturamento, exames e toda a informação do paciente no prontuário. “Atualmente, o hospital necessita de uma ferramenta para auxiliá-lo na automação e controle de fila de atendimento, uma vez que somos o principal serviço de emergência da região”, diz Dr. Silvio Possa – Diretor Geral.
O Hospital atende pacientes do SUS – Sistema Único de Saúde e com as novas ferramentas em implementação, integradas ao módulo wSUS da WPD, todo o processo de apontamentos e faturamento estarão funcionando sobre uma mesma plataforma sistêmica, facilitando sobremaneira o envio dos relatórios e prestações de conta a Secretaria Municipal de Saúde.
A subprefeitura de M’Boi Mirim abrange os distritos do Jardim Ângela e Jardim São Luiz. Trata-se de uma região de classe média baixa e populosa, habitada por cerca de 600 mil pessoas, que devem ser beneficiadas com a automação do Pronto Socorro do Hospital M’Boi Mirim. “As pessoas passarão a ter um histórico de atendimento no PS. E isso, sem dúvida, facilita o trabalho de atendentes e principalmente dos médicos”, observa Dr. Silvio.
(Fonte: TI Inside, 23 de janeiro de 2012)
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Unimed Blumenau centraliza informações estratégicas
O que profissionais administrativos, médicos, enfermeiros e assistentes esperam das soluções TI oferecidas pela corporação para a qual trabalham? A Unimed de Blumenau realizou uma pesquisa interna e constatou que 26% do seu público queriam um sistema que trouxesse painéis de indicadores, 23% pediam uma solução que acompanhasse o uso do plano pelo usuário e 22% buscavam facilidade na identificação dos casos elegíveis.
Os empregados elegeram os três vetores de configuração do HB.Prever, um sistema da HBSIS, adotado pela Unimed Blumenau para integrar suas informações estratégicas. Além de alinhado à demanda dos profissionais, o projeto teve o objetivo de suportar a ampliação da rede regional integrada de hospitais próprios da Unimed Blumenau, que reúne as duas unidades do hospital da cooperativa de saúde, e que no dia 21 de novembro de 2011 finalizou a primeira etapa da terceira unidade hospitalar, no bairro de Vila Nova.
A Unimed Blumenal conta com 90 mil clientes, 618 médicos cooperados, 172 funcionários, 11 hospitais conveniados (sendo dois Hospital Dia) e quatro ambulâncias (UTI's) para atender 11 municípios. O primeiro benefício identificado após a implantação do sistema foi a possibilidade de integração com quaisquer outros sistemas de gestão.
Segundo Felipe Ricardi de Souza, diretor de tecnologia/suprimentos da Unimed Blumenau, antes do HB.Prever, os dados eram controlados em planilhas, o que dificultava a consolidação e o acompanhamento das informações. Por meio do painel gerencial, os profissionais da Unimed Blumenau têm uma completa e integrada visualização das informações. A centralização das informações permite ganho de produtividade e acompanhamento de todo o histórico de saúde dos beneficiários, os dados são fáceis de visualizar e os índices trazem uma visão estratégica que facilita a tomada de decisão, agilizando o atendimento aos usuários.
O Programa de Prevenção ao Câncer de Mama é uma das iniciativas impulsionadas pelo sistema de integração de informações. O objetivo era aumentar a cobertura de mamografias nas mulheres entre 40 e 75 anos, exame essencial e que pode salvar e garantir qualidade de vida. Com o auxílio do HB.Prever, a cobertura de mamografia na faixa etária prevista aumentou de 30% para 45%. "A maior vantagem obtida com o sistema foi a economia de tempo", destaca o gerente de atenção à saúde da Unimed Blumenau, Fernando Eskelsen do Nascimento.
De acordo com ele, antes do HB.Prever, todo o processo do Programa de Prevenção ao Câncer de Mama era manual. "Tínhamos muitas planilhas e muitos dados desconectados. Aumentamos a produtividade, melhoramos os processos, temos qualidade nas informações e segurança nos dados", destaca Nascimento. Com isso, a equipe passou a ter mais tempo para contatar as beneficiárias e agendar os exames, agilizando os processos da cooperativa.
Desde a implantação do HB.Prever, mais de 3000 mulheres colocaram suas mamografias em dia e 11 casos de câncer de mama foram diagnosticados, a maioria em estágio inicial. Vale lembrar que quanto antes detectada, maiores as chances de cura para a doença. Além de auxiliar na prevenção de milhares de mulheres, o HB.Prever também trouxe a economia para a Unimed Blumenau, pois em casos avançados, o tratamento de câncer de mama custa em média R$ 100 mil para as operadoras de saúde.
Com os bons resultados, em 2010 a cooperativa também passou a utilizar o sistema no Programa de Gerenciamento de Saúde, voltado a pacientes com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e obesidade.
No último ano a Unimed investiu na ampliação do atendimento e na melhoria da comunicação (dados e voz) de suas unidades, buscando a redução de custos. A proposta era melhorar a estrutura de comunicação com fibra ótica, implementar URA (Unidade de resposta Audível) e renogociar as tarifas. Ricardi explica que, no modelo anterior, a comunicação era realizada através de rede vetor, internet independente em cada unidade, com um custo mensal de R$ 23 mil. Hoje, com a atualização para fibra ótica e centralização da internet na sede da coorporativa, o custo mensal caiu para R$ 15 mil, sendo que o investimento para essas mudanças foi de R$ 65 mil.
Entre os resultados para esses investimentos, está a redução do custo anual de telefonia e transmissão de dados para aproximadamente R$ 250 mil, além de um melhor atendimento para os clientes e disponibilização de serviços para os cooperados.
(Fonte: TI Inside, 20 de janeiro de 2012)
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Inovação na gestão de pacientes garante economia para a Sistel
No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 75,5% dos idosos – acima de 60 anos – têm alguma doença crônica. Uma especificidade para a qual a Fundação Sistel de Seguridade Social, fundo de pensão multipatrocinado, com capital de R$ 9 bilhões, adquiriu ferramenta específica de gerenciamento, visando ampliar a qualidade de vida de seus segurados. A fundação administra planos de benefícios para o setor de telecomunicações, entre eles o Pama - Plano de Assistência Média ao Aposentado, que abrange cerca de 45 mil pessoas em todo o Brasil, e após uma pesquisa de mercado, escolheu a AxisMED, empresa de gestão de doentes crônicos, para compor a solução dedicada ao monitoramento de clientes crônicos.
Dois fatores pesaram em benefício da escolha da AxisMED: o fato de a empresa, formada em 2002, já monitorar cerca de 3,5 milhões de pacientes, e ter como clientes empresas como a AmBev, Bradesco e Unimed. "Buscávamos um programa com critérios de seleção que permitissem abranger realmente os usuários, cujos objetivos atendessem as suas necessidades com metodologia de apuração dos resultados pré-definida", informa Claudio Munhoz, diretor de seguridade da Sistel.
Assim, para a implantação do programa, foram estabelecidos os seguintes objetivos: abrangência nacional com inclusão inicial de 500 monitorados; metodologia pré-definida e validada para acompanhamento de resultados através de indicadores clínicos, financeiros, operacionais e de satisfação dos participantes; inclusão de pelo menos 75% da população eleita para o programa em curto prazo; e a distância entre a Sistel (sediada em Brasília) e a AxisMed (em São Paulo) não poderia interferir no andamento do projeto.
Segundo o diretor de seguridade da Sistel, a integração das diferentes pessoas, conhecimento e processos envolvidos no gerenciamento dos doentes crônicos exige uma infraestrutura robusta, que inclui data center, sistemas (CRM e BI) e funcionalidades operacionais (dispositivos que permitam interação com o paciente). Para esse foco, a solução instalada peça empresa contou também com o esforço da A5 Solutions, que promoveu a integração de plataformas de comunicação e das soluções de contact center.
Batizado de "Viver Melhor", o projeto foi implantado em 20 dias, no início de 2007, integrando primeiramente 500 pacientes. O primeiro grupo de usuários inseridos no sistema apresentava alta complexidade, pois contemplava pessoas com 64 anos; 98% com alto risco de instabilidade; 30% utilizavam mais de sete medicamentos por dia; 89% apresentavam mais de uma doença crônica; e 60% não possuíam médico de referência.
O sistema monitora esses pacientes, enviando dados à Sistel sobre o uso de medicamentos, horários marcados com os médicos e número de visitas a hospitais, além disso, disponibiliza aos médicos a ficha completa e atualizada de cada um deles.
Após um ano de operação do projeto piloto, a Sistel passou a monitorar os pacientes com cardiopatia, o que permitiu o controle de complicações inerentes a insuficiência coronariana; 87% dos pacientes diabéticos passaram a realizar o controle glicêmico e mais de 40% mudaram positivamente seus hábitos. "Em uma população de alto risco, tais mudanças envolvem alteração de crenças e valores visando o autocontrole. Observamos resultados superiores aos 40% normalmente esperados em programas dessa natureza", afirma Adriana Meirelles, gerente de gestão de planos assistenciais. Ela informa que após o piloto, de 12 meses, foi realizada uma extensa pesquisa de satisfação com os pacientes monitorados, na qual 92% afirmaram que aprovava o projeto e o indicaria a parentes e amigos.
A empresa não fornece os valores da aquisição do sistema, mas afirma que financeiramente o programa rendeu à Sistel uma economia líquida de 32% e um retorno sobre investimento (ROI) de 2,89%, superando em quase duas vezes a meta estipulada contratualmente e, consequentemente, demonstrando a eficácia do gerenciamento mesmo em carteiras complicadas. "Temos a convicção da necessidade de atuar sempre com o foco direcionado às expectativas de nossa população, por isso decidimos por uma empresa que nos apresentou resultados com indicadores comprovadamente factíveis no que diz respeito ao gerenciamento de doentes crônicos", diz a gerente.
"O programa Viver Melhor comprovou claramente ter impacto em curto e longo prazo. Continua a produzir resultados muito positivos na população monitorada há mais tempo e também alcançou rapidamente as metas colocadas na expansão do programa que ocorreu em 2009", finaliza Munhoz.
(Fonte: TI Inside, 16 de janeiro de 2012)
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SBIS elabora projeto para profissionalização da Informática em Saúde
A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) está lançando o proTICS - Programa de Profissionalização da Informática em Saúde, cujo objetivo e discutir e definir um modelo brasileiro de carreira para o profissional de Saúde
O proTICS possui duas grandes iniciativas:
a) Projeto de Capacitação Profissional: tem o objetivo de fomentar e estimular a criação de novos cursos de graduação e, especialmente, pós-graduação na área de informática em saúde, sejam cursos curtos ou longos, presenciais ou à distância. Além disso, objetiva colaborar com a definição do conteúdo mínimo e critérios de qualidade para que assim ocorra o credenciamento deste curso no proTICS, obtendo o reconhecimento oficial da SBIS.
b) Processo de Certificação Profissional: a SBIS está preparando um processo de certificação para o Informata em Saúde, com o objetivo de reconhecer as competências essenciais deste profissional e assim oferecer um certificado, um reconhecimento de sua sociedade científica, na forma de um Certificado Profissional em Tecnologia da Informação e Comunicação em Saúde (cpTICS).
Para isso, a SBIS elaborou uma série de documentos de referência que estão em Consulta Pública até 15 de fevereiro de 2012. Nestes documentos estão descritos os fundamentos e conceitos, bem como todos os detalhes do proTICS.
Nas próximas semanas, a Comissão de Educação da SBIS estará trabalhando na elaboração das regras e das questões de prova (exame) do cpTICS. A expectativa da diretoria da SBIS é que o primeiro exame seja oferecido durante o próximo Congresso Brasileiro de Informática m Saúde (CBIS), em dezembro de 2012.
Para ver todos os documentos e enviar suas críticas, sugestões e dúvidas durante esse período de Consulta Pública entre no site: www.sbis.org.br e clique no link do "proTICS.
(Fonte: TI Inside, 16 de janeiro de 2012)
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GE e Senai firmam convênio para capacitação de técnicos em equipamentos biomédicos
A GE Healthcare, braço da General Electric na área de produtos para a área de saúde, vai investir US$ 50 milhões até 2015 num programa de produção de equipamentos hospitalares na sua fábrica de Contagem, em Minas Gerais, para nacionalização da produção de aparelhos de tomografia e ressonância magnética, qualificação e formação de profissionais. A informação é de Rogério Patrus, presidente e CEO da GE Healthcare para a América Latina, que assinou nesta quinta-feira, 12, um convênio como Senai São Paulo para formação de mão de obra técnica na área de equipamentos biomédicos. A empresa vai aplicar R$ 4 milhões na modernização do laboratório que receberá diversos tipos de equipamentos de diagnóstico e tratamento médico da entidade.
Segundo executivo, isso faz parte do investimento total de US$ 550 milhões que o grupo irá fazer nos próximos três anos em todas suas áreas de negócios e demonstra a expectativa positiva em relação ao mercado brasileiro. "O PIB Nacional deverá crescer entre 3% a 4%, mas na área de healthcare vamos crescer muito acima desses índices e expandir nossas bases de clientes, principalmente em outras regiões do pais", afirma Partrus.
Com a parceria, a companhia consolidou dois grandes projetos: a fundação do primeiro centro de treinamento técnico da América Latina, que vai funcionar na unidade do Senado instalada no bairro de Vila Leopoldina, em São Paulo, e o incremento do programa Genext, específico para formação e contratação de profissionais. O programa já contratou 13 profissionais que agora iniciam o ciclo de treinamento.
Para Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP), a parceria consolida um trabalho realizado pela entidade desde 2006 e agrega novas tecnologias aos programas de formação profissional voltados para o segmento. "Os alunos terão acesso a equipamentos sofisticados, um dos pilares da qualidade de ensino do Senai-SP."
A Escola Senai Mariano Ferraz, constituída em 2006, é a única com curso técnico em manutenção e reparação de equipamentos biomédicos do Brasil. Nesse período, já formou 548 profissionais. Ele receberá 56 equipamentos hospitalares como ultrassons, monitores de sinais vitais e uma ampla gama de aparelhos voltados ao suporte à vida como respiradores de UTI, incubadoras, aparelhos de anestesia, entre outros. O projeto traz benefícios para a GE Healthcare, que poderá formar seus empregados localmente.
A área de saúde na Fiesp tem um projeto chamado Comsaúde - Comitê de Cadeia Produtiva da Saúde - criado em maio de 2007, cujo objetivo é colaborar para a melhoria da prestação de serviços para que beneficie o atendimento e se consiga um reflexo imediato e progressivo para toda a cadeia produtiva do setor.
De acordo com Luiz Verzegnassi, diretor de serviços da GE Healthcare para a América Latina, a companhia está muito otimista com a parceria. "Esperamos contribuir para a contínua formação da mão de obra técnica, de forma a atender o crescimento do setor de equipamentos hospitalares no Brasil e garantir a fidelização dos nossos clientes."
(Fonte: TI Inside, 12 de janeiro de 2012)
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Futureclinic introduz medicina genômica em sistema de saúde espanhol
A Indra em conjunto com a Bull Espanha estão implantando o projeto ‘FutureClinic’, que visa a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a introdução da medicina genômica personalizada no sistema de saúde. O projeto, promovido pela prefeitura de Valência, através do Departamento de Saúde, conta com um prazo de execução de dois anos, findo o qual espera-se obter um piloto para demonstrar a eficiência da medicina genômica e seu potencial de redução de custos no sistema de saúde.
A Indra lidera este projeto em conjunto com a Bull Espanha, através de um consórcio no qual também está presente a Universidade Politécnica de Valência, por meio de seu Instituto de Pesquisa 3 OPI; as empresas valencianas GEM BioSoft; o Instituto de Medicina Genômica (Imegen); iProcuratio Consultores e VeraTech for Health SL; entre outras organizações de pesquisa como o Instituto Tecnológico de Informática (ITI), a Fundação para a Pesquisa de Saúde e Biomédica da Comunidade Valenciana (FISABIO), o Centro de Pesquisa Príncipe Felipe (CIPF), o Centro de Pesquisa em Métodos de Produção de Software (PROS) e o Instituto de Instrumentação para Imagem Molecular (I3M).
O ‘FutureClinic’ prevê contribuir para o avanço da medicina genômica apostando em sua eficiência e menor custo em comparação com os sistemas de saúde atuais, assim como assumir a consequente reforma dos sistemas de informação clínicos para armazenar e gerenciar a informação gerada. As análises, desenho e desenvolvimento da solução proposta serão realizados no cenário real da Comunidade Valenciana, a fim de aproveitar as sinergias de outros projetos já em andamento e alinhados com os desafios encontrados na ‘FutureClinic’.
Para isso, o projeto conta com várias linhas de atuação como a pesquisa de novos algoritmos e sistemas de processamento sobre informação genômica, o que permitirá um maior rendimento e rapidez em análises e, em consequência, no tratamento das doenças. Estudará, também, a integração da informação genômica com os sistemas de saúde atuais e a representação dos dados para o profissional médico, de maneira que se possam desenvolver soluções que permitam incorporar o genoma dos pacientes e o genoma das doenças nas análises clínicas. Além disso, o projeto também contempla a criação de um Escritório Estratégico de Bioinformática no Centro de Pesquisa Príncipe Felipe.
O ‘FutureClinic’ provará a possibilidade de incorporação dos dados genômicos no sistema de saúde através dos casos reais com grupos clínicos da Comunidade Valenciana. Aplicar-se-ão os conceitos alcançados desenvolvendo um sistema integral que permita usar os dados genômicos do paciente dentro do sistema de saúde, para melhorar o diagnóstico e prognóstico das doenças. Os grupos clínicos colaborarão na definição dos dados necessários na medicina clinica e a interface mais apropriada para que o médico consulte esta informação.
Após a fase de pesquisa e prova de conceito que será desenvolvida neste projeto, os resultados poderão avançar para uma fase de desenvolvimento, protótipos e, posteriormente, comercialização. Para ajudar a divulgar os resultados será criada uma página web onde se poderá conhecer o desenvolvimento do projeto.
Benefícios
A solução resultante vai ajudar a avançar no estudo e conhecimento da informação genômica, assim como na concepção dos atuais sistemas de saúde existentes, apresentando os mecanismos necessários para facilitar a introdução da medicina personalizada na prestação assistencial, tanto na prevenção como na identificação do diagnóstico e tratamento mais efetivo. ‘O FutureClinic’ ajudará também uma maior eficiência e sustentabilidade do sistema de saúde de médio a longo prazo pela potencial diminuição do gasto assistencial e farmacêutico, assim como melhorará a proatividade deste, aumentando a capacidade de ações e terapias alternativas.
No final resultará em uma melhora na qualidade assistencial aos pacientes já que a informação genômica obtida possibilitará o diagnóstico de patologias que, até o momento, tem resultado praticamente inacessíveis para o elevado número de genes envolvidos e, portanto, por um amplo prazo de entrega em resultados, com o custo econômico asociado que isso implica.
Além disso, grande parte dos desenvolvimentos do ‘FutureClinic’ são exportados tanto para outras comunidades espanholas no âmbito internacional onde outros países europeus como Alemanha, França, Inglaterra, Holanda ou Bélgica, já encontram-se trabalhando em soluções semelhantes.
Medicina genômica
A aproximação genômica de doenças é de grande utilidade para aquelas que tem uma causa genética (doenças hereditárias) ou desenvolve por mutações adquiridas no genôma (sendo a mais conhecida o câncer). Os espetaculares avanços que se tem produzido durante os últimos anos das técnicas de sequenciamento propiciam a chegada de uma medicina genômica que permitirá acumular conhecimento suficiente para tomar decisões personalizadas sobre tratamentos.
O ‘FutureClinic’ é uma aposta clara por este novo cenário clínico. No interior, aqueles sistemas de saúde que não estão prontos para integrar estas novas capacidades poderiam ser atrasados em comparação a outros mais avançados e depender tecnologicamente deles, o que implicaria maiores limitações desde o ponto de vista assistencial e econômico.
A capacidade de gerenciar, processar e converter em informação útil o grande volume de dados produzidos por estas tecnologias poderiam ser determinante no campo da investigação e os desenvolvimentos de qualidade. Além disso, o projeto será especialmente chave na implementação de novos métodos de diagnósticos e protocolos de tratamento, assim como no desenvolvimento de remédios destinados ao pacientes.
Graças a este projeto, a Comunidade Valenciana dará um salto qualitativo na investigação da medicina genômica, abrindo novos caminhos no conhecimento da mesma e em suas aplicações reais. Uma aposta pela inovação em matéria de saúde foi completada com destacadas soluções ao longo dos últimos anos e em que a Indra tem colaborado graças ao desenvolvimento de alguns dos principais sistemas da AVS, como o sistema de gestão hospitais Abucasis, o Gestor de prestação farmacêutica GAIA, o sistema de História de Saúde Eletrônica, o Registro Nominal de Vacunas ou o sistema de segurança alimentar da Direção Geral da Saúde Pública.
(Fonte: TI Inside, 9 de janeiro de 2012)
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Hospital aposta em planejamento para conquistar eficiência
O Hospital de Caridade de Ijuí (HCI), instalado há 70 anos na pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul, com pouco mais de 78 mil habitantes, apesar do porte modesto, se tornou referência para a região Noroeste do estado, que engloba cerca de 120 municípios. Isso, porque o HCI oferece atendimento em diversas especialidades, entre elas de tratamento de câncer, por meio de um Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) que atende uma polução de mais de 1,5 milhão de pessoas.
Somente o tempo foi insuficiente para criar a tradição. O hospital também investiu no alinhamento de processos, em tecnologia, na expansão física e, principalmente, em planejamento estratégico. O diretor executivo do HCI, João Luiz Leone de Senna, afirma que "o planejamento, feito a cada cinco anos, norteia as ações do hospital para o período. Este método foi adotado em 1995 e anualmente passa por revisão para que possamos sempre estar alinhados com a realidade".
Mensalmente, o HCI realiza cerca de 10 mil atendimentos ambulatoriais e mais de mil internações. Deste número, 61% dos atendimentos são de pacientes provenientes do SUS, o que corresponde a 54% da receita financeira de R$ 2,4 milhões mensais. O Hospital utiliza as soluções de gestão hospitalar da MV Sistemas desde 2002, quando adquiriu os primeiros produtos da empresa. No ano seguinte, adotou o Sistema de Gestão de Saúde MV e o Prontuário Eletrônico. Hoje, com as atualizações anuais o gerenciamento da instituição é eficaz e possibilita uma visão integrada das informações provenientes de todos os setores da instituição, além do controle total das áreas clínica, de diagnóstico, materiais, faturamento, financeira e serviços de apoio.
Os avanços obtidos nos dez últimos anos colocaram o HCI entre os dez hospitais mais informatizados do Rio Grande do Sul, segundo a própria direção do hospital. Para exemplificar, Paulo Felippin, coordenador de TI da instituição, comenta que, atualmente, 120 estações de trabalho são usadas diariamente por 700 pessoas, entre médicos, enfermeiras e pessoal de apoio.
A agilidade no atendimento e a maior facilidade de localização de dados dos pacientes sempre fora uma grande preocupação do hospital. E, consequentemente, são os dois grandes benefícios da tecnologia, identificados pela direção do Hospital de Caridade de Ijuí. Ao passar por uma consulta, por exemplo, o paciente tem o seu histórico clínico, prescrições médicas, pedidos e resultados de exames registrados no prontuário eletrônico.Também ficam armazenados todos os documentos pertinentes a ele, tais como anamnese, termos, guias, medicamentos e faturas, entre outros dados.
O Prontuário Eletrônico elimina as antigas fichas em papel que circulavam por vários departamentos, e assegura maior controle e assertividade na continuidade do tratamento. Ano a ano, desde que as soluções foram instaladas, essas informações são atualizadas e o sistema também recebe um upgrade. "No Centro Cirúrgico, também conseguimos registrar desde o agendamento das cirurgias até os gastos de sala. Essas informações são reaproveitadas para fins de faturamento e geram uma base muito importante para a administração do setor e a criação de estatísticas de produção", explica Felippin.
Aos poucos, conforme as novas tecnologias da MV chegam, a instituição vai incorporando-as ao sistema, caso do setor de farmácia que recebeu inovações e melhorias e, hoje, recebe, pelo sistema, as prescrições enviadas diretamente pelo médico.
Farmácia on-line
Também foi adotada a leitura de código de barras dos materiais e medicamentos, resultando em um melhor controle de tudo que entra e sai do setor. A central de abastecimento farmacêutico possui controle de distribuição para os sub-estoques das unidades através de cotas, processo este que simplifica as reposições. "O controle de estoque está presente em todos os serviços, o que reduz as chances de falta de produtos essenciais e facilita na hora da compra de materiais. Com estes avanços na área de suprimentos, podemos dizer que estamos com o hospital na palma da mão", acrescenta o gerente.
A gestão controlada de todos os processos envolvendo o paciente gerou, ainda, facilidades no fechamento das faturas. "O faturamento passou a ser descentralizado e automático, o que evita perdas e reduz a margem de erros, consequentemente evita glosas por parte dos convênios", finaliza Felippin.
O resultado da implantação do Sistema de Gestão de Saúde MV no Hospital de Caridade de Ijuí foi um ganho superior a 20% nas receitas financeiras, em todos os anos desde a entrada do sistema em operação. Além dessas inovações, o hospital adquiriu, em 2011, uma câmara de ventilação gama, uma autoclave de esterilização a plasma, um laser oftalmológico, equipamento de biopsia de mama, aparelhos de raio X com mesa telecomandada, quatro sistemas de videocirurgia para o centro cirúrgico, mamografia e raio X em arco digitais e um PET/CT.
Ao todo, foram investidos R$ 4,6 milhões nesses novos equipamentos.
O diretor executivo, João Luiz Leone de Senna, informa que ainda no planejamento estratégico, baseado em gestão por resultados e apoiado por ferramentas BSC (balanced scorecard) e BI (business intelligence), o hospital investirá na digitalização de seus serviços diagnósticos. "Estamos aguardando a liberação de recursos do Ministério da Saúde para a aquisição de nosso segundo acelerador linear, um tomógrafo multislicer e a implementação dos sistemas de RIS e PACS", completa Senna.
(Fonte: TI Inside, 6 de janeiro de 2012)
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Parque atrai R$ 500 milhões de investimentos e centro de inovação em saúde
O Parque Eco Tecnológico Damha (PETD), sediado em São Carlos, em São Paulo, deve receber investimentos da ordem de R$ 500 milhões a partir deste ano. As obras de infraestrutura foram concluídas no final de 2011 e o empreendimento deve abrigar - em sua primeira fase de implantação - cerca de 90 empresas divididas em dois condomínios.
José Octávio Armani Paschoal, presidente do Instituto Inova (entidade gestora do PETD), explicou que as primeiras empresas a se instalarem no Parque (MIB, DBA Online, Razek, Getesi, Bio-Art e Systherm) irão ocupar uma área de aproximadamente 30 mil m2, o que corresponde a 23% da área total do primeiro condomínio. "A expectativa é que essas empresas iniciem a construção de suas edificações ainda em janeiro. Concluída esta etapa, o Parque entra em operação", informou Paschoal.
Além da instalação das empresas, Paschoal confirmou o início das obras de duas entidades que irão funcionar no complexo: a sede do Instituto, que irá abrigar incubadoras e núcleos de inovação, e o Centro de Inovação, Ciência e Tecnologia na Área da Saúde (Citesc), cujo edital de licitação foi publicado no final de 2011.
Idealizado em 2005, o Citesc será uma espécie de porta de entrada para que pesquisas na área da saúde realizadas dentro das universidades se transformem em produtos prontos para o mercado. Embora seja resultado de uma Parceria Público-Privada (PPP), o PETD tem na iniciativa privada sua principal financiadora. Além dos R$ 500 milhões que deverão ser injetados pelas empresas durante a fase de instalação, o empreendimento conta com um investimento de R$ 20 milhões em infraestrutura feito pelo Grupo Encalso-Damha, proprietário do Parque. O grupo também irá investir outros R$ 2 milhões na área administrativa do complexo.
Em relação aos recursos públicos, o Parque Eco Tecnológico Damha conta com R$ 1 milhão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para aquisição de equipamentos para a sede do Instituto Inova; quase R$ 4,7 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para a primeira etapa das obras e aquisição de equipamentos do Citesc, além de uma negociação de R$ 7,8 milhões sendo feita entre o Instituto Inova e o Poder Público na esfera de C&T.
(Fonte: TI Inside, 3 de janeiro de 2012)
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Ativas desenvolve expertise para gerenciar área de saúde
O setor de saúde movimenta R$ 72 bilhões no Brasil, segundo o International Data Corporation (IDC). Dessa fatia, 3,2% é hoje investida em Tecnologia da Informação (TI), o que corresponde a R$ 2 bilhões —10% do mercado total de TI. A expectativa é de que o número acompanhe o desenvolvimento do segmento, que cresce 14% ao ano e engloba 221 mil estabelecimentos, 70% deles prestadores privados. O estudo também aponta a provável expansão das operadoras de saúde, principalmente entre as classes C e D, já que apenas 25% da população possui planos privados.
O cenário exige que as empresas de saúde invistam em uma infraestrutura tecnológica robusta, capaz de garantir a gestão eficiente e segura dos dados e processos, de aprimorar o atendimento e a relação com o cliente, de controlar custos e de apoiar a sustentabilidade do negócio — soluções que a Ativas, empresa do Grupo Asamar e Cemig Telecom, disponibiliza para instituições do setor como a Unimed-BH, Unimed Betim, Unimed-Rio, Hospital Biocor, Uniodonto Curitiba, Copass Saúde, entre outras.
A provedora desenvolveu expertise nas áreas de hospedagem, administração e gerenciamento de sistemas de gestão, que podem contribuir para que as instituições de saúde alinhem de maneira mais eficaz suas estratégias e operações e tenham mais visibilidade sobre os processos organizacionais. Por meio desse serviço, é possível alcançar maior produtividade e otimizar a gestão financeira, utilizando recursos analíticos de negócios, bem como acessar as informações certas, em tempo real, e detectar os possíveis problemas com antecedência.
Outro foco da Ativas é fornecer tecnologia para subsidiar a implantação do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), modelo nacional de prontuário médico digital que armazena os atendimentos, internações, imagens diagnósticas, tratamentos anteriores e permite, assim, o acompanhamento do caso e a visão detalhada da evolução do paciente. O PEP permite também que as instituições reduzam custos, padronizem rotinas de trabalho e níveis de atendimento, rastreiem a produtividade operacional e criem barreiras de segurança associadas ao cuidado do paciente A Unimed-BH, uma das maiores cooperativas do país na área médica, já usa o serviço, aliado ao Picture Archiving and Communication System (PACS), que armazena e integra imagens de exames ao PEP.
A empresa também está preparada para oferecer soluções que viabilizem, por exemplo, a utilização da tecnologia RFID, que rastreia a movimentação e localiza materiais, equipamentos, medicamentos e pacientes na instituição, além de permitir a realização de um inventário em tempo real dos insumos mais críticos; e a telemedicina — tendência na área médica—, ou seja, a discussão, acompanhamento, pesquisa ou avaliação de um caso ou intervenção clínica por grupos médicos fisicamente distantes.
Fidelização de pacientes
A busca por mecanismos de fidelização do paciente é um dos principais desafios da área de saúde. Esse era também um dos objetivos da Unimed-BH, quando fechou parceria com a Ativas há um ano. Para tanto, a empresa desenvolveu um trabalho específico na Central de Serviços da cooperativa. Estruturada conforme os princípios de ITIL (melhores práticas recomendadas para a prestação de serviços de TI), a central passou a fornecer atendimento 24 horas. Mais de 60 procedimentos foram padronizados a partir do conceito de Gestão do Conhecimento, criando um processo rápido e eficiente para solucionar demandas mais recorrentes. “Na prática, a resolução de problemas para o usuário ficou mais ágil: uma vez mapeadas, as ocorrências já têm respostas imediatas. Isso hoje ocorre com 30% das demandas”, destaca o analista de transição da Ativas, Hélcio Vieira. As medidas levaram o índice de abandono de ligações cair de 36% para 0,4% em um ano.
Por meio da adoção de soluções de TI, os sistemas ganharam em disponibilidade, segurança, escalabilidade, agilidade e inovação. A cooperativa passou a contar com a mais moderna infraestrutura de tecnologia, bem como profissionais altamente especializados. “Como o objetivo da terceirização era focar em nosso core business, a parceria com a Ativas foi acertada”, ressalta o diretor-presidente da Unimed-BH, Helton Freitas.
Confidencialidade e segurança
Um quesito fundamental e uma obrigação legal de hospitais, clínicas e operadoras de saúde é garantir a confidencialidade das informações e documentos dos pacientes. Para atender essa necessidade, bem como permitir a continuidade dos serviços, a provedora trabalha com sistemas de backup, contingência, disaster-discovery e virtualização de servidores, storages e desktops. Os recursos, implantados em julho pelo Hospital Biocor, situado na região Metropolitana de Belo Horizonte, fortaleceram o controle da informação e tornaram o sistema da instituição mais robusto e protegido de riscos.
A Ativas controla e supervisiona os sistemas integrados, a infraestrutura de rede, os servidores de dados e aplicativos, os mecanismos de backup e os planos de contingência que compõem a política de segurança da informação do Biocor. O backup de dados do hospital fica hospedado no data center da empresa, certificado pelas organizações internacionais TÜV Rheinland e Tier III, que atesta uma disponibilidade de, no mínimo, 99,98%. Ele garante a segurança e a integridade das informações do cliente, tanto do ponto de vista físico, considerando a infraestrutura de servidores e demais hardwares, quanto do ponto de vista de acesso, considerando os sistemas de segurança de rede.
“A redundância de servidores e a capacidade de execução dos serviços que dependem de processamento computacional melhoraram ainda mais a disponibilidade, o acesso e a segurança da informação do hospital”, garante o diretor geral do Biocor Instituto, Mario Vrandecic.
(Fonte: TI Inside, 2 de janeiro de 2012)
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Microsoft se junta à GE para criar joint venture na área de saúde
A Microsoft e a General Electric (GE) anunciaram nesta segunda-feira, 12, planos de formar uma joint venture voltada para o desenvolvimento de sistemas na área de saúde. Elas pretendem desenvolver um sistema inteligente para empresas e profissionais da área. De acordo com a nota divulgada pelas empresas, a joint venture irá criar uma nova plataforma e aplicações destinadas a aumentar a rentabilidade de instituições ligadas ao ecossistema de saúde e bem-estar.
Em nota, elas dizem que a ideia foi unir a experiência da Microsoft na criação plataformas e ecossistemas e o histórico da GE em soluções administrativas para a área clínica, como serviços complementares. "Os desafios globais na área de saúde sobre acesso, custo e qualidade de serviço criam um novo foco na entrega de serviços de saúde", afirmou o CEO da GE, Jeffrey R. Immelt. Apesar da atuação global, o foco inicial será a área de infecções e de doenças crônicas nos Estados Unidos.
Haverá contratações nos primeiros cinco anos de atuação, mas as equipes já existentes da GE e da Microsoft irão trabalhar nos projetos iniciais, no primeiro semestre do ano que vem.
Mercado Automotivo
Além disso, a Microsoft também divulgou uma parceria com a montadora japonesa Nissan. Baseado nos software Dynamics CRM e Windows Azure, as empresas vão desenvolver um sistema para concessionárias da marca utilizando ferramentas de colaboração social e gerenciamento de relacionamento com o consumidor (CRM, na sigla em inglês). Elas, porém, não divulgam o valor do contrato.
O projeto será colocado em prática inicialmente no Japão e, aos poucos, será utilizado também em outras regiões estratégias ao redor do mundo. Em nota, a Nissan reforça que quer explorar as ferramentas da Microsoft também como uma plataforma para novas aplicações na rede global da empresa, até na padronização de sua arquitetura em nuvem.
(Fonte: TI Inside, 12 de dezembro de 2011)
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Pixeon planeja investir em soluções de diagnóstico para Saúde
Ampliar o portfólio de produtos, aprimorar tecnologias existentes e criar a base tecnológica das próximas inovações são os planos da catarinense Pixeon, especializada em soluções para diagnóstico médico por imagens, que nesta segunda-feira, 12, anunciou investimento da ordem de R$ de 5 milhões em novos projetos para 2012 e 2013. Maior parte do valor – R$ 3 milhões – é fruto de projetos beneficiados com leis de fomento de órgãos como Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Pioneira no Brasil a desenvolver tecnologia nacional para o setor de diagnóstico médico digital, a empresa tem como principal foco investir na pesquisa e no desenvolvimento de novas soluções para o segmento apostando cada vez mais em parcerias institucionais. "As empresas brasileiras devem aproveitar a qualidade do conhecimento gerado nas universidades brasileiras, tornando-se um canal que direciona o conhecimento da academia ao encontro das necessidades de nossa sociedade. Esse ecossistema (universidade - empresa - sociedade), se bem gerido, é base de agregação de valor para o país, com impacto social direto e consistente", explica o CEO da empresa, Fernando Peixoto.
Entre os novos projetos que serão iniciados no próximo ano, estão: criação de um portal de distribuição de exames e laudos, em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia; tecnologias para plataformas móveis e através de equipamentos touchscreen, junto com a empresa Sábia; e projetos direcionados à área de tele ultrassonografia com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
O investimento em novas tecnologias também representa expansão da equipe de desenvolvimento. Por isso, é constante a busca de novos talentos para integrar o grupo de desenvolvedores. Atualmente, o quadro de colaboradores desta área é composto por 16 profissionais. "Para o início de 2012, a previsão é dobrar a equipe para atender a demanda dos novos projetos, manutenção e evolução dos produtos existentes", explica o gerente de P&D, Thiago Rossato.
Especializada em pesquisa e desenvolvimento de soluções para o setor de diagnóstico médico por imagem, a Pixeon atende a hospitais e clínicas de todas as regiões do Brasil - alguns destes estabelecimentos são considerados referência na área de saúde no país. Sediada em Florianópolis (SC) possui mais de 150 bases de PACS instaladas. Com o PACS Aurora é possível digitalizar, armazenar e transmitir imagens geradas em qualquer equipamento de diagnóstico. Composto por diferentes módulos oferece componentes que atuam desde a captação, armazenamento e manipulação de exames, até a interpretação, gestão, compartilhamento, comparação de laudos, reconstrução de imagens em duas ou três dimensões (2D ou 3D), compartilhamento entre computadores de uma mesma rede e pela Internet, além de gerenciador de gravação em CDS e DVDs.
(Fonte: TI Inside, 12 de dezembro de 2011)
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Fundação Amaral Carvalho ganha eficiência com automação de processos
O Hospital Amaral Carvalho bateu o seu próprio recorde no ano passado: registrou o maior número de transplantes de medula óssea realizados em toda a história da Fundação Amaral Carvalho. Localizada na cidade de Jaú, no interior de São Paulo, a fundação é uma das mais antigas entidades filantrópicas privadas de assistência à saúde e promoção do bem-estar. Ela é formada por um conjunto de entidades dedicadas prioritariamente à pesquisa, prevenção e tratamento do câncer, e tem como âncora o Hospital Amaral Carvalho.
Milena Meira Gonçalves, coordenadora de planejamento da Fundação Amaral Carvalho, informa que a área de TI participa ativamente do atendimento ao paciente ao garantir disponibilidade de infraestrutura de rede, hardware e software, para o acesso às informações pelo corpo médico e pela equipe de enfermagem. "A nossa disponibilidade atual está em torno de 99%, sendo que o 1% de indisponibilidade deve-se à necessidade de atualizações do sistema de gerenciamento hospitalar, devido às novas regras do Sistema Único de Saúde", informa.
Mas nem sempre a infraestrutura da fundação foi tão redonda. Nos últimos dois anos a prioridade da entidade foi a implantação do software de gerenciamento eletrônico de documentos (GED), a implantação do software de digitalização de imagens médicas (PACs) e o outsourcing de desktops, storages e chassi de rede.
Cada projeto teve a sua necessidade específica, informa Milena. O GED foi originado pela necessidade de aperfeiçoar a gestão de documentos do setor de faturamento, além liberar espaço físico no setor de arquivo médico (SAME). Também era preciso estabelecer um novo processo: a gestão eletrônica de contratos. O PACs partiu da necessidade de tornar acessíveis as imagens médicas, com maior agilidade e qualidade, além de reduzir o custo dos insumos. O outsourcing partiu da necessidade de evolução tecnológica e upgrade das máquinas.
Segundo a coordenadora, para cada uma das soluções adotadas, foram realizadas pesquisas no mercado e visitas de benchmarking. “A expectativa é que tenhamos maior agilidade e segurança das informações, para melhor atendimento do paciente”, diz Milena. Ela completa informando que as soluções de software atingiram em torno de 200 colaboradores, já a parte de hardware foi para toda a instituição. Entre os diferenciais dos projetos, Milena destaca a possibilidade de locação dos equipamentos, o que reduz os recursos imobilizados pela entidade.
Com um faturamento, em 2010, de R$ 96 milhões, o hospital conta com 1.866 funcionários, atende a 462 municípios em São Paulo e mais 548 em outros Estados e realizou, em 2010, 18.713 cirurgias e 14.030 internações. Com este porte, a instituição está ciente de que não pode parar. Para 2012, informa Milena, já estão traçdas as seguintes prioridades: a estruturação de um site backup para garantir a disponibilidade do serviço; a implantação de nova estrutura de gerenciamento de e-mails; ampliação dos controles de segurança da informação; e a implantação de uma política de consumerização.
(Fonte: TI Inside, 08 de dezembro de 2011)
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Carestream exibe portal de serviço médico "na nuvem"
A Carestream demonstrou, durante a conferência da Sociedade de Radiologia da América do Norte (RSNA), que aconteceu no fim de novembro em Chicago, nos Estados Unidos, seu portal baseado em nuvem, como trabalho em andamento que está desenvolvendo para que os pacientes tenham acesso e visualizem seus próprios dados de imagens médicas e os compartilhem com seus médicos. O portal do paciente está sendo desenvolvido para eliminar o processo moroso de compartilhar imagens utilizando CDs, DVDs ou filme.
Quando estiver disponível, esse portal será incluído na família de serviços baseados em cloud Carestream Vue, permitindo que médicos autorizados e radiologistas acessem dados, imagens e laudos radiológicos de pacientes para fornecer consultas de leituras de qualquer lugar.
“Rápido e eficiente, o compartilhamento eletrônico de dados de imagem dará autonomia aos pacientes para desempenharem um papel integral em seu próprio cuidado médico e melhorar a comunicação com seus médicos sobre diagnósticos e opção de tratamento”, disse Padan, diretor de gerenciamento de produto, Healthcare Information Solutions, da Carestream. “Quando esse serviço estiver disponível, ajudará a eliminar exames de radiologia duplicados – o que pode reduzir a exposição do paciente a radiação – e representará uma economia substancial para pacientes, seguradoras e governo em todo o mundo”.
O portal do paciente permitirá que as instituições de saúde gerem um login único e exclusive para cada paciente imediatamente após um exame. Os pacientes poderão gerenciar e compartilhar as informações de imagens com outros médicos, especialistas e instituições de saúde sem custo.
O compartilhamento de imagens médicas alocadas na nuvem pode simultaneamente melhorar o cuidado com os pacientes e eliminar a necessidade das instituições dedicarem pessoal e equipamentos para a gravação de CDs e DVDs e o uso do filme radiológico. O acesso rápido e eletrônico aos dados de imagem também é mais convincente para médicos.
A nova oferta fará parte da família de serviços de cloud computing da Carestream, que incluem: Vue Cloud PACS, Vue Cloud Archive, e Vue Cloud Community.
(Fonte: TI Inside, 06 de dezembro de 2011)
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Hospital paranaense investe em armazenamento e gestão da qualidade
O Hospital Santa Cruz no Paraná espera fechar este ano com faturamento de R$ 108 milhões, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. De acordo com Marcilene Carvalho de Deus, gerente de TI da instituição, inovações em TI foram fatores que contribuíram para o bom desempenho financeiro.
O hospital colocou em operação pelo menos duas iniciativas que não só reduziram custos como também aumentaram a eficiência da equipe de médicos e enfermeiros: o PACS (Picture Archiving and Communication System - Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens), e ainda em fase de implantação o sistema Tasy. Focado na simplificação da rotina diária, o PACS gerencia os processos de digitalização e armazenamento de imagens médicas obtidas em equipamentos de ultrassonografia, ressonância magnética, tomografia computadorizada e raio X.
Em fase de implantação está o sistema Tasy, pacote de aplicativos que substituirá o ambiente anterior que deu sinais de obsolescência após um estudo que constatou dificuldades no suporte às necessidades do hospital. A começar pela ausência de integração das informações, pois há um sistema de gestão hospitalar, outro de gestão financeira e outro que auxiliava no tratamento oncológico.
Entre os sistemas disponíveis no mercado, o Hospital Santa Cruz escolheu o Tasy, porque, segundo a gerente de TI, o ambiente reúne todas as necessidades de gestão financeira e assistencial exigidas pelo atual momento do hospital. A escolha deste sistema teve a participação de vários gestores que, junto com a TI, analisaram pontos críticos no sistema atual e realizaram um levantamento de necessidades, entre as quais a solução de problemas com devoluções de material médico; o fato de os usuários precisarem configurar planilhas para o sistema gerar informações de faturamento; e a baixa performance dos aplicativos.
A gerente espera resolver esses problemas com a nova solução que oferecerá além de outros benefícios: o controle de tempo e protocolos de atendimento no pronto socorro; e a gestão do custo do estoque.
Digitalização de imagens
O Hospital Santa Cruz conta com 220 leitos e realiza mais de 30 mil atendimentos por mês, 13 mil deles somente no pronto socorro, sendo mais de 1,3 mil ao mês, e atualmente conta com ambulatório (espaço para consultas particulares e planos de saúde) nas especialidades de cardiologia, ortopedia, neurocirurgia, oncologia e neurologia clínica, com plantão 24 horas, além de 700 funcionários prontos para atender os pacientes.
Marcilele explica que, para aquisição da solução PACS, foi realizado um benchmarketing e que entre os motivos para a instalação estavam a qualidade das imagens e a disponibilização delas para todos os setores do hospital. "A solução exigiu um ambiente específico para armazenamento de imagem, investimento em equipamentos, rede lógica e treinamentos", diz a gerente.
Além do PACS, o hospital adquiriu a solução SE Suite, software de gestão de qualidade. Desde o início do caminho das certificações planejado pelo Hospital Santa Cruz foi identificada a necessidade de apoio computacional, pois toda documentação, processos, resultados, acompanhamentos teriam que ser registrados e disponibilizados para os colaboradores.
Antes da solução, cada setor tinha um jeito de desenvolver seus documentos, indicadores e processos, não havia controle de cópias nem atualização dos manuais. O projeto centralizou todos os documentos em único banco de dados, a partir do qual eles são disponibilizados para impressão, consulta e alteração.
O hospital afirma que o retorno dos investimentos realizados está no atendimento com qualidade, certificações conquistadas, indicadores de custo superior ao esperado, desenvolvimento dos colaboradores. "Com todas estas implementações, estamos inovando nosso datacenter, alterando infraestrutura, hardwares e atualizando softwares", completa a gerente.
O hospital não informa de quanto foi o investimento nas inovações, mas a gerente afirma que gasto médio em TI é de 0,03% da sua receita anual. A prioridade para 2012 já está definida: "Finalizar a implantação do sistema Tasy, transferir o data center atual para o novo e iniciar o desenvolvimento do projeto de cloud computing", conclui Marcilene.
(Fonte: TI Inside, 05 de dezembro de 2011)
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Hospital catarinense reestrutura TI para melhorar atendimento
O tema prontuário eletrônico do paciente é para os hospitais algo semelhante ao o que a internet em banda larga representa aos usuários – a maioria tem e aqueles que não possuem estão em busca de uma solução. O Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, no interior de Santa Catarina, deu o primeiro passo nessa jornada em junho, ao instalar o Sistema de Apoio Clínico na sua ala de UTI. O prontuário eletrônico do paciente (PEP) reúne o histórico de saúde do paciente, o número de vezes em que visitou a instituição, as razões que o levou até lá, o tratamento realizado e o nome do médico que o atendeu, entre outras informações.
O Hospital Marieta Konder Bornhausen instalou o sistema não para seguir um modismo ou tendência de mercado, obviamente, mas para melhorar seu desempenho. A instituição conta hoje com cerca de 350 leitos distribuídos em 16 unidades de internação para atender a população de Itajaí e região. Um corpo de aproximadamente 170 médicos atua em 35 especialidades, registrando mensalmente cerca de 1,5 mil internações.
Somente no pronto-socorro são realizados cerca de 6,5 mil atendimentos de emergência por mês e o número de pacientes cadastrados chega a 250 mil. No Instituto do Coração (Incor), localizado junto ao hospital, são realizadas mensalmente cem cirurgias cardíacas, aproximadamente.
A instalação do PEP fez com todos os departamentos do hospital passassem a operar com total segurança, com todos os dados preservados e disponíveis, visando oferecer um melhor nível de serviço aos pacientes. Para colocar o sistema em operação, o hospital contratou os serviços da Quick Soft que implantou uma solução de hardware IBM, composta por um chassi Blade, de quatro lâminas, um subsistema de armazenamento (storage) e uma biblioteca de backup em fitas.
Saulo Lombardi, gerente de TI do hospital, informa e os novos equipamentos proporcionaram significativa melhoria de desempenho, disponibilidade e escalabilidade ao ambiente de TI. A tecnologia blade reúne um chassi que possibilita a utilização de servidores em formato de lâminas, resultando em consideráveis ganhos de espaço, energia e conectividade. Cada lâmina no blade corresponde a um servidor. Já o storage é um dispositivo de armazenamento de dados independente, onde estão concentradas todas as informações históricas do hospital. Oferece rápida velocidade de acesso e controladoras redundantes, recurso que, segundo Lombardi, garante alta disponibilidade no acesso aos dados. Além disso, o gestor informa que a consolidação do armazenamento simplificou as atividades de backup. Além dessa solução de hardware, foi adotada também a tecnologia de virtualização de servidores, utilizando tecnologia da VMware.
Com a renovação do parque, o hospital dobrou a capacidade de conexão e processamento da demanda de cem estações aos servidores. “A virtualização nos trouxe maior desempenho e segurança, e isso nos permitiu distribuir melhor os recursos disponíveis”, comemora Lombardi. As inovações garantiram ao hospital total independência e redundância nas suas operações. O IBM BladeCenter mantêm o sistema funcionando 24 horas, nos sete dias da semana. “Caso um equipamento venha a falhar, os processos são restabelecidos automaticamente em outro ambiente de trabalho, o que gera um alto índice de disponibilidade” diz Lombardi.
No storage foram concentrados o banco de dados, máquinas virtuais e os arquivos e perfis de usuários, permitindo expansão online da capacidade de armazenamento. “Procurávamos uma proposta de solução que nos desse condições de crescer rapidamente, para que conseguíssemos implantar nosso sistema de apoio clínico em uma estrutura tolerante a falhas”, afirma o gerente.
O hospital não informa os investimentos para realizar as reformas, mas afirma que o custo-benefício foi alto levando em consideração o aumento de 100% da capacidade dos servidores da instituição. Os bons resultados colocaram o PED no planejamento futuro do hospital. Desta vez para os demais setores do hospital.
(Fonte: TI Inside, 25 de novembro de 2011)
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AxisMed investe em TI para o gerenciamento de doentes crônicos
A junção de três pilares - pessoas, conhecimento e processos - está revolucionando os procedimentos de orientação à saúde. Um exemplo disso é a AxisMed, especializada em Gerenciamento de Doentes Crônicos (GDC) no Brasil, que está investindo em tecnologia da informação para melhorar seus resultados.
Com nove anos de existência, a AxisMed possui cerca de 320 colaboradores, sendo 80% deles envolvidos diretamente no monitoramento de doentes crônicos. São 95 mil vidas ativas participando dos serviços da companhia, 9,5 milhões de vidas analisadas e 450 milhões de procedimentos avaliados. Com tanto volume, a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) se torna um fator crítico.
Os clientes da AxisMed são operadoras de planos de saúde, cooperativas de saúde e corporações. O foco da companhia encontra-se na prevenção de doenças e promoção de saúde, por meio do autocontrole com informação, orientação, educação e mudança de hábitos, para gerar adesão aos tratamentos médicos, estabilidade clínica aos doentes crônicos e bem-estar à sociedade em geral. O seu objetivo é reduzir custos das operadoras e organizações e dar mais segurança e conforto ao doente crônico.
Para integrar as diferentes pessoas, conhecimento e processos envolvidos no gerenciamento dos doentes crônicos, é necessário uma infraestrutura robusta, que inclui datacenter, sistemas (CRM e BI) e funcionalidades operacionais (dispositivos que permitam interação com o paciente). Para esse foco, seus principal parceiro tecnológico é a A5 Solutions, empresa também brasileira especializada em integração de plataformas de comunicação e soluções de contact center.
Neste contexto, o contact center é fundamental e, para isso, a AxisMed fez um amplo levantamento para encontrar o parceiro tecnológico mais apropriado, que disponibilizasse um sistema confiável.
A cobertura da AxisMed é nacional, com atuação em mais de 700 cidades brasileiras. Tem 400 milhões de procedimentos médicos avaliados, nove milhões de pessoas analisadas e 45 mil vidas ativas monitoradas. A empresa tem mais de 300 colaboradores, sendo 80% deles envolvidos diretamente na operação com os monitorados.
A atual carteira de clientes da companhia reúne nomes, como SulAmérica, Bradesco Saúde, Golden Cross, Central Nacional Unimed, Unimed Seguros, Unimed (Caruaru, Curitiba, Fortaleza, Natal, Paraná e Rio Branco), Fundação Sistel de Seguridade Social, Unafisco, Capesesp, Metrus, Fundação CESP, Sasson, Mediservice, Hospital Israelita Albert Einstein, Insper, Ambev, Telefônica, Pfizer, entre outros.
(Fonte: TI Inside, 25 de novembro de 2011)
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Nova estrutura de TI suporta aumento do volume de dados do Hospital Santa Catarina de Blumenau
Em operação há 87 anos, o Hospital Santa Catarina de Blumenau se confunde com a cidade caterinense Blumenau. Seu conglomerado de 13.200 metros quadrados de área construída acomoda 150 leitos de internação, 20 leitos de CTI Adulto, nove leitos de UTI Neonatal e Pediátrica (UTIN-PED), 16 leitos de Pronto Atendimento, 22 leitos da Clínica de Saúde Mental, 19 leitos de Recuperação Pós-Anestésica e seis salas cirúrgicas. Em torno de 800 colaboradores - 40% destes da equipe de enfermagem - e 319 médicos atuantes no Corpo Clínico em 57 especialidades, estão à frente da rotina do HSC, que realiza, mensalmente, 3.700 atendimentos no Pronto Atendimento e 900 internações, e faz cerca de 540 cirurgias.
A retaguarda do Hospital é gerenciada pelo sistema TASY, da WHEB Sistemas, implementado em 2007, quando o HSC revisou toda a sua infraestrutura de rede e de servidores. Mas este ano, mais uma vez, foi preciso ampliar a capacidade de TI para atender aos novos volumes de informações. Foram adquiridos novos servidores, storage e unidade de backup, além de softwares (solução de alta disponibilidade para banco de dados, ferramentas de gerenciamento do ambiente e solução de backup).
Assim como em 2007, a Teiko Soluções em TI foi a empresa escolhida pelo hospital para assumir o planejamento e execução do projeto, batizado de "Projeto de Alta Disponibilidade II (PDA II). A versão I foi a implementação do TASY e de outros sistemas em 2007.
Com a evolução dos processos, o aumento médio de 97% ao ano do volume de dados e a intensificação das requisições ao sistema de gerenciamento banco de dados - cerca de 600 usuários fazendo acessos diários - foi necessário rever a infraestrutura ao final de 2010, para minimizar a sensação de lentidão, as manutenções constantes no ambiente e a crescente sensação de insegurança por parte dos usuários.
A fadiga do sistema já ocasionava morosidade no desempenho de funções triviais. Assim, após a análise feita pela Teiko, a solução encontrada foi a aquisição de um RISC de 64 bits e trocar o sistema operacional HP-UX pelo Linux Red Hat, além de evoluir o banco de dados Oracle Rac 10g para o Rac 11g e migrar Core de rede de empilhamento para chassi.
Esse processo iniciou-se no dia 4 de fevereiro de 2011 e foi concluído no dia 7 de março. O hospital não informa o investimento feito na nova fase do projeto, mas ressalta que os aportes privilegiaram os equipamentos (servidores, storage e unidade de backup, que ganhou maior capacidade). Marcelo Souza, superintendente de TI do HSC, comenta a importância desse projeto: "Hospital Santa Catarina de Blumenau, na busca contínua da assistência segura ao paciente, utiliza a TI como diferencial e ponto de apoio diário.
A preocupação em manter o ambiente disponível é grande, devido ao alto grau de aderência de todos os colaboradores ao sistema. E este é um dos motivos mais fortes dos grandes investimentos realizados nos últimos anos no PAD I, no PAD II e quiçá PAD III, IV, etc".
Tanto o hospital quanto a Teiko identificaram melhorias em diversos processos internos, que variaram de 50% a 90% no tempo de execução de diversas funções, desde a as mais simples como pesquisa no banco de dados até as mais complicadas.
Outro ponto considerado é o volume de memória no servidor de banco de dados Oracle, que apresentou melhora em desempenho e no lock de tabelas, que era muito comum antes e hoje não faz mais parte do cotidiano da instituição.
(Fonte: TI Inside, 16 de novembro de 2011)
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T-Systems entra no mercado brasileiro de soluções para Saúde
A T-Systems, empresa de serviços de TI e Comunicações do grupo Deutsche Telekom, anuncia ao mercado brasileiro soluções para o segmento de saúde, através de uma plataforma que permitirá aos médicos otimizarem o atendimento ao paciente e garantir melhorias no processo de gestão dos hospitais nas áreas administrativas, financeiras e de logística.
Desenvolvidas pela T-Systems Áustria e implementadas em mais de 270 hospitais e clínicas na Europa, as soluções para a área de saúde possibilitam gerenciar os processos hospitalares de forma integrada, otimizando o atendimento ao paciente, desde a entrada no hospital até a saída, bem como auxiliar o médico no acompanhamento detalhado do paciente, inclusive na administração dos medicamentos e do tratamento.
“Nossas soluções chegam ao mercado brasileiro com a inovação de integrar aplicativos para dispositivos móveis, como iPhones, iPads e iPods, que coletam, mesuram, avaliam e armazenam dados de saúde de acordo com parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde”, explica Luiz Carlos Hirayama, Head of Business Development & Portfólio da T-Systems do Brasil.
As principais características da plataforma incluem:
* Todos os dados em uma única tela – Por meio dos cartões de saúde eletrônicos, os médicos podem ter acesso imediato ao histórico de um paciente e visualizar detalhes importantes via dispositivos móveis. Além disso, os pacientes recebem uma pulseira equipada com um chip que, por exemplo, garante que recebam os medicamentos corretos.
* Teleconferência – Uma plataforma permite aos médicos discutir os casos via redes privadas virtuais (VPN – Virtual Private Network). Isto significa que eles podem visualizar chamados e recomendar tratamentos de qualquer lugar.
* Monitoramento – Após a alta hospitalar, os sinais vitais do coração e diabetes dos pacientes são monitorados via plataforma de telemedicina. Isto auxilia o médico a identificar eventuais problemas.
* Prontuários de pacientes atualizados – Transferência de dados criptografados permite às operadoras de saúde a manterem as informações dos pacientes atualizadas. Além disso, podem faturar o pagamento de serviços médicos com segurança.
* Um bom começo de vida – Incentivar as crianças a levar uma vida saudável pode ser um bom desafio. Personal trainers virtuais online motivam as crianças e os jovens a permanecerem ativos, fornecendo orientação sobre exercícios e dicas sobre como superar problemas de postura e peso.
* Alta segurança – Tanto as informações de finanças, administrativas, registros eletrônicos de pacientes e/ou dados de processos de saúde são armazenados em um data center de alta segurança.
Os dados e informações dos pacientes são armazenados em um banco de dados, que podem ser acessados, em tempo real, por médicos, enfermeiros, familiares, preparadores físicos e personal trainers. “Em uma eventual alteração, o médico pode entrar em contato com o paciente e até enviar uma ambulância para a sua residência”, explica Hirayama.
(Fonte: TI Inside, 16 de novembro de 2011)
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Cinco cidades latinas lideram a digitalização em Saúde Pública
A Motorola Solutions anuncia que os cinco municípios considerados líderes da categoria Saúde Pública no Ranking Motorola de Cidades Digitais 2011 são: Chihuahua (México), Marcos Paz e Mercedes (Argentina), Foz do Iguaçu (Brasil) e a cidade de Los Olivos (Peru).
A categoria Saúde Pública é uma das sete áreas importantes de digitalização municipal analisada pelo Ranking da empresa. O objetivo dessa classificação consiste em conhecer e mensurar o uso de tecnologias de informação e comunicação na infraestrutura das instituições de saúde. Nesse caso, para medir a incorporação de tecnologia no ranking, foram analisados dois componentes : infraestrutura (conectividade de voz, dados e uso de dispositivos móveis) e os aplicativos de gestão utilizados; e os serviços oferecidos. As demais categorias integrantes do estudo são: Segurança, Educação, Exclusão Digital, Sites Municipais, Serviços, Aplicações Municipais e Comunicações Móveis.
O grupo dos 25 líderes em Saúde Pública é completado pela Argentina: Tigre, Villa María, Rafaela, San Luis e Buenos Aires. No Brasil, as cidades destacadas foram Tauá (CE), Itapema (SC), Volta Redonda (RJ), Luís Eduardo Magalhães (BA), São José dos Campos (SP), Camaçari (BA) e São Paulo. No Chile, as cidades são Santiago e Puente Alto, enquanto na Colômbia as líderes são Cereté, Cartagena de Indias, Ibagué, Arauca e Medellín. Tais municípios se destacaram entre as 220 cidades inscritas no Ranking Motorola de Cidades Digitais. Na próxima semana, conheceremos os resultados dos líderes do sub-ranking de digitalização na categoria Educação.
Pontos importantes
De acordo com os resultados do Ranking Motorola de Cidades Digitais na América Latina, as cidades de porte médio ou menores são as que têm maior versatilidade na hora de implementar serviços de saúde pública. Em diversos casos, isso significa que o número de instituições a ser conectadas é menor e, uma vez que se avança nesse processo, a adoção de aplicativos é acelerada.
O estudo também revelou que a maior parte das cidades da América Latina se concentra em fornecer infraestrutura de voz e dados (banda larga) aos departamentos de saúde.
“As tendências indicam que as cidades digitais estão migrando para a digitalização da maioria de seus prédios de saúde. Esse foco permitirá que se acelere a incorporação de aplicativos e de tecnologias que tornem possível um aumento na prestação de serviços ao cidadão em uma área crítica como a saúde pública”, declara Claudio Kimura, diretor de estratégia da Motorola Solutions para América Latina e Caribe.
(Fonte: TI Inside, 16 de novembro de 2011)
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Hospital Nove de Julho investe em TI para melhorar atendimento e segurança
O Hospital Nove de Julho é uma tradicional instituição privada de saúde da cidade de São Paulo pertencente ao Grupo AMIL. Com cerca de 1500 colaboradores, 4000 médicos cadastrados e cerca de 900 enfermeiros, o complexo hospitalar, com uma dimensão de 27000 m², possui 310 leitos, das quais 70 estão dedicados às Unidades de Terapia Intensiva. Possui também moderno centro cirúrgico, com capacidade para 14 cirurgias simultâneas. Por mês, apresenta médias aproximadas de 8000 atendimentos urgentes e 1400 cirurgias.
Desde 2001, o hospital vem fazendo grandes investimentos na área de TI, entre eles a implantação do sistema de business intelligence (BI), da MV Sistemas, o MV 2000. Segundo Luiz Carlos Suart, gerente de TI do hospital, até o fim daquele ano, seria concluída também a implantação do sistema PACS, para captura e transmissão de imagens médicas através da web e da intranet.
Em 2003, o hospital passou por outra transformação na TI com a solução de hotelaria da Siemens, que reduziu em 30% o tempo de espera. “À época, o hospital precisava de uma solução que ajudasse na gestão de pacientes, pois o volume de ocupação dos leitos era de aproximadamente 80%”, destaca Marta Bordin, chefe de atendimento do Hospital Nove de Julho.
Passados quase dez anos da implantação, o hospital ainda mantém a solução e continuou a investir em tecnologias nos anos seguintes para aumentar os benefícios tanto para a instituição quanto para os pacientes.
Servidores
Já em 2008, o Hospital Nove de Julho investiu cerca de R$ 500 mil na duplicação de sua estrutura de servidores e rede, pensando em futuras aplicações de TI. Foi adquirido um sistema cluster, com Oracle R.A.C., e a duplicação de todo o parque de rede do Hospital através de redundância de Swith Core e cabeamento Sytimax categoria 6 para todos os racks. O gerente informou também que existem cerca de 500 computadores interligados em rede.
O investimento mais atual do hospital é o sistema Hepic, da empresa portuguesa First Solutions, que permite monitorar e controlar todo o processo de Vigilância Epidemiológica de Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) e a interoperabilidade em tempo real com os Sistemas de Informação das Unidades de Saúde, do Laboratório de Microbiologia, Farmácia, Urgência e HIS (Hospital Information System). A solução foi descoberta pelo hospital durante a feira Hospitalar 2010, onde a First apareceu pela primeira vez como expositora, iniciando seus negócios no Brasil.
Luis Carlos Stuart explica que todo hospital tem uma unidade de controle de infecção hospitalar, responsável por uma série de medidas como o incentivo da correta higienização das mãos dos profissionais de saúde, o controle do uso de antimicrobianos, a fiscalização da limpeza e desinfecção de artigos e superfícies, etc. É exatamente esse setor que utiliza a solução.
“Essa unidade tem o objetivo não somente de prevenir e combater a infecção hospitalar, beneficiando dessa maneira toda a população assistida, mas também de proteger o hospital e o corpo clínico. Antes utilizávamos aplicações próprias, mas que não tinham capacidade para fazer a gestão de todo sistema”, diz, adicionando que não foram necessárias alterações no parque de informática do hospital, que já vem recebendo melhorias desde 2001.
Das funcionalidades disponibilizadas, personalizadas pelo hospital, destacam-se o monitoramento em tempo real do Laboratório de Microbiologia, o envio automático de alertas para os diferentes serviços, a avaliação sistemática de taxas de incidência e indicadores predefinidos, criação de uma base de dados de microrganismos epidemiologicamente importantes, estatísticas de consumo de antibióticos, soluções alcoólicas e desinfetantes e a capacidade de criação de relatórios e estatísticas ad-hoc.
O gerente não informa o investimento específico nessa solução, já que ela é totalmente personalizada para cada estabelecimento de saúde, mas afirma que os riscos de alguma infecção hospitalar ocorrer caiu vertiginosamente com a utilização do sistema.
(Fonte: TI Inside, 07 de novembro de 2011)
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Hospital de Recife implanta prontuário eletrônico com leitor biométrico
O Unimed Recife III vai finalizar a implantação este mês os prontuários dos pacientes totalmente digitais, dispensando os formulários em papel, que agora serão acessados pelos profissionais utilizando apenas computadores com leitores biométricos.
“As prescrições serão feitas no sistema de Prontuário Eletrônico da MV. Para se identificar, cada médico contará com um cartão pessoal com chip, que funcionará como assinatura eletrônica”, explica Paulo Magnus, presidente da MV, fornecedora da solução.
Segundo ele, alguns fatores foram decisivos para a escolha do software da empresa, como a de possuir grande experiência no mercado brasileiro em gerenciamento hospitalar; e por ser seu prontuário eletrônico certificado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde para utilização sem papel.
Paulo Magnus diz ainda que os benefícios do uso da solução pelas unidades de saúde são inúmeros, e a única dificuldade enfrentada ao optar pelo registro eletrônico ainda é a questão cultural do médico. “O sistema altera a forma como os médicos há anos trabalham, mas é apenas uma questão de tempo para eles se adaptarem. A maior vantagem da utilização é a segurança que ele oferece para todos os públicos: médicos, pacientes, para o hospital como um todo”, ressalta.
Outro grande benefício do software é que permite o acesso às informações rapidamente: todos os dados ficam armazenados no mesmo lugar e com o histórico de quem realizou todas as ações.
(Fonte: TI Inside, 07 de novembro de 2011)
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